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A reação de Peninha; Pinho faz; MDB à deriva; Fachini mexe; Pros e estrutura; O míssil de Ponticelli

Por: Marcos Schettini
26/03/2019 01:30

O míssil de Tubarão na missão em Israel

Joares Ponticelli está liderando forte grupo de empresários e quadros políticos em Tel Aviv, na maior feira de Saúde Digital do mundo. Como quer a bandeira da prioridade assumida em 2016 ainda mais alta, o prefeito do município do governador Moisés quer, já em sua volta, construir a rota para fortes investimentos na área que foi conhecer em Israel. Foi lá, no centro financeiro da terra de Salomão, que está vendo de perto a tecnologia que poderá aplicar para fortalecer suas investidas na área de maior intenção popular. Nem um pouco preocupado com o míssil que atingiu a cidade onde ocorre a feira e o imediato revide, a comitiva fica até sexta-feira. O presidente da Fecam, ao retornar, vai atuar no grito pelos municípios atingidos pelo míssil do Afundam de 2018 e a infinita crise brasileira. Suas investidas são claras para fortalecer os dentes de Tubarão. Tudo rumo à reeleição. É mordendo e afiando no ferro.


Punhos
Rogério Peninha Mendonça arregaçou as mangas para garantir que o presidente da Câmara avance em direção ao porte e posse de arma que afirma terem sidos consagrados nas eleições. Rodrigo Maia, mordido com a prisão do sogro, emperrou tudo.

Areia
Maia viu na prisão de Moreira Franco a movimentação de Marcelo Bretas, a pedido de Sérgio Moro, para fragilizar sua força reconhecida na Casa. Furioso, quer azedar a lei armamentista. Peninha, voz da bancada da bala, não vai tomar este café frio.

Maquinando
Eduardo Moreira no jogo sucessório do MDB com as movimentações que Vampiro tem feito para fortalecer o projeto. Vê-se no tempo para arrumar o partido, principal desafio, mesmo com cinco disponíveis. Sabe que, no final, será evidente.

Távola
Dário Berger, Carlos Chiodini, Fernando Krelling, Celso Maldaner e Eduardo Moreira sabem que não tem tempo suficiente para buscar enfrentamento. A entrada do estadual de Joinville no jogo é cristal. Quem tem cinco nomes, não tem ninguém.

Sumiu
Mauro Mariani abandonou de vez a linha de frente do MDB. Sem qualquer sinalização de preocupação, embora apoiando Dário, está à deriva em alto mar. Não quer ser visto nem lembrado. Nisto, Berger já chutou a missão e olha para Chiodini.

Efeito
A relação de peso político entre Mauro Mariani e Pinho Moreira, Gelson Merisio e Júlio Garcia, tem mesma semelhança em Rodrigo Fachini e Fernando Krelling, em Joinville. Se um chegou em relação ao outro, não por isso mais liderança.

Peso
Fachini disputou uma eleição com o coroamento do MDB sem o trono poderoso da máquina que garantiu o assento a Krelling. O efeito impositivo, com cargos comissionados a granel, forçou a vantagem. Rodrigo, mesmo assim, manteve-se.

Bigode
A ligação de Krelling com Udo, embora beneficiado pelos carinhos do prefeito, corrói sua liderança pelo desgaste do governo. Se Döhler tem obrigação de forçar o deputado na urna em 2020, Fernando tem compromisso com Joinville na Alesc.

Reação
Marcos Vieira está empenhado a dar contra resposta à baixa de Napoleão com um atrativo e peso para dar luz ao PSDB. Gelson Merisio está sendo assediado permanentemente pelo presidente tucano. Dois pesos, duas medidas, isso é política.

Influência
Tânio Barreto foi a Brasília na semana passada e construiu traçado para o processo eleitoral do ano que vem. Além de Fernando Collor, alinhou com o presidente Eurípedes Macedo a estrutura do Pros para o projeto municipal da engorda partidária em SC.

Municipais

O Pros vai começar a correr o Estado em busca de filiações. Tânio Barreto, presidente do partido em SC, conta com o atrativo de gráfica e produtora de rádio e televisão para ampliar a atuação já olhando 2022 nas conquistas que quer em 2020.



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