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Li, Vi e Ouvi | Diplomacia, controle de poder e frustração portuguesa

Por: João Lamarque de Almeida
02/09/2019 09:40 - Atualizado em 07/07/2020 11:44

Formação dos quadros diplomáticos

Ao longo dos séculos XIX, XX e XXI, o apreço pelo conhecimento histórico, político e econômico fez parte da formação do corpo diplomático brasileiro. Nossa profissionalizada diplomacia pode ser considerada uma das referências políticas do país. Desde 1823, com a denominada Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros e posteriormente, com a criação do Ministério das Relações Exteriores, em 1981, diplomatas e chanceleres são responsáveis pela formulação da política externa do Brasil. O Itamaraty compõe a mais antiga e tradicional burocracia do Estado brasileiro. Se hoje temos uma discussão nacional acerca da escola do representante do Brasil para uma embaixada fundamental como é a dos Estados Unidos, ironicamente, esta se deve, para além das diretrizes governamentais, a toda uma história marcada justamente pela clássica e exitosa formação dos quadros diplomáticos brasileiros.

Controle do poder

O poder necessita de controle, não apenas pelas instâncias próprias de controle do poder, mas pela imprensa. Por ela, a sociedade tem condições de limitar o exército do poder. Como um todo, o jornalismo é fundamental, mas especialmente o investigativo, que é a voz da sociedade no controle do poder.

Frustração em Portugal

A avalanche de brasileiros tentando a sorte na mãe-pátria, inclui alguns bem-sucedidos e muitos que, após um período de decepções, têm de fazer as malas para voltar. Há um ano, gente do sul do brasil que se instalou por lá, ouve que foi o que mais se viu forçado a voltar.

Pensamento

“Em matéria de amor, o silêncio vale mais do que a fala”.

- Blaise Pascal


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