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Liderança do governo na Alesc será trocada mais uma vez; Emedebista e tucano são opções; As dificuldades de Carlos Moisés

Por: Weliton G. Lins
14/08/2019 00:40

Troca

O governador Carlos Moisés da Silva está encontrando dificuldades no relacionamento com o parlamento catarinense. Depois de pensar que os 71% de votos que obteve, no processo eleitoral que o elegeu governador, faria com que ele tivesse vida fácil na Assembleia Legislativa, parece que o governador se enganou. Apesar de eleger uma das maiores bancadas, o chefe do executivo estadual não conseguiu eleger o presidente da Assembleia. Não foi pelas mãos dele que Júlio Garcia se tornou presidente.

Troca II

Nas discussões recentes, e votações realizadas no parlamento, o governador, assim como o presidente Jair Bolsonaro, mostrou que não tem base de apoio, o que é preocupante. O PSD, partido derrotado em 2018, do qual Gelson Merisio foi o arquiteto do projeto, mas nem no partido está mais, é quem dita o jogo. A começar pelo presidente Júlio Garcia, e a seguir pelos deputados, o agora presidente da sigla, o riosulense Milton Hobus, a ex-chefe de gabinete de Merisio, a deputada Marlene Fengler, e os evangélicos Kennedy Nunes e Ismael dos Santos.

Troca III

Diante da situação, Carlos Moisés prepara o terceiro nome que vai usar esse ano para representar o governo na Alesc. Depois de Onir Mocellin (PSL), Maurício Eskudlark (PL), o governador pensa que é hora de mexer na liderança do governo. Dois deputados são apontados como a aposta do governador, são eles Valdir Cobalchini (MDB) e Vicente Caropreso (PSDB).

Cobalchini

O pai de João Cobalchini, tem cacife para o desafio. Foi o deputado mais votado do partido na eleição passada. Cogitado até para disputar o governo, nos tempos em que Luiz Henrique ainda estava vivo, tentou articular a presidência da Alesc esse ano, mas nem o apoio do partido teve, foi preterido por Mauro De Nadal. Mesmo assim, parece ter reencontrado seu espaço no MDB, com a chegada do amigo, o deputado federal Celso Maldaner à presidência. Deputado experiente, já foi presidente de comissões importantes da Casa. Sabe como conversar e de que jeito conversar.

Caropreso

Com perfil diferente do emedebista Cobalchini, o deputado estadual Vicente Caropreso (PSDB), ainda no ninho tucano, é um dos candidatos a ingressar no PSL, mesmo partido do governador. O jaraguaense, que já não fala a mesma língua do tucanato catarinense, pensa em subir na prancha Bolsonaro e surfar a onda se ela persistir. É nome importante. Tem o respeito dos colegas e pode dar conta do recado.

ISCA

  • O xanxerense Renato Muniz (PL) está sendo sondado por vários partidos para disputar as eleições do ano que vem. Fiel ao compadre Jorginho Mello, Renato é opção na majoritária.
  • Circula a informação pelos corredores da Prefeitura de Joinville, que o prefeito Udo Döhler estaria interessado em apostar na candidatura do secretário da Sepud, Danilo Conti, à prefeitura da Capital da Dança. Estranho.
  • O deputado federal Rodrigo Coelho poderá ser o deputado que o Podemos, recém assumido por Paulinho Bornhausen, não tem em Santa Catarina. Com alguns dos seus assessores já ligados ao partido de Álvaro Dias, espera a janela partidária para fazer a troca. Uma expulsão do PSB também é opção.


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