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2018; 2020; 2022 O que pensam Amin, Jorginho e Moisés?

Por: Weliton G. Lins
05/08/2019 11:28

2018

Estamos em 2019, e ainda não completamos 1 ano desde que fomos às urnas pela última vez. O ano de 2018, em que votamos em um candidato ao governo, um candidato a Alesc, um candidato a Câmara Federal, dois candidatos ao Senado e um candidato a Presidência da República, e vimos nossos candidatos se elegerem, ou não, até porque o voto é secreto, foi bem marcante e trouxe fatos novos para a política catarinense. Situações que ligaram um gatilho, já no ano de 2022, onde nem sabemos se estaremos vivos, mas muitos já planejam o que poderá acontecer.

2020

Ano que vem tem eleição, sabe-se que será um teste de fogo para muitos partidos, já que a aposta na renovação continua sendo grande, alta e pra muitos, preocupante. Partidos tradicionais, como MDB, PSD, PP, PSDB, PL, PT, temem perder as prefeituras que comandam, sabem que PSL, PODEMOS, NOVO, são siglas que podem crescer no número de prefeituras. Acontece que, para os projetos que estão ligados a 2022, obter o melhor resultado em 2020 é fundamental. A política também é saber planejar.

2022

Em Santa Catarina, por incrível que pareça, mas nem um pouco surpreendente, já temos 3 candidatos ao governo, que pretendem passar pelo crivo do eleitor em 2022. Que desejam ser candidatos, temos muito mais, mas que serão candidatos, e não temem perder a oportunidade para ninguém, são 3. Somente uma doença, uma prisão, uma morte, poderão tirar de Esperidião Amin (PP), Jorginho Mello (PL) e Carlos Moisés da Silva (PSL), a condição de candidatos a governador.

Planejamento

O planejamento dos 3 já está em andamento. Privilegiados pela posição que ocupam, correm na frente. Os senadores Esperidião e Jorginho, eleitos pra 8 anos de mandato no Senado, podem disputar 2022 porque se perderem, voltam pro mesmo cargo para o qual foram eleitos em 2018. O governador Carlos Moisés da Silva, outrora contrário à reeleição, tem a máquina na mão para tentar a recondução ao cargo de governador.

Planejamento Mello

Jorginho Mello, senador e presidente do PL, sonha em conquistar o maior número de prefeituras no ano que vem. Para isso, tem trabalhado forte, visitando todas as regiões do Estado, sondando candidatos, trazendo uns e apresentando outros. Sonha em ter o MDB com ele, e não em estar com o MDB, existe uma diferença. Até porque sua primeira suplente, é a esposa do maior nome do MDB catarinense, o ex-tudo, Luiz Henrique da Silveira, Dona Ivete Appel da Silveira. Jorginho já prepara a licença que vai pedir e que vai possibilitar Dona Ivete assumir uma cadeira temporária no Senado. Se em 2022, Jorginho for candidato ao governo, e ganhar a eleição, Dona Ivete e o próprio MDB ganham de presente 4 anos no Senado Federal.

Planejamento Amin

Esperidião Amin, senador e maior liderança do PP, joga diferente. Governar Santa Catarina, não é obsessão para ele, já que nesse lugar ele já esteve. Sua preocupação é a continuidade da história da família na política, a esposa Angela é deputada federal, o filho João, se prepara para voos mais altos. O senador tem trabalhado pra não perder as lideranças que tem, e como receber as lideranças que querem vir. Não quer perder Pedrão, Lucas Neves, os dois melhores exemplos, e pensa como receber Gelson Merisio, que poderá ser uma grande sombra dentro do partido.

Planejamento Silva

O governador Carlos Moisés da Silva está em situação diferente. Não tem a garantia da continuidade do mandato. Sabe, que o que tem, é um tiro só. Tem tentado articular as candidaturas do seu partido, PSL, nas principais cidades do estado. Faz indicações de candidatos, mas não decide sozinho. Junto com ele, Lucas Esmeraldino, o Criador, e Fábio Schiochet, agora presidente, decidem. A verdade é que Moisés gostou da cadeira de governador, se apegou ao poder e quer ficar com ele.

ISCA

  • Confirmadíssima a filiação do ex-prefeito de Blumenau no PSD, o ex-tucano Napoleão Bernardes, convites já estão sendo distribuídos e grandes lideranças são esperadas.
  • O ex-vereador de Gaspar, Marcelo Brick, candidato a prefeito em 2016 e a deputado federal em 2018, está oferecendo seu passe para quem se interessar. Quer estar na majoritária ano que vem, disputando a Prefeitura de Gaspar. Aceita ser vice.
  • Há quem diga que o prefeito de Xanxerê, Avelino Menegolla, já afirmou que não será candidato a reeleição. Os secretários de esportes do município e ex-prefeito Ademir Gasparini, acompanha a situação e tenta se viabilizar. O vice, Ivan Marques, está de olho também.
  • Perguntado sobre a intenção de Paulo Bauer disputar a Prefeitura de Joinville, o presidente da JPSDB catarinense, Rafael Bianchi, disse o seguinte a esse colunista. “Paulo é o único nome hoje que converge classe política e empresarial de Joinville. Além de ser o mais preparado, disparado a frente dos cotados. Paulo é a nossa maior liderança. É o nosso candidato. Só não será se ele não quiser.
  • O vereador mais votado da história de Lages, Lucas Neves, PP, está com um pé e meio no Podemos. É a aposta do partido, agora capitaneado por Paulinho Bornhausem, para disputar a prefeitura da maior cidade da serra catarinense.


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