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Editorial | Aurora não tem medo dos terroristas do mercado

Por: LÊ NOTÍCIAS
15/04/2019 00:33

Para muitos que não estão dentro do grupo de conhecimento da importância da Coopercentral, não sabem muito o que significa uma empresa que dá emprego e renda para mais de 100 mil famílias ligadas, diretamente, à posição produtiva.

Ela, cercada de outras tantas cooperativas, com liderança exclusiva da Alfa, abriu mercados de várias etnias no mundo e, por isso, sua importância ultrapassa a linha de compreensão de uma superempresa que está instalada em Chapecó. Sua força, mais que apenas a renda e o emprego, é igualmente produzir alimentos para o mundo, com zelo, higiene e satisfação.
Se por um lado os bilhões de dólares que entram nos cofres da empresa fazem de SC um canal importante para a economia do país, por outro é preciso entender porque, de fato, toda esta arquitetura produtiva é capaz de fazer na vida de cada um. Faz porque é pensada organicamente no sentido lucrativo e cooperado. Ser cooperativa, vencer no mundo capital com a responsabilidade de dividir entre os sócios aquilo que é o retorno, não é tão fácil.
Não é fácil vencer os desafios do mundo do lucro quando, todos estão, ao mesmo tempo, em enfrentamento pleno entre si para ter o respeito que o mercado impõe. Se chegar a esta posição é uma ultra conquista, manter-se nela é ainda mais desafiador. O chamado concorrente, embora toda a demonstração de lealdade, não tem nada disso. No mundo do capital a espionagem industrial, conhecer os tropeços do outro, é a moeda subliminar para dominar o mercado.
A questão da Carne Fraca, que feriu o centro da produtividade brasileira, inclusive colocando em xeque o futuro, foi um lance interessante de acusações vindas de um lugar desconhecido, mas que, na verdade, teve como objetivo fragilizar aquele em relação a este. Neste caso, mais que um tiro no peito do setor do agronegócio brasileiro, foi uma revelação de muitas falhas que estão presentes e precisam ser corrigidas.
No caso da Aurora, cheia de intensões de transparência e correção de rumos permanentes para dar o melhor em produção e qualidade, as investidas da Carne Fraca foram de correção de rumos. Fora de qualquer dúvida de fraudes, a empresa chapecoense chega aos 50 anos limpa, imune, leve e forte em direção ao amanhã.
Chega aos 50 anos de idade com a firmeza de suas convicções que, lá atrás, homens como Aury Bodanese e Plínio Arlindo De Nes e Atílio Fontana, que firmaram o setor do agronegócio em épocas de dúvidas, construíram o modelo ideal que, agora visto, contaminou o mundo.
Aury, um homem sem os estudos que o mercado exige hoje, plantou um conceito que deu certo. Por quê? Era um homem valente, destemido e sem preguiça. Era empreendedor sem saber e, sem este conhecimento, fez o que tinha no momento para levar adiante uma ideia que, provavelmente, nasceu enquanto estava deitado em seu descanso depois do almoço.
Uma ideia de iniciar um trabalho e fazer disso uma realidade, construir algo que nunca ninguém pensou, que não havia nada e, no estalar de uma iniciativa coletiva, fazer disso uma realidade que moldou a economia do Estado, é sim um estudo a ser feito. O tempo demonstrou que ele e seus iguais estavam certos.
Agora, nestes tempos, nas mãos de Mário Lanznaster, a Aurora nasce todos os dias pela manhã, sob chuva, seca, calor e frio, com a mesma vontade de fazer acontecer. Ele, igualmente um visionário, conhece como e porque a empresa está na posição privilegiada em que se encontra. Mário é um Aury Bodanese deste tempo.
Um quadro que deu, dá e diz a direção de caminhos de perseverança e animação produtiva. Mais que um seguimento de certeza, é estar preparado para receber no peito da produção outros modelos terroristas como a Carne Fraca. São exemplares de ataques irresponsáveis que, de forma diferente, vão querer explodir no coração da produção.
Mas a Aurora está preparada para desativar as bombas que os extremistas do capital estão produzindo no submundo da deslealdade natural do mercado. Está com 50 anos de idade e tem a juventude expressa, o vigor demonstrado e a velocidade que impõe para se manter na dianteira desta corrida de produzir alimentos.
Parabéns a Aurora pelos 50 anos de insistência. Quando se diz insistência, é exatamente isso. Não é fácil chegar com esta idade com o vigor da certeza que construiu. A vida que a empresa cria em vários lugares do Brasil, está nas mãos de seus colaboradores que fazem tudo com a satisfação que precisa ter para manter sua luz produtiva acima de todos.
Parabéns.


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