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Ronaldo Freire contraria PSB; Rodrigo Fachini e MDB; Clésio Salvaro entra no vácuo; JKB e Napoleão; Gigante assume-se

Por: Marcos Schettini
19/02/2019 11:44

Aceno à luz do futuro

Gigante Buligon vai tomar decisões de sua direção depois de avaliar este momento da ressaca eleitoral do ano passado que, aos poucos, vai passando. O prefeito de Chapecó, expulso do PSB por tomar decisão pró Bolsonaro, assumiu a voz que, aos poucos, tomou conta dos demais prefeitos de SC. Sendo chamado a fazer palestras da superação vivida na desgraça da LaMia, a macabra aeronave que levou tudo da Chapecoense, sabe que terá outros desafios pessoais a serem decididos. Com o naufrágio do projeto político de outubro passado, Gigante assume seu destino de ser, dentro da leitura feita, protagonista de seu engajamento em 2022. De bom caráter, não dá ouvidos à oposição a quem disse não por buscar a independência de sua luz que, dizendo sim, se submeteria ao próprio comando. Rompendo, guia-se pela maturidade alcançada. Seja qual caminho tomar, leva junto sua honestidade que desfralda com a mesma dignidade. Está em construção em excelentes diálogos. Quando pisar em uma sigla, vai ser dominante disso. O marido de Lúcia Buligon rege sua sinfonia.


Evasão
Quando o deputado Rodrigo Coelho insinua uma saída, em massa, das principais lideranças do PSB, prevê que o partido, contrário às mudanças necessárias para o Brasil, e que entram, amanhã, no Congresso, não joga na mesma linha, é preciso seguir outra direção.

Porteira
Buscando apaziguar os ânimos que já contaminou o prefeito Mário Hildebrandt, de Blumenau, o presidente Ronaldo Freire manifesta que o partido vai reunir as lideranças e não há nenhuma manifestação de troca na sigla porque é dono dos mandatos.

Então
Paulinho Bornhausen voltou para os EUA e deixou Ronaldo Freire com a maçaneta do partido. A expulsão de Gigante Buligon por apoiar Jair Bolsonaro, foi na rota das mudanças que Paulo Guedes defendia. O PSB joga na contramão disso.

Contato
Gigante Buligon viaja quinta para um encontro com Carlos Moisés. Será uma sinalização entre homens públicos que, aguarda-se, deve ter um desfecho. O Chefe do governo estadual, por ser aposentado, gosta mesmo é de descansar.

Pacato
Caso o resultado das urnas fosse outro em outubro, provavelmente SC estaria no protagonismo nacional em debate de várias frentes em favor da cidadania e dos interesses dos catarinenses. Como o traçado eleitoral foi outro, o Estado é o, agora, conhecido.

Liderança
Embora seja do mesmo partido, SC está completamente fora de qualquer protagonismo dos principais debates nacionais. Um estado com um governador pacato, tranquilo, de poucas palavras e, mais do que isso, aposentado. Nas ideias.

Locomotiva

Carlos Moisés é um quadro de direcionamento lento. Se comunica de cima para baixo, ignora eventos de relevância em entrosamentos e tem iniciativas contrárias aos tempos de exigência. Hoje, um motor como SC, perdeu as velas.

Nada
Prefeito de Joinville tem ignorado entendimentos com as lideranças municipais, inclusive relações com quem convive há 70 anos. Udo Döhler, construindo o nome das municipais do ano que vem, afrontou a composição da Câmara medindo força.

Ele
Rodrigo Fachini, vereador que disputou para deputado estadual em outubro, viu de perto as iniciativas de Döhler em afundar seu projeto para elevar o agora deputado estadual Fernando Krelling. Ambos do MDB, o prefeito tomou lado.

Desafio
Fernando Krelling vai precisar assimilar o compromisso de disputar a eleição em meio às dificuldades de entrosamento de Döhler. O prefeito de Joinville encontra-se em péssima avaliação administrativa. O deputado, neste caso, tem seu DNA

Posicionamento
Mauro Mariani teria, pelas movimentações pró Dário Berger, fortalecer a liderança de Rodrigo Fachini dentro da nova visão ulyssista que o senador quer imprimir se, de fato, abraçar a presidência. O vereador de Joinville busca luz de construção.

Afinação
Com a saída de Napoleão Bernardes do PSDB, o partido vai se reunir para realinhar os desafios então colocados em sua liderança. Clésio Salvaro, vendo o vácuo, vai assumir o processo de ocupação. Quer seu DNA na aposta. Geovania de Sá.

Rumo
Napoleão deverá seguir a linha partidária que JKB observou quando leu sobre sua liderança ainda no final do ano passado. O ex-líder Nacional do PFL votou em Mauro Mariani pela presença do ex-tucano na chapa. Bernardes vai buscar seus conselhos.

Arranque
Com crédito mesmo diante da derrota do ano passado, Napoleão vai ajustar os trilhos em direção à disputa de 2022. Em 2019 quer 2020 assinando sua vitalidade política em um partido com força para imprimir seu desejo frustrado em outubro passado.




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