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Lucidez de Esperidião; Bíblia e a bala; ACI e tecnologia; Fórum Parlamentar em Chapecó; Super Fábio Veiga

Por: Marcos Schettini
20/06/2019 13:12 - Atualizado em 20/06/2019 13:14
Felipe Carneiro/DC

Fábio Veiga e o Sol por testemunha

O efeito corrosivo que Gean Loureiro viveu nesta semana, preso às dúvidas e solto por elas, mostra bem o novo momento do Brasil. Espirrar é um perigo. Se não mata, aleija. Bem cotado e armando um cenário promissor para 2020, o prefeito de Florianópolis viu as trevas e imediatamente a luz quando, por poucas horas, foi solto de uma operação que, para o eleitor, fica a primeira imagem. Aquela desgraça da oposição fazendo incêndio no terreno dos inocentes, é ideal. A publicidade negativa será o maior desafio de Fábio Veiga, aquele que levou Gelson Merisio ao 1º lugar e ao 2º turno com todos afirmando, no máximo, uma 3ª posição. Agora é o cenário para tirar o marido de Cintia Serra desta arapuca sentimental do eleitor desinformado. Se disseram que o marqueteiro é excelente, carimbar esta certeza é agora. A ofensiva, multiplicadora, em favor do titular da Capital, deverá ser além do imaginário. Sabe ele que para encantar, Frankenstein tem pouco tempo para se tornar Alain Delon.


Bacana
O melhor dos ataques que Esperidião Amin tem recebido nas redes sociais por ter votado em conformidade com a Constituição, é ler os textos elaborados por seus indigestos. São escritos por quem abandonou o lápis ainda no primário.

Mais
A maioria são evangélicos que escutam seus pastores e que, no final do dia, dando-lhes o pedaço do ganho diário, veem a Bíblia mais fraca que a força da bala. A violência pregada impressiona. São os maiores defensores.

Credo
O artista Carlos Moisés assobiando ao violão Palco, de Gilberto Gil, silenciou os bolsominions que odeiam aquele comunista baiano, amigo dos outros dois comunistas Caetano Veloso e Chico Buarque que odeiam Bolsonaro. Imagina só. Um governador do PSL.

Show
Carlos Moisés é um ser humano fora do eixo político e, por ser um bon-vivant, faz tudo o que gosta. Toma vinho, produz cerveja, toca violão, gosta de arte e é sensível à cultura. É governador por circunstância e, por ser tudo isso, foge do Poder.

Legal
Já tem quem afirme que o tocador de violão, que gosta de Gil, Caetano, Chico, teatro e cultura, estaria olhando sua continuidade em 2022. Nada de errado. Poder também é conhecimento. Se está apanhando no Legislativo, olhe o nível.

Alesc
Tem deputado que acusa outro de racismo, que coloca faixa policial em volta da máquina de café, que defende escola sem partido, que tira self mentindo que está trabalhando em feriado. São estes com quem Carlos Moisés está perdendo.

Nada
Júlio Garcia é um quadro alto e, como Gean Loureiro, igualmente afrontado, não sabe por que foi levado para o espetáculo em que SC, agora, virou a coqueluche do momento. O show, quase que semanal, são sempre a vitamina da oposição.

Ele
João Batista, vice de Loureiro, aguarda silenciosamente o desfecho de tudo para não afrontar neste terreno incerto. Sabe que o que era para ser dias de detenção do titular, tornou-se horas. Melhor não acelerar porque, do nada, aparece uma curva perigosa.

Típico
No Brasil é assim mesmo. Corta-se a jugular e chama a ambulância. Mais ou menos no morde e assopra. O espetáculo que levou o prefeito e imediatamente soltou, é a cara do país tresloucado em que se vive. Esta nação perdeu a ciência.

Encontrão
Rogério Peninha Mendonça vai levar o Fórum Parlamentar Catarinense para Chapecó no próximo dia 05 de julho. O deputado federal, presidente do coletivo, coloca todos para escutarem o grito dos esquecidos no Oeste. A oportunidade é única.

Chororô
As entidades elaboram um leque de pedidos a serem feitos aos deputados e senadores para fazer acontecer. Delas, o pedido da duplicação da BR-282, Reformas da Previdência e Tributária. Os setores Industrial e Comercial vão gritar alto.

Exemplo
Júlio Garcia chamou todas as entidades ligadas ao setor produtivo de SC para um entendimento na Assembleia. O presidente da Casa trabalha em comunhão para encontrar a melhor rota de desenvolvimento. O evento ocorrido foi inédito.

Formidável
Associação Catarinense de Imprensa abre o debate na próxima terça feira sobre jornalismo digital. Vai trazer quem conhece do meio para dar luz às iniciativas dos profissionais. Ademir Arnon, presidente da entidade, com mangas arregaçadas no trabalho.

Visionário

O presidente da ACI inova e mergulha forte em temas que são suportes importantes para os jornalistas. Ademir Arnon, ao lado de seus iguais, apresenta a porta de entrada para as oportunidades dos novos tempos. Inovação vai selecionar quem fica ou sai do mercado.



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