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Tasca e Hassler na Alesc; Paulo Eli e a Reforma; Camilo Martins chama; Fachini quer prefeitura; GM e a prova dos nove

Por: Marcos Schettini
02/04/2019 01:27 - Atualizado em 02/04/2019 01:30

Os desafios de um Progressista

A entrada de Gelson Merisio no salão nobre de autoridades do partido de Silvio Dreveck, é um novo desafio do ex-presidente da Alesc. Quase virando a maçaneta, o ex-PSD foi provocado por Raimundo Colombo a seguir o seu caminho, bem longe, se possível, da sigla que empurrou-o para a Coxilha Rica depois do fracasso do 1º turno. O lageano só voltou às atividades políticas ao sussurrar nos ouvidos de Gilberto Kassab para passar o gadanho em GM. Está certo a atitude do ex-governador porque, não fosse a rasteira que já havia tomado nas urnas, também tomaria outra ao ser despercebido dali em diante. Derrotado por Bolsonaro, o mesmo que havia oferecido apoio em SC, o marido de Márcia Merisio recebeu vários convites diante de sua história. O antigo PDS seria o melhor colo para redesenhar seu futuro. Se saiu de um e entrou em outro, como diz Esperidião Amin, todos tem o mesmo DNA na Arena. Agora é ver se vai servir ou ser servido. À mesa, quieto esperando a oportunidade, se isso se confirmar, é agora que, sem mandato, vai provar ser um resistente poderoso. Do outro lado, sentado na Cadeira que já foi sua, está Júlio Garcia que, como ele, olha a mesma coisa em 2022. Não precisa dizer mais nada.


Fervura
O tenente-coronel Jorge Eduardo Tasca pisa hoje na Alesc para defender o projeto de Reforma Administrativa proposto por Carlos Moisés em meio a um teste de sua missão para a causa. Sabe ele que, embora seja militar, a disciplina lá é política.

Diferença
Jorge Tasca vai conhecer, olho no olho, que as discussões que aquecem o Parlamento catarinense são diferentes das ordens, de cima para baixo, regras na caserna. Lá, sentindo o cheiro político de Júlio Garcia, o secretário da Administração é um pedinte, não mandante.

Igual
O secretário da Infraestrutura entra à tarde na Assembleia depois que Jorge Tasca sair pela manhã. Carlos Hassler, com cacoete semelhante ao seu colega da Administração, vai encontrar um Legislativo bem longe de sua imaginação democrática e política.

Lubrificante
O único verde-oliva que os deputados suportam é o azeite que utilizaram na salada de entendimentos que as bancadas discutem às terças. Sabendo, Carlos Hessler, por ser maduro e inteligente, vai chegar manso e leve. Ao contrário dos conscritos que comandou no Exército.

Peso
Tanto Tasca quanto Hessler irão chegar na Alesc sem o brucutu que, há 55 anos, marcou a tomada de Poder pela via aplaudida por Jair Bolsonaro. Estudiosos da democracia e com marca militar absoluta no Governo Moisés, precisam mais dos deputados estaduais que estes deles.

Eureca
Carlos Moisés sabe que para chegar ao Jardim do Éden, somente pelas mãos do Legislativo. São eles o mapa para o paraíso fiscal de Paulo Eli, hoje às portas do inferno de Hades. O governador descobriu o silêncio. Dialogando sem sirene de Bombeiro, chega.

Pecado
Enquanto seus dois secretários buscam na Alesc a porta para voltar ao paraíso de Paulo Eli, Carlos Moisés come a maçã em São Joaquim. Depois vai para Lages assinar a reforma da EEB Rubens de Arruda. A benzedura do sobrenome ajuda, mas não salva.

Mosca
Camilo Martins abre o gabinete hoje para os incrédulos. No controle do que quer para Palhoça nas intenções de 2020, carimba R$ 15 milhões em ações de desenvolvimento. Com esta bazuca de investimentos, acerta o peito da oposição abrindo um rombo nos adversários.

Tranquilo
Ao mirar a produção de ações voltadas ao desenvolvimento de Palhoça com investimentos milionários, Camilo Martins abre um abismo para a oposição. Deles, Ivon de Souza, o tucano campeão em impugnações e indeferimento com mais adversários no PSDB.

Incansável
Rodrigo Fachini reuniu-se com o presidente da Celesc para entender os caminhos para tirar o peso de custos de pessoas eletrodependentes que, contínuos no uso de energia para sobreviver, pagam infinitamente mais caro que os comuns.

Sensibilidade
Cleicio Poleto Martins, que preside a estatal, estuda mecanismos para atender ao pedido de Rodrigo Fachini nesta direção. O vereador de Joinville se aprofundou no caso e ganhou a deputada Paulinha da Silva para dar eco na Alesc e vigorar em SC.

Absurdo

Em Joinville são três mil casos de violência contra a mulher, de várias naturezas, com média de 8,21 casos por dia. O levantamento de Rodrigo Fachini é para sensibilizar Udo Döhler a sancionar a lei e proibir os agressores, comissionado ou concursados, a trabalharem no setor público.





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