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Maldaner firme; Dário reage; Dupla desagradável; Moisés estuda saída; ACI é luz da Democracia

Por: Marcos Schettini
27/05/2019 11:09

ACI é alta, forte e democrática

Em tempos de um Brasil em evidente falta de diálogo, rota contrária ao caminho dos sãos, a Associação Catarinense de Imprensa dá exemplos de respeito, eloquência e civilidade ao se identificar com as linhas institucionais cidadãs a que serve e se mistura. Onde a ACI está presente, há sinalizações das melhores intenções de transparência, moralidade, compromisso e, acima de tudo, do interesse comum. Ademir Arnon, o digno presidente da entidade, respondendo às chamadas da melhor representação social, senta à mesa apenas com os limpos e mantém a lisura que veste a maior célula de jornalistas de SC. Se esta semana ele foi às homenagens aos ex-comandantes-gerais da PMSC nos seus 184 anos, vai às demais organizações que reivindicam desta que é o coração que abriga profissionais do rádio, TV e jornais. Se a democracia impõe a liberdade de expressão responsável, que derruba os portões da intolerância e do ódio, que aponta a direção da diversidade de ideias como semeadura de um país alicerçado no que há de melhor, então um dos elos, para esta conquista, é o Jornalismo, profissão irmã da verdade e filha da justiça. Arnon é centenas em si. Ao carregar esta grife que embeleza qualquer grande encontro, vale quanto pesa. Não existe liberdade sem o controle democrático do Poder. O grupo que tem liderado é a maior guardiã disso.


Tudo

Celso Maldaner está na estrada e não dá ouvidos às movimentações de adversários internos que buscam tirar sua chegada à presidência Ulyssista. Se o MDB vai viver uma semana de fervura até sábado, o clima interno é de logística e cooptação dos dois lados.

Canastra

Afirmando ter 38 anos de fidelidade partidária, ser um nome de desejo das bases e com raízes históricas que diz por si sua trajetória, Celso Maldaner quer sensibilizar pelo consenso que aceitou em nome da unidade. Tem coringas a cobrir dúvidas de confiança.

Incandescente

A montagem de diretório em comum, evitando chapas, foi a lógica na fenda da corroída parede do MDB. Bombardeada por tudo de ruim no nacional, tem suas estruturas em cenário iraquiano. Mesmo assim, impressionantemente, a militância em brasa.

Civil

Dário Berger está sendo colocado à prova na busca pela presidência. Os quadros que apoiam sua chegada querem que ele, se desejar dizer sua altura em 2022, apresente agora a força e vença o controle do MDB na convenção. Se ocorrer uma surpresa sobre Maldaner, vai dar guerra.

Fôlego

Maldaner vai viver prova de fogo ao passar pelo corredor polonês nesta luta ulyssista pela presidência. Está sentindo que há um preconceito, por ser do Oeste, para tirar sua chegada. Isso injetou-lhe suportar os chutes e pauladas para pegar o triunfo do objetivo.

Adios

Como não vai comparecer à convenção, mandando sua última mensagem de desembarque, Gean Loureiro segue firme para tirar dúvidas de sua saída do MDB. Embora tenha voltado a conversar com Dário, já avisou. Sobre permanência, não fala mais.

Vestido

Como tem se mantido entre as relações com Gelson Merisio e Júlio Garcia, Gean sabe que o final de sua vida ulyssista acabou. Vai decidir seu rumo partidário somente depois da convenção do MDB e partir para a grande coligação de 2020 com a frase Podemos ser Democratas.

Gumes

O prefeito de Florianópolis não senta para qualquer possibilidade de entrada do PSD no seu governo na busca de seu retorno em outubro do ano que vem. Sabe que levar a lembrança desastrosa de César Souza Júnior ao debate eleitoral, é melhor ficar no MDB.

Bombardeio

Bruno Souza e Jessé Lopes vão à Tribuna e redes sociais trabalhar a opinião pública sobre suas posições nas votações da Reforma Administrativa e a ceifa de cargos comissionados que o membro do PSL, em particular, perdeu para igualar o que prega. Vão falar tudo e dizer nada.

Bloco

Os dois deputados estaduais estão sendo vistos como versão Ana Campagnolo. Se isolando na Casa, desfilando na ala da intolerância e intransigência quando uma já era insuportável, ela deu um up por osmose. Aquela ideia em que afirmam que nada está tão ruim que não possa piorar, é real.

Aprendeu

Clésio Salvaro tem sido um dos poucos, ao lado de Gigante Buligon, a utilizar o Twitter como estrada. Os prefeitos de Criciúma e de Chapecó estão no ar diariamente. São, por assim, a balança positiva em meio ao mar de hipócritas nesta rede.

Anotar

Carlos Moisés olha seu futuro político diante do ocorrido ontem no país e vai buscar entender seu papel. Ele, aos poucos, tem se aproximado do colega paulista e distanciando-se do PSL. O governador começa a dar sinais de sair do partido olhando a reeleição.

Candiota

O final do nome tem tudo a ver com a cara que as lideranças políticas e empresariais vão ficar se, de fato, perderem a queda de braço com a ida da Eletrosul para a CGTEE no RS. Até o governador, que entrou na trincheira pela estatal em SC, vai voltar às origens do Bombeiro que, alegremente, acabara de matar.



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