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Vice-governadora enfrenta titular; Judas de saia na Agronômica; Moisés tem fôlego; Peninha firme; Gigante Buligon desenhando; Mário Hildebrandt joga forte

Por: Marcos Schettini
16/08/2019 00:25 - Atualizado em 16/08/2019 00:29

Prost

Ao aceitar o convite de Mário Hildebrandt para fazer a sangria na Oktoberfest em Blumenau, Jair Bolsonaro vai beber na caneca do prefeito em construção de sua reeleição em pleno terreno do deputado mais votado do seu partido em Santa Catarina. Com este lance, o prefeito joga água no chopp de Ricardo Alba dentro da Vila Germânica. O anfitrião não somente mostra força, mas ganhou eco entre os deputados federais e senadores presentes no Café da Manhã. O presidente da República, quando atende o pedido ao lado das duas princesas e a rainha, dá um boom significativo nos interesses de 2020 do ex-vice de Napoleão Bernardes. A partir do brinde, o lançamento da maior festa do gênero das Américas fora da Alemanha, a capital da Mesorregião do Vale do Itajaí vai viver grandes eventos até a virada do ano. Suficiente para colocar um sorriso sincero no rosto do marido de Sueli e olhar confiante para os resultados positivos de outubro do ano que vem.


Babel
Tardia mas igualmente de enfrentamento, Daniela Reinehr abriu o verbo contra seu superior da Casa d’Agronômica ao defender empresários e agricultores neste teatro confuso do PSL em relação ao ICMS. Moisés quebrou o cajado.

Desafino
Se de um lado Carlos Moisés é ré maior e sua vice ré menor, o estado de fato está indo ao contrário do que a dupla, sem fazer campanha e fugindo do debate, manifestou no programa eleitoral. O estelionato começa a aparecer.

Ratoeira
Daniela Reinehr caiu na armadilha. Abrindo a boca contra seu Chefe gera, entre ambos, o sentimento de Judas. O dono do Cajado já não olhava sua natural linha de sucessão com bons olhos. Agora tem certeza de que, se dormir, tem veneno em sua taça de vinho.


Tudo o que a oposição precisava era a vice em confronto com o titular. Se suas manifestações tivessem a imagem de ambos dizendo do erro no tropeço, entendia-se uma só linguagem. Como ele fala do Leste e ela do Oeste, desafinaram geral.

Conversão
Carlos Moisés vai ficando só quando faz arminha e depois nega o gesto, fala que não aumenta imposto e chuta forte, é contra preconceitos quando o PSL é mestre, diz que não é da linha de Bolsonaro. O PT já abrindo suas portas.

Reação
Carlos Moisés é de estilo próprio, fala tranquila e diálogo. Está mandando um recado para a sociedade de que é um quadro do entusiasmo, tolerante com minorias, em defesa do meio ambiente e contras as armas. Ou seja, quase fora do PSL.

Articulação
Os radicais do PSL que já olham Moisés com desconfiança, entendem que ele vai, aos poucos, indo para a esquerda. O pedido de impeachment que Jeferson Rocha e sua célula estão elaborando, já é de olho em Daniela Reinehr.

Doce
Os radicais do PSL querem Moisés à moda Jair Bolsonaro, um rinoceronte de balaclava no berçário. O governador vai se revelando um franciscano de gentilezas, aquele que manda flores e cria golfinhos na piscina. É a antítese. Não dura.

Duplo
Como tem adversário na própria casamata, Carlos Moisés vai se aproximando da esquina para olhar os rumos. Militar treinado, sabe quando colocar a mão no coldre e ficar 6’ submerso. Em terra e na água, é anfíbio suficiente para sobreviver.



Nada
Os deputados federais do PSL não deram qualquer satisfação a Moisés do café da manhã com Jair Bolsonaro ontem. Bala trocada não dói, agem da mesma maneira que ele quando vai só em seus encontros, esquecendo da bancada.

Eureca
Rogério Peninha Mendonça, o mais perto de Jair Bolsonaro, foi porta-voz pleno do encontro da bancada de SC com os pedidos feitos e atendidos pelo presidente na força de cada um. Descobriram que não precisam de Carlos Moisés.

Real
Gigante Buligon apresentou um vídeo ontem aos empresários presentes na entrega do Troféu Desbravador que mostrou a Capital do Oeste em 2º na geração de emprego em SC, 25º em desenvolvimento no país e entre as 30 do Brasil para se vier.

Ponta

Com exportações para 60 países, Chapecó recebeu o PIB em meio ao entusiasmo e fé no futuro. Tirando a oposição que rasteja no ódio e intolerância, distorcendo verdades e mofando grandezas, 102 anos é idade para ignorar tolos.





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