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Carlos Moisés vai se viciando; Governador só foge; Brumadinho e Embrumadinha; Mariani fala além; Valentia de Amin

Por: Marcos Schettini
28/01/2019 10:51 - Atualizado em 28/01/2019 10:56

Valentia

Esperidião Amin mantém seu nome para a presidência da Mesa do Congresso na mesma semana onde Jair Bolsonaro será novamente submetido a uma nova cirurgia. Saindo do cenário, é o que o senador de SC não precisava neste momento. Sem aquele teatro, ao chamar pelo marido de Ângela quando estava deitado na maca recuperando-se do atentado de Adélio Bispo, o agora presidente da República sinalizou sua fé, amizade e compromisso mútuo com o catarinense. Se esta relação não for, agora, demonstra, foi cena. O retorno de Renan Calheiros ao controle daquela Mesa pode ser visto como o maior bandido dentro do Congresso, mas ele é amado pelos representantes do povo que vai escolher o novo nome do Senado. Ali naquela Casa, com muitos senadores precisando de proteção, só o alagoano tem ferramentas para blindar quem tem os pés na Lava Jato. Para o chefe de Hamilton Mourão, o melhor raciocínio é ter Renan Calheiros devendo-lhe obrigação. Assim pode controlar os interesses da pauta Brasil que tem proposto. Esperidião Amin é um quadro muito limpo. Para os necessitados de proteção, o melhor é um líder sujo quanto eles. Se o pai do deputado João Amin é o lustre, o alagoano é o interruptor.


Então
O governador de SC deu, já no início de suas atividades, dois lances estranhos aos novos tempos. O primeiro foi impedir o acesso à agenda de suas atividades e, agora, impedir o acúmulo de salários de seus servidores. Política viciando.

Vício
Carlos Moisés vai, aos poucos, tomando gosto pelo poder. As duas manifestações mais simples que poderia julgar que seria um novo tempo, vai cedendo lugar ao esconde-esconde que faz do jogo de domínio, ser fascinante para quem controla.

Voo
Ao trocar o desloque oficial pelo comercial, Moisés da Silva começa a fazer o jogo de demagogia, estampa da vida política quando chega ao poder. Se isso fosse o grande gasto, Jair Bolsonaro teria negado o Aerolula que tanto condenou.

Rota
As preocupações do novo governo em dar respostas rápidas às demandas do estado não são somente os localizados como as BRs 470 e 101. A 282, que mata a granel, é urgente. Sem ferrovia, é nesta estrada que a economia chega ao litoral.

Aproveitamento
Deveria ter sido a primeira oportunidade de Carlos Moisés aparecer junto ao agricultor e o setor cooperativo quando do CDA da Alfa. Mas enviou a vice Daniela Reinehr para dizer o óbvio que ele, do mesmo modo, falaria.

Nada
Justamente por não ter nenhuma intimidade com o povo do Oeste, muito menos conhecer a realidade, a dupla Moisés e Daniela poderia ter decido em solo chapecoense e sinalizar o primeiro contato. Aquela folguinha do vinho e violão.

Exposição
À medida que chama sua base de apoio e faz uma festa na Casa d’Agronômica com vinho e violão, Moisés da Silva mostra-se também humano. Nada de errado quando, catarinenses morrendo nas estradas, choram e ele, com a turma, ri.

Desgraça
O ocorrido em Brumadinho, um bis mais macabro que Mariana, mostra o Brasil aplicando multas bilionárias às empresas pelo tropeço. Não diferente das BRs de SC, matando mais lento que a lama, é a embrumadinha com vinho e violão.

Ela
Ana Campagnolo venceu uma batalha no Judiciário, mas tem uma mais dura dentro das salas de aula. E na Comissão de Educação da Alesc. É lá, longe da toga da desembargadora Maria do Rocio, que o enfrentamento será o espetáculo esperado entre ela e Carminatti.

Quieto
Júlio Garcia prepara sua investida na Alesc mesmo diante do escorregão verbal de Mauro Mariani incentivando os estaduais do MDB a disputarem a presidência da Mesa. Sabe que a palavra dada pelos estaduais ulyssistas será mantida.

Menos
Na primeira manifestação pós-eleitoral, o presidente do MDB de SC incentivou os deputados estaduais a disputarem a Mesa da Alesc tropeçando na palavra dada. O deputado federal de Rio Negrinho poderia ter se mantido silencioso.

Erro

Foi dentro do puxa-tapetes entre correligionários que o MDB tropeçou na escada que leva à cadeira de presidente da Alesc. Mauro De Nadal prometeu o que não tinha e Valdir Cobalchini amoleceu pró Júlio Garcia. Se não se entendem, não ganham.



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