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Estaduais são respiro do governo; Afrouxar para o PIB; A vice veste Temer; Cargos Moisés; Vestibular de Antídio Lunelli

Por: Marcos Schettini
20/08/2019 01:49 - Atualizado em 20/08/2019 09:36

Naquela mesa está faltando ele

Não precisando estar onde se encontra, Antídio Lunelli está gostando da lembrança de seu nome para ser, em 2022, um quadro à disposição da majoritária estadual. Se vai ou não ao governo, nas células ulyssistas seu nome já aparece como um perfil inatacável nestes tempos de lisura e transparência de atitudes. A declaração de seus bens, bem longe de ser um argumento para estimular suas intenções, é a carta de euforia para apresentar à sociedade e mostrar que não precisa estar enfrentando um debate desnecessário. Tranquilo e de bem com a vida, pode aproveitar seu tempo existencial e conhecer culturas, lugares, adquirir a sabedoria dos homens para onde for. Neste sentido, sem forçar nada ou aguardar esta possibilidade, tem feito. Jaraguá do Sul já é outro condado que cresce sob sua guarda. Faz o que o cargo exige e, por isso, ontem foi a Florianópolis cavar recursos. Voltou satisfeito. Se estas iniciativas lhe carimbar o repeteco no ano que vem, vai buscar Santa Catarina. Carlos Chiodini, olhando o futuro, também vê a mesma brecha. Tem juventude e grandeza. Se o amigo Lunelli desejar, se abraçam. Eduardo Pinho Moreira olha esta rota, sua melhor opção para sonhar o Senado.


Intermediária

O morador d'Agronômica deverá apresentar ao PIB do agronegócio uma proposta de 4,8% de ICMS sobre o polêmico produto que estremece a varanda onde toca violão. Moisés, nem tanto ao mar, nem tanto à terra, vai propor um percentual de compra e venda interestadual. A Alesc vai observar entrando depois.

Zero

Se é para ter um percentual igual ao RS e PR, não tem porque a Alesc aprovar o decreto. Pode tranquilamente, ao contrário, dar uma derrota avassaladora ao ex-bombeiro votando pela cotação inicial. Isso quer dizer que Moisés pode pegar seu cajado e bater na rocha tirando água doce e pacificado todos. Desta vez, não consegue dividir o mar de desgostosos.

Inocente
Ao fazer propaganda para refrigerante em averiguação da ponte Hercílio Luz, mostra bem que Carlos Moisés é a inocência de uma criança. Sem saber que é induzido a levar sua gestão no oba-oba, como que bebendo um veneno matando à conta gotas.

Indiferentes
Os deputados estão aguardando os passos do governador para saber o que fazer depois de sua reunião com o setor do agronegócio que estaria agendada. Não querem deliberar antes de conhecer o que passa na cabeça do patrão catarinense.

Destino
Será o resultado das discussões que o governador vai ter com o setor produtivo de alimentos que vai dar um panorama do pulso do marido de Késia da Silva. Ele, andando às cegas pelos colaboradores que lhe empurram para o inferno, vive o 3º turno.

Desastre
O PIB de SC olha Moisés como Brumadinho local. Não tem qualquer leitura de absolutamente nada e, como é um perigo iminente, o ensaio do aumento de impostos é apenas a antessala do que será seu governo nos 40 meses restantes.

Emília
A deputada Ana Campagnolo, aquela que auto mutilou a língua, é um exemplo clássico de que entrar em um recinto, principalmente na Alesc onde ela é o corpo estranho, mostra efeito semelhante para que o governador siga no mesmo traçado.

Pois
Depois de quebrar o gargalo verbal, Daniela Reinehr mostra-se afinada para ser, no momento certo, o Michel Temer catarinense. Quadros ligados à sua personalidade, já colocam na prancheta ideais de conspiração que a vice, olhando o futuro, se convence.

Troca
Diante de ver seu governo sob ataque, com aliados mudos assistindo o legado, aquele conquistado em outubro passado, sendo dilacerado à vista, Moisés já olha uma mudança de comando nas pastas. Seria o agrado para pisar mais forte.

Led
Deputados, principalmente ulyssistas, olham uma fatia encantadora do governo. Se afastando, muito, do PSL, que admite não ser seu chão e para produzir 2020 de olho em 2022, já troca o nome para Cargos Moisés. E tem um balaio para iluminar a Alesc.

Donzela
Gestão pura sem a presença de deputados com todos exercendo o mandato em plenário, olham para o Saco Grande de Moisés, cheio de prazeres comissionados que, precocemente, aposentou a mangueira de bombeiro. Freud explica, desperta o sensível desejo dos parlamentares.

Comissionado
Cargos Moisés é um pseudônimo interessante dado ao interesse dos deputados que olham a fritura pública do governador. Se precisa sair deste banho de agrotóxico corrosivo à gestão, só precisa assobiar ‘Amigo’, de Roberto Carlos. A letra, para ambos, diz tudo.

Alívio
Júlio Garcia não tem nenhum cacoete de Eduardo Cunha. Isso é o Vick Vaporub no peito chiador da gestão Carlos Moisés. Embora Daniela Reinehr seja seu pior e indesejável agrotóxico olhando sua Cadeira, o titular está bem protegido pelo presidente da Alesc mesmo que saiba que o remédio acaba.

Subliminar

Pelo rastro, é possível identificar a cobra. Os caçadores conhecem o bicho que caçam. Neste caso, o governador não conhece as tocas do Centro Administrativo. Como não faz arminha, não é matador. As víboras movem-se à espreita. Cavalo de Tróia mais rápido e moderno.



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