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Moisés é anormal; PSL quer tudo pelo Poder; Proposta indecente; Reeleição na Fecam; Movimentações de domínio 2020

Por: Marcos Schettini
29/07/2019 00:13 - Atualizado em 29/07/2019 00:16

Intensos movimentos 2020

Carlos Chiodini e Carmen Zanotto acompanharam o ministro Osmar Terra na ida a Jaraguá do Sul e Itajaí para produção do chamado efeito político do ano que vem. Ele, deputado federal do MDB, está em casa nos dois municípios onde conta com Antídio Lunelli e Volnei Morastoni, respectivamente. A deputada federal, trabalhando no discreto como é de sua vida pública, constrói sua relação ampliando o que é de sua dedicação plena à Saúde e mobilidade urbana. Ela, provavelmente longe da disputa municipal de Lages no ano que vem, e ele a aposta ulyssista com o visível cansaço de Dário Berger no partido, jogam na ocupação dos espaços independente do cenário de 2018. Fazem a mesma base que os demais têm feito. Douglas Borba assistindo ao jogo da Chapecoense contra o Bahia ao lado de Gigante Buligon, mostra a intenção de formar um projeto local com Marcio Sander no jogo. São todas diferentes, mas de finais iguais. Todos buscam o melhor resultado que as urnas vão exigir. É a política tomando sua forma e intenções com Esperidião Amin e comitiva a partir de hoje. Quem mexer mais forte, sairá igual. Política é isso.


Leve
A unanimidade já entendeu o papel do governador de SC nestes primeiros meses de gestão observando-o como um quadro passivo, bon-vivant que, sem alardes, gosta mesmo é de tranquilidade. Carlos Moisés, embora com tudo, não está nem aí.

Esquece
Comparecendo a eventos onde tem autoridades do Governo Federal e levando um recurso ali, outro lá, não tem que dar satisfação a ninguém. Até porque disputou o governo só para cumprir tabela e, sem saber, chegou onde não percebia-se.

Real
Como até agora não passou por nenhuma pressão, livre das greves dos professores, segurança pública ou dores de cabeça comuns, tem tido muita tranquilidade. Mas a sorte ri e, depois, trai. Na curva mais acidente, vai sentir o peso do volante.

Também
A Alesc tem dado a Moisés tudo o que ele ganhou da própria mãe. Nunca se via governo assim. Ele não tem nenhum deputado nas secretarias e, distante, recebe os buquês quando pede amor. Esta troca, como em todo casal, termina.

Fato
Com um governo cheio de militares, transformou a gestão em uma caserna. Como ali manda quem pode, obedece quem precisa, está tudo em casa. Mas o tabuleiro que é mexido fora das paredes administrativa, continua.


Em abril do ano que vem, quando o PSL começar a fazer as tratativas, se não chamar para a conversa seus desafetos verbais de 2018, vai ficar isolado. Tem muita coisa a acontecer até as eleições do ano que vem. E o pó-de-arroz vai se apagando.

Ali
Se aliando com o MDB de Paulo Eli, o competente secretário da Fazenda que, não somente simpático e atencioso, sabe como levar as contas do Estado, terá que passar a mão no peito de futuros aliados. Cifra é sempre uma donzela despida.

Encanto
O momento melhor do governo, até agora, é nenhum. Faz um gesto isolado ali, outro lá, mas, no passar da régua, os gestos estão em negativa. Quem chega com um papel de banco timbrado para entregar a uma mão vazia, tudo muda.

Cinema
Robert Redford e Demi Moore tem aos montes nestes tempos de seca. E não precisa ser indecente como 1 milhão de dólares para dormir eleitoralmente juntos. O necessário, para tirar a insônia, já é suficiente. E os prefeitos estão assim.

Efeito
Com o Afundam de Raimundo Colombo, naquele flagelo dos prefeitos, ainda há fila para pegar um pouco de água para matar a sede. Um copo alivia muito. E Carlos Moisés aprendeu isso na caserna. Se der todo agora, pedem novamente.

Mais
Não há como dar tudo para os prefeitos. Eles se parecem muito com aquela frase muito conhecida quando o assédio é pedindo uma dose. Aí, depois de abrir uma, vem outra, depois outra e depois outra. Não tem cliente que aguente.

Assédio
Para entender, é só olhar o rosto e ver o sofrimento. O governo sabe como sentar no balcão e esperar que venham devagarinho pedindo. Ele, o Executivo, fica ali, como quem não quer nada escutando a insistência da dose. Quando a mão entra no bolso, o sorriso aparece.

Balcão
O administrador da Casa fica escondido olhando os ganhos pelo relatório final do dia de trabalho. Seus auxiliares ficam ali servindo um, depois outro e assim vai fazendo as coisas acontecerem. Quando vê, depois de conceder, a felicidade aflora.



Atrativo
Para ter algo que de fato chame a atenção, a Casa, d’Agronômica, assobia e coloca bebida boa. Eles, aos poucos, um a um, vão chegando e entendendo as novas. Aquelas regras que o porteiro Douglas Borba tem para oferecer.

Mesa
Para ganhar o apoio do MDB para manter a Casa aberta, como tudo tem um preço, fecha um pouco ali, abre outro lá, no final tudo se acerta. O quer não pode é comer, tomar e sair sem pagar. Neste caso, o experiente Douglas Borba fecha a porta.

Igual
Na vida política, bem mais que na fantasia, as coisas acontecem mesmo. Oferece ali, concede lá. A proposta nunca, como se sabe, é indecente. Com o entendimento de todos os presentes, valida-se. Qualquer semelhança, é mera coincidência.

Apelo

Prefeitos de várias cidades de SC começam a defender a reeleição de Joares Ponticelli à frente da Fecam. Tem sido em sua gestão que a entidade tem ganho maior visibilidade de demonstração em defesa de seus membros. O Estatuto já está em discussão.

Correria

Leitura do desempenho de Douglas Borba ao correr o estado, é de que está em campanha declarada à majoritária em 2022. Ele esteve em Chapecó com Gigante Buligon e em SLOeste com Rafael Caleffi na multinacional Kellogg's. Assim, em contato direto, secretário da Casa Civil projeta-se.



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