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Cifra Econômica | Educação fiscal e dívida de caminhoneiros

Por: Daniel Ribeiro
10/05/2019 10:03 - Atualizado em 06/08/2020 10:52

Portal da educação fiscal

A Educação Fiscal é um importante instrumento na conscientização, contribuindo para o aprendizado sobre a função social do tributo, distribuição de renda e elemento de justiça coletiva.

Com o objetivo de dar mais transparência ao tema e divulgar as principais ações realizadas na Receita Federal, foi criado novo Portal de Educação Fiscal, onde são apresentados os principais projetos na área:

Núcleos de Apoio Contábil e Fiscal – NAF;

Conheça a nossa Aduana;

Projeto Destinação:

Autoatendimento Orientado;

O espaço foi completamente redesenhado de maneira a torná-lo mais atrativo a sociedade. Além de informações sobre os Projetos, a página também apresenta jogos, publicações, informações sobre destinação de mercadorias apreendidas e sítios de interesse.

Renegociação das dívidas dos caminhoneiros

O governo federal estuda renegociar as dívidas de caminhoneiros que enfrentam dificuldade para acessar a linha de crédito de R$ 30 mil lançada em meados de abril pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo o secretário-executivo do Ministério da Infraestrutura, Marcelo Sampaio, representantes da categoria se queixam que muitos autônomos não conseguem acessar os recursos disponíveis para o custeio de despesas com o frete, como manutenção do veículo e seguro.

A linha de crédito do BNDES beneficia transportadores autônomos que têm dois caminhões, no máximo, e também cooperativas de caminhoneiros. Com 12 meses de vigência, o programa tem dotação orçamentária inicial de R$ 500 milhões destinados às despesas de seguro pessoal ou do veículo, gastos com manutenção mecânica, peças de reposição, pneus e gastos emergenciais, como guincho. Gastos com combustível não serão financiados.

Taxa Selic em 6,5%

Entidades empresariais de São Paulo e do Rio de Janeiro manifestaram apoio à decisão do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) em manter a taxa básica de juros (Selic) em 6,5%.Pela nona vez consecutiva, os juros básicos da economia não foram alterados. A decisão de hoje (8) foi tomada por unanimidade e era esperada por analistas financeiros.

O presidente em exercício da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Paulo Afonso Ferreira, por sua vez, avaliou que a alta do dólar, as incertezas em torno da reforma da Previdência e a inflação ultrapassando o centro da meta de 4,25% fixada para este ano foram decisivas para a manutenção dos juros.


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