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Concursados ignorados; Daniela Reinehr sufocada; Ricardo e Schmidt 2020; Moro violado; Moisés e pilotos Praças

Por: Marcos Schettini
06/06/2019 15:34
Eduardo Guedes de Oliveira/Agência AL

Contradição e desrespeito

Carlos Moisés tem o seu melhor momento para demonstrar o respeito que seus eleitores deram em outubro passado quando, afirmando-se o nome da ruptura, dar o um novo sentido ao Estado em todas as direções. Seja na lisura dos atos públicos, economia e transparência, seja na simplicidade no trato com as instituições e pessoas, dando ouvidos à sociedade. O deputado Ivan Naatz cobrou, na Tribuna, os gastos desnecessários que SC tem desperdiçado para financiar cursos de formação para pilotos que, sem nenhuma explicação, é dada apenas aos oficiais porque não aceitam que os praças possam exercer a profissão. O Estado tem 17 excelentes pilotos, provados em uso nos mais variados momentos que já estão engajados nas corporações militares, e civis, mas o oficialato não abre para que eles possam pilotar porque a soberba de serem comandados por eles dentro da aeronave, seria uma humilhação. Humilhação? Humilhação é o povo catarinense pagar para manter o orgulho das patentes superiores. O parlamentar questiona este desperdício tolo e irresponsável e chama o alto comando da PM e dos Bombeiros a convencer o cidadão desta vergonha. Cabe aos deputados, todos eles, inclusive Coronel Mocellin, esta aberração. Se tem disponível neste exato momento, vários quadros comprovados em eficiência no comando de helicópteros, vão gastar dinheiro público por quê? Com a palavra Carlos Moisés.


Indignados

Os concursados para serem bombeiros estão sem entender o motivo da indiferença do governador ao não chamar todos eles para fazer academia de preparação para as funções. Chamou engenheiros e delegados, mas ignora-os.

Real
Carlos Moisés ignora seus concursados à formação de bombeiro e manda um recado para todos eles procurarem outra função. Não ouve seus clamores, não atende em reunião, faz que não escuta. Moisés queimou a farda.

Mala
A ficha de Daniela Reinehr está caindo como a dos concursados a bombeiro. O titular ignora a vice em tudo. Antes, tirando foto para mostrar unidade, Carlos Moisés não ofereceu nem café a chapecoense. Como todos, entendeu seu papel.

Beleza
Nenhum deputado federal ou estadual tem gritado pelo nome da vice. Sabedora de muita coisa durante a campanha, Reinehr voltou à condição que vivia antes do pleito estranho que levou-os à vitória. A moradora de Chapecó vai abrir o verbo.

Grita
Daniela Reinehr é tão comum quanto sua desconhecida existência aos movimentos depois de 2013. A vice é apenas uma em meio a ninguém. Mas tem o trunfo de saber o laranjal que, até agora, ninguém colheu em SC. Cris Esmeraldino sabe das coisas.

Laranjal
Se Carlos Moisés pisa no pescoço da vice para sufocar seu verbo, ela tem na família a extensão de seus conhecimentos pré-eleitorais. O alvo é o irmão de Lucas Esmeraldino, visto como o cérebro. Daniela é o início do novelo de um balaio cheio.

Efeito
Dias atrás a vice, em Curitiba, teria brincado demais com as taças e falado mais que Pedro Malazarte. Entre uma e outra palavra, um mapa interessante do varal eleitoral do ano passado. Agora desprezada pelas bancadas, mora só no que sabe.

Eles
Os dois tenentes-coronéis, Chapecó e Blumenau, estão no páreo eleitoral do ano que vem. Tanto Ricardo Alves quanto Jefferson Schmidt são lembrados na disputa municipal e têm agido nesta direção, embora neguem qualquer vinculação.

Ações
Jefferson Schmidt atua diretamente nas questões sociais e cresce no meio de modo forte. Ricardo Alves na questão da segurança. Presencial, agora joga no setor rural onde tem pouca raiz. Os dois ten.-cel. jogam no processo. E caíram bem na aceitação.

Plantando
Sergio Moro desce amanhã em Chapecó com um grande esquema se segurança. Está em plena campanha eleitoral para 2022. Sabe que, sem retorno depois de sua saída do Judiciário, tem duas estradas. O STF ou a Cadeira do Palácio do Planalto.

Destinos
Ao aparecer em SC duas vezes em 30 dias, o ministro da Justiça carimba-se como opção e utiliza-se da sua força disponível para plantar. Caso dê errado sua ida ao STF, até por não ser evangélico, teria apelo para o Palácio do Planalto.

Socorro
O ministro Moro teve seu celular invadido por hacker e, sendo Chefe da Inteligência da PF, revelou que todos devem estar na mesma condição. Recomenda-se a todos, inclusive deputados, federais e estaduais, trocarem números a cada seis meses.

Achou
Provavelmente a inteligência da PF vai achar o invasor do celular do ministro da Justiça bem mais rápido que o Queiroz. Não é possível que Sérgio Moro coloque em xeque a eficiência deste poderoso órgão de investigação e perder para eles mesmos.



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