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Napoleão Bernardes sangra o PSDB; MDB põe suspeita em Moisés; Colombo professor; Gean Loureiro desenha; Vignatti espera Berger; Horn e o futuro

Por: Marcos Schettini
18/02/2019 00:04 - Atualizado em 18/02/2019 08:58

Quem tem põe, quem não tem tira

A posse de Rafael Horn à frente da OAB de SC será, como mesmo afirma, de novos tempos. Um marco divisor de ontem para amanhã. É verdade que tem gratidão ao grupo de Paulo Brincas, mas o desenho de sua atuação deve-se, por punho pessoal, ser esperado em lances de diluir a distância observada entre a instituição e a Defensoria Dativa. Advogado não é uma profissão apenas para o privado ou quem paga grandes percentuais, mas para a maioria, absoluta, que não tem recursos para defender suas causas. Direitos, às vezes, de simplicidades inocentes. Se o governador Carlos Moisés, seu vizinho de parede na Agronômica e igualmente na posse no Saco Grande, é indiferente por evidente fraqueza de discurso, por outro é o momento de apontar o caminho. A Ordem dos Advogados não precisa da anã visão governamental para fazer acontecer. As presenças de Rodrigo Collaço, do Judiciário, e Júlio Garcia, do Legislativo, falam por si. Se o Executivo virou piada pela representação à Mesa, pior foi o discurso pobre da representada. Depois que a cerimônia terminou, todos esqueceram.


Responsável

Todo o esforço para construir o PSDB, luta que Marcos Vieira criou ao longo de sua liderança, Aécio Neves destruiu com sua luz infernal de corrupção. Atingiu no peito de Geraldo Alckmin e afundou o projeto.

Cansou

Napoleão Bernardes segue a rota que Jorge Bornhausen havia dito há alguns dias. A liderança do ex-prefeito de Blumenau, na decisão, ganha luminosidade. Quadro de respeito e fidelidade partidária, para onde for, leva o que há de melhor.

Valor

Um partido que tem como guia a seriedade que marca os grandes líderes, vai escancarar as portas para Napoleão. Sua inclinação em 2018 a um projeto de aceitação, mostra a firmeza de seu espírito político. O ex-tucano vai fazer história em SC.

Evasão

Com a saída de Napoleão do ninho, é possível que muitos sigam a mesma direção. O ex-prefeito de Blumenau tem motivos para voar. Mas os demais, inclusive Paulo Bauer e seus iguais, não justifica. Bernardes vai fazer um estrago no ninho.

Fora
Quando Mauro Mariani manda recado de punição aos famigerados que querem entrar na administração Moisés, diz duas leituras. Que não acredita no Bombeiro porque seu governo será um fracasso e, outro, a Eduardo Moreira e seus DNAs.

Rótulo
O presidente do MDB já observa Carlos Moisés como fraude administrativa. O apoio partidário de outubro para impedir Gelson Merisio de chegar, foi um ato político. Não quer se responsabilizar pelos tropeços. Se Pinho deixou os seus, assuma.

Pilatos
À medida que lava as mãos e manda Moisés para o suplício, Mauro Mariani quer não se responsabilizar pelo sangue inocente que jorrar do Bombeiro. Uma foi a escolha de 2018, outra é ir para o Calvário junto. Olha para Pinho como a Barrabás.



Barrabás
Quando inocenta Pinho Moreira, Pilatos apresenta-o do meio. Paulo Eli e Leandro Lima que o diga. Se Moisés sucumbir, Mauro Mariani quer ligar o DNA do ex-governador ao fracasso disso. Não são ulyssistas, mas o MDB do Eduardo.

Vai
À medida que afirma não disputar o comando do MDB, Pinho Moreira incentiva Dário Berger a assumir a missão já com o pé na estrada. Visitando as regiões, com tempo para se dedicar ao partido até abril antes das convenções.

Prevendo
O marido de Nicole Torret Moreira sabe que o senador do MDB terá que correr muito, infernizando sua vida privada e pública para construir sua ida à presidência da sigla. Como está em casa tomando chimarrão, Eduardo espera a oportunidade.

Leitura
Para chegar à presidência do MDB, Dário Berger terá que se triplicar até abril. Ser imediatamente ele, senador e partidário. Ele porque é um bon vivant. Tem o mandato e comissões a tocar na Casa. Assumir a sigla é explodir a vida pessoal.

Muda
Eduardo Moreira, precisando de uma ocupação política, teria tempo para ele e a família. Tirar um dia ali, outro lá, seria o necessário para dividir política já de olho em 2022 e a tranquila vida de viagens que começou quando saiu do governo.



Então
Agora que assumiu a coordenação nacional de Estudos Políticos da Fundação Espaço Democrático do PSD, Raimundo Colombo deve ser o aluno principal. Foi seguindo as próprias orientações rumo ao Senado que, guiando-se em 2018, voltou para Coxilha Rica.


As movimentações de Gean Loureiro para 2020 é de reconstrução ao retorno. O prefeito de Florianópolis tem um leque pronto de nomes proporcionais em todas as regiões da Capital. Desenha o tempo todo. Sua equação é do entendimento.

Assumindo
João Amin segue a leitura de seu sonho municipal nas orientações do pai e força política da mãe. Como o trio chegou forte em 2018, tropeçar em 2020 seria fatal. O herdeiro eleitoral do clã só vai para o gatilho se achar direção vitoriosa.

Moicano
Pedro Uczai está fazendo plenárias para discutir os erros e acertos do partido. Único federal, tem voz livre para fazer seu trabalho e arrastar a militância rumo às municipais. Ele e Lu Carminatti caminham em direção independente.

Quase

Cláudio Vignatti só não saiu ainda do PT porque não tem certeza se Dário Berger vai mesmo assumir a presidência do MDB. Ligados via Djalma, irmão do senador, o ex-deputado federal só retorna às discussões se, vendo luz em 2022, for para chegar.

Valor
Depois que a Defensoria Pública de SC atua junto à Vara de Execuções Fiscais Municipais, casos como de Merência Maria da Costa, 84 anos, quase perdendo sua moradia por um IPTU que não devia, mostra a necessidade da instituição. A OAB precisa rever tudo.



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