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Editorial | Professor aloprado

Por: LÊ NOTÍCIAS
27/02/2019 00:33

O ministro da Educação, dizendo-se experimentado e cheio de inovações que juga ser necessário para imprimir, de cima para baixo, seu conceito de educação, vai aos poucos mostrando-se completamente fora dos padrões de um equilíbrio para ganhar a confiança da sociedade.

Ao enviar uma carta oficial para as escolas do país, Ricardo Vélez Rodríguez, envergonha o conhecimento quando, sem consultar a Constituição, manda professores e alunos se sujeitarem às ideias retrógradas que ele, a mando de seu guru Olavo de Carvalho, quer imprimir no Brasil.

Obrigar os alunos a filmar e cantar o Hino Nacional, além de recitar o slogan de campanha do seu candidato, é a prova viva de que está completamente despreparado para exercer o cargo que assumiu.

Patético, quer imprimir um sentimento de ditadura militar que ele, em seu tempo, viveu seja onde passou, para caracterizar os novos tempos em que passa a Nação. A reação imediata da sociedade, professores e intelectuais, mostra o despropósito em que o filhote de Olavo de Carvalho se meteu.

A ideia de fazer com que o patriotismo ganhe altura junto à sociedade só vai ganhar o respeito se, educadamente, transmitir à rede pública de ensino conceitos de liberdade, respeito e nacionalismo. Estes três pilares não se conquistam empurrando goela abaixo o que a sociedade, em novos tempos, nunca conviveu.

Educação é o único caminho de libertação do homem para sua livre escolha, sentimento de ir e voltar, ter luz em seus conceitos e formação suficiente para ganhar cidadania.

O ministro é mais um equívoco deste governo cheio de despreparo, atrapalhado em tudo e que, pela ministra em igual insanidade, diz que existe um tal de Jesus da Goiaba. Os conceitos, tolos em sua maioria, ainda se sustentam devido à aproximação da posse, ocupada recentemente . Mas aos poucos, como tudo na vida, vai se corroendo e dissolvendo suas inverdades que o calor da eleição passada colocou sombra.

O ministro e sua companheira Damares são dois exemplos claros de um governo com seus anões. Governabilidade, como tudo que está sendo colocado, aos poucos vai diluindo-se e ganhando sua realidade.

O Brasil é um local maravilhoso, cheio de problemas, mas que a própria sociedade vai construindo. Não é no estalar dos dedos, muitos menos nas loucuras imediatistas que os trabalhões da República vão colocando goela abaixo e que o cidadão rejeita.

Os bolsonaristas continuam a falar do governo passado que, enterrado na história, vê seu sucessor cheio de tropeços e despreparo. Podem segurar mais um pouco, mas depois, quando for o momento certo, começam a entender as coisas. Não existe pecado do lado de baixo do Equador.

Quem pensa assim, vai se iludindo que serão enganados pelos falsos pastores e seus iguais à beira da loucura. A catedral dos tolos, com suas crenças mitológicas, vai aos poucos caindo um pedaço ali, outro lá. Mas é assim mesmo. Nada, como o parto, nasce sem dor. Agora é chorar, depois é o riso.

Escutam-se gargalhadas ali e lá, mas aos poucos vai contaminando e todos, em um momento, vão rir junto.


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