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MDB ganha luz novamente; Moisés velhas práticas; PR sob prova; Ulyssistas em confronto

Por: Marcos Schettini
16/05/2019 15:07

Eduardo Pinho Moreira vivo

Qualquer que seja o desenho final do processo interno do MDB, a chegada do ex-governador à terra de Cruz e Souza, o poeta esquecido, dá outra característica à disputa. Oferecendo-se a Dário Berger, que manteve o pijama, teria seu apoio caso perceba que não deu luz suficiente no jogo da Convenção. O senador seria franco favorito, mas pensou à moda Jânio, que seria levado à presidência pelos braços dos militantes. Dário não tem somente simpatia, uma das fortes marcas de sua personalidade, mas seu cartão que, utilizado como luz política levou-o, quatro vezes consecutivas, a prefeito de São José e Florianópolis e onde, agora, se encontra. Carlos Chiodini, correndo no paralelo, vem ainda aguardando seu colega do Congresso e mexeu-se na modéstia. Mas nem por isso, o deputado federal está sem o respaldo para chegar à festa de troca sem a ameaça a Celso Maldaner. Para evitar que o partido, se mantiver isso, rache, Luiz Fernando Vampiro entra com o esposo de Nicole Torret para hastear a bandeira branca. Era tudo o que o líder da bancada queria. Se quiser pisar forte nas estaduais, precisa deste resultado positivo para irem a Brasília. Ele na Câmara, o indicador de Paulo Eli no Senado.


Perfume
Quando o MDB sentou com o governador na semana passada, ficou evidente que os acenos estão sendo, mesmo, para cooptação. O partido, na pessoa de Paulo Eli, já comanda o Tesouro. Falta apenas as células políticas.

Certíssimo
Carlos Moisés age inteligentemente ao atrair o coletivo mais fácil para seu projeto. Foram eles, já pela manhã do 2º turno, que declararam apoio pleno à campanha do inquilino da d’Agronômica. Agora, aquietada a poeira, tem retorno.

Venha
A história do MDB, porta-voz pleno da democracia em tempos cinzentos, sensibiliza-se no encanto de Carlos Moisés, porque é assim que se faz política. Sem cargo, sem apoio. À medida que se tem idas e voltas de intenções, fechou.

Ascensorista
O MDB será aliado desde que o retorno for à altura da força do partido. Com sete votos, em terceiro dentro da disputa de 2018, quer dar respostas a prefeitos e vereadores, cabos eleitorais para 2020. Conforme for o tamanho, sobe ou desce.



Cravado
A convenção ulyssista será marcada pela convergência em relação ao governo estadual. Não há nenhuma liderança que é contrária à aproximação. O período de perigo que mancharia a troca pelos votos recebidos em 2018, passou.

Lateral
O trabalho de Maurício Eskudlark, em ser porta-voz do governo, fica ameaçado quando os ulyssistas se aproximam do governo. O MDB, pela força que tem na Casa, inclusive com um vice à Mesa, não precisa de interlocutores. O deputado do PR deve sentir o gelo.

Disputa
Não há qualquer indício de acerto entre as lideranças do MDB sobre o processo eleitoral de 1º de junho. Celso Maldaner está quatro voltas sobre os retardatários. O entendimento entre os atrasados, pelo que se observado, chega tarde.

Mandando
Deputado líder da bancada ulyssista joga forte para seu projeto político de 2022. As movimentações de Luiz Fernando Vampiro são de tirar o sangue do MDB para seu alcance. A aproximação com Carlos Moisés tem o sim de Eduardo Pinho Moreira.

Então
Nilso Berlanda ganha força no meio empresarial ao pedir pela privatização da Celesc e, de quebra, o movimento servidor da estatal. O deputado do PR, se precisar falar com o presidente Cleicio Martins, que seja fora dos portões da empresa.

Trabalho
As movimentações de Nilso Berlanda são de atrair forças prisionais, como tem ocorrido em Curitibanos, para reeducação pelo trabalho. E tem dado certo. O deputado tem mão de obra, contribui com o retorno à sociedade e todos ganham.

Anotar

A entrada fantasma do MDB no governo é uma sinalização de que a política nova, que nunca existiu, se une à antiga, que sempre esteve presente. Mas é um início de entendimento entre o chicote e a carne. Que se unem conforme se esquecem.





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