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Curitibanos tem PL contra MDB; Clésio Salvaro joga só; Moisés encontra Hildebrandt; Dário Berger esfriou; Oposição a Udo vai ao MPF; Décio Lima formatado

Por: Marcos Schettini
23/09/2019 10:14

A missão de Décio Lima

O ex-deputado federal que trocou uma reeleição tranquila para se aventurar na majoritária de 2018, venceu as discussões internas do PT para mais um mandato à frente do partido. Delas, o mesmo eco com os demais presidentes da sigla nacional pelo que ele chama de resgate da democracia e do Estado de Direito. Hoje Lula da Silva poderia pedir a progressão da pena para o semiaberto, mas não vai aceitar porque, assinando esta possibilidade, assumiria os crimes que o levou para a prisão em Curitiba. O marido de Ana Paula Lima vai mobilizar os quadros em SC para um chamamento em construção no país que, em novembro, deverá ser votado no STF a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro e a prisão em 2ª instância. Ele avalia que, passado praticamente 1 ano do mandato do presidente Jair Bolsonaro, a sociedade e as esquerdas estarão prontas para a demonstração de força política. É o Brasil caminhando para mais um episódio de extremismo que vai marcar as duas frentes em confronto. A eleição no Brasil, como se vê, não termina nunca.


Rompimento
Nilso Berlanda está orientando seu chefe de gabinete a disputar as eleições em Curitibanos. Os entendimentos entre o prefeito Dudão e o deputado estadual do PL não comungam há meses. Márcio Poletto já está se moldando à missão.

Indiferença
A gota d’água do rompimento entre o deputado estadual e o prefeito de Curitibanos foi recente, na inauguração do Centro de Educação Infantil Olympio Pellizzaro. O deputado enviou Márcio Poletto para representá-lo e Dudão ignorou.

Argumento
Nilso Berlanda disse que Poletto saiu do governo para assessorá-lo na Alesc com objetivo de disputar a prefeitura. Lembra que, com um senador e três deputados estaduais, não há como o PL ficar fora das urnas. Dudão Guidi que se mexa.

Arrumado
Clésio Salvaro mantém o pique de trabalho em Criciúma diante de um cenário favorável para um repeteco nas urnas no ano que vem. Se Daniel Freitas não se jogar no pleito, com o MDB asfixiado e o PT olhar só as proporcionais, chega só.

Calado
O prefeito de Criciúma não quer saber de mergulhar em discussões que possam dificultar seus entendimentos rumo às eleições do ano que vem. Quem tem colocado nome para o processo, começa a se distanciar porque vê Salvaro como franco favorito.

Precoce
Daniel Freitas não quer saber de disputar o processo eleitoral do ano que vem porque se encantou com Brasília. Lá, o parlamentar joga para um futuro mais distante sua presença em uma eleição em Criciúma. Até porque, se Jair Bolsonaro sair do PSL, o discurso empobrece.

Deselegante
Anfitrião da chegada do governador hoje em Blumenau, Carlos Moisés vai olhar para Mário Hildebrandt com a cabeça levemente para baixo. O prefeito somente ficou sabendo de sua agenda pelo jornal e mobilizou sua equipe para a melhor recepção.

Esfriado
Dário Berger tem ignorado todos os eventos do MDB desde a fatídica eleição interna do partido que jogou ele e Celso Maldaner em um enfrentamento. Além de distância, o senador não conversa sobre a sigla. Se depender dele, já está fora.

Entendeu
Como é senador em final de quadriênio, perdeu a oportunidade de colocar seu nome em 2018, deixando Mauro Mariani navegar na intenção. Como perdeu internamente para Celso Maldaner, Dário percebeu que o partido ignora sua liderança.

Cercado
Udo Döhler tem tido força na sua base em Joinville porque os vereadores não alinhados com o gabinete do prefeito buscaram instalar uma CPI para conhecer os motivos da demora da obra do Rio Mathias e a ponte sobre ela. Há seis anos não é concluída.

Nota
Vice-prefeito no 1º mandato e vereador por dois anos no 2º, Rodrigo Coelho emitiu uma nota sobre a demora de conclusão da obra, lamentou que Döhler controla os vereadores e que a cidade está entrando no atraso devido a burocracia.

Conteúdo
O deputado federal, ainda no PSB, disse que sua amada Joinville está entregue aos buracos e isso tem prejudicado a imagem da municipalidade e colocando em xeque o comércio local devido à demora injustificável dos alvarás. Rodrigo Coelho assumiu o grito da sociedade.

Traidor
Jaime Evaristo, então oposição a Udo Döhler, atacou o governo do ulyssista várias vezes. Depois que ganhou um cargo municipal na semana santa, Ninfo König foi à Tribuna chamando-o de Judas. O vereador é evangélico e 1º suplente de Rodrigo Coelho.

Caminhos
Sem saber como criar a CPI, os vereadores, Ninfo König, Iracema do Retalho, Rodrigo Fachini, Odir Nunes e Maurício Peixer foram ao MPF e vão, nesta semana, entregar os mesmos documentos no Tribunal de Contas. Afirmam que, se não podem de um jeito, vão com outro.

Repercussão
A entrevista do ex-governador Jorge Bornhausen avaliando como desrespeitosa ao povo brasileiro e ao mundo a indicação de Eduardo Bolsonaro à Embaixada dos EUA, chegou aos ouvidos dos três senadores de SC. JKB disse que ele deveria assumir a inútil Embaixada das Bahamas.

Calma
Camilo Martins tem dois nomes para disputar as eleições no ano que vem pela Prefeitura de Palhoça. Não vai anunciar porque entende que, antecipar, seria colocar as lideranças em fervura. Avalia que é melhor a oposição se mexer pela obrigação de construir um quadro.

Sério

Ninguém entendeu Fabrício Oliveira. Ele conseguiu a inédita oposição do MPSC à investida que buscava para impedir a Parada Gay em Balneário Camboriú. Tornou-se réu na ação civil pela juíza Adriana Lisbôa, da Vara da Fazenda Pública, e aguarda a decisão. O prefeito, que viveu muito o município que administra, aceitou muito a diversidade. Se fosse em Nova Trento, até Madre Paulina abençoaria.



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