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Marcello Petrelli traz Moro; O tamanho do ex-juiz; Udo ignora Legislativo; Aeroporto dividido; Via sacra de Daux; Milton Sordi abraça ousadia

Por: Marcos Schettini
30/09/2019 00:42 - Atualizado em 30/09/2019 00:45
Paula Navarro Fotografia

Para cima e avante

Na quinta-feira passada, Milton Sordi, empresário do ramo imobiliário, assinou mais um empreendimento com maciça presença do PIB de Chapecó para conhecer o que a união entre engenharia e arquitetura foi capaz de projetar na criativa obra-prima da construção civil. O evento foi para apresentar não só a modernidade aplicada no Già Residence, de 40 andares, mas a posição ao lado da Arena Condá, que gerou concorrência entre os interessados. Sordi é um jovem rapaz que saiu da condição de funcionário para se jogar na obsessão de ser empresário. O Brasil, como se conhece, começa a dar valor a quem se dispõe em investir e, por isso, motivou-o, nestes tempos de economia duvidosa, a apostar no setor. A Santa Maria, nome que construiu altura neste seguimento, pisa em solo firme para fazer o alicerce que sonhou realizar. Tem em sua família, o pulo de certeza. Pedro Sordi está com a mesma idade que ele quando rasgou, corajosamente, o cartão-ponto, há pouco mais de 25 anos. Não existe equação para dar tudo certo no campo imobiliário. Tem que estar funcionando o que se chama de crescimento econômico. Neste momento, não é bússola para ninguém. É loucura mesmo.


Desenvoltura

Marcello Petrelli tem dado firme pulso na condução da Acaert e, novamente, traz uma autoridade com forte apelo popular. Sérgio Moro, que coloca sombra sobre Jair Bolsonaro, é quem tem dado maior luz ao governo. Ao pisar na ilha, com números positivos que assusta até o chefe, sua palestra é a mais aguardada.

Ofuscado

O presidente da República sabe que o ex-juiz da Lava Jato tem mais luz que seu governo. Jair Bolsonaro tem convicção de que não tem força para tirar Moro da Esplanada dos Ministérios, sob pena de ruir toda sua agenda de trabalho. O ministro da Justiça sabe que, embora a pesquisa do Datafolha deu-lhe plena liderança, seu momento é frágil.

Mútuo

Jair Bolsonaro e Sérgio Moro precisam um do outro para que ambos cheguem aos seus objetivos políticos. Um quer reeleição em 2022 e o outro o STF. Como tem interesses, se suportam diante do quadro em que vivem. O presidente despenca em popularidade, o ministro vive uma suspeição.

Quadro

Hoje Moro já não chega com a mesma força que no início do governo. Embora tenha mais luz política que Bolsonaro, ele perdeu força exatamente pelas mãos do seu superior. O chefe segura-o pelo colarinho, sem soltar. É vigilante sobre o ex-juiz porque sabe, se ele sair do controle, engole todos.

Habilidade

Até pela formação que possui, Moro pode mexer por antecipação no jogo político. O ministro sabe como desenvolver seus interesses e o chefe precisa de orientação. Se um age pela lógica, o outro momentaneamente. O que faz o paranaense estar acima do paulista é o domínio do raciocínio.

Marcação

Os vereadores da oposição em Joinville entregaram um farto documento ao MP e ao Tribunal de Contas de SC porque não obtiveram as respostas feitas ao prefeito Udo Döhler. Palavras como desmando e incompetência foram faladas às autoridades que receberam o dossiê do Rio Mathias, há seis anos em obra.

Cobrança

O documento entregue ao MPF em Joinville, MP e TC de SC, é para tirar dúvidas. O movimento que fizeram os vereadores Ninfo König, Iracema do Retalho, Rodrigo Fachini, Odir Nunes e Mauricio Peixer foi de cansaço. Várias vezes pediram informações, mas Döhler ignorou. Sem ter para onde recorrer, apelaram.

Então

Gean Loureiro buscava a presença de Jair na inauguração do moderníssimo aeroporto de Florianópolis, mas o presidente recuou. O evento, que o prefeito tirou de letra com a discrição, desenhou-se nas orientações de Fábio Veiga, seu pescador de Merlin Azul, o exigente peixe que exige calma, experiência e uma boa equipe para fisgar 2020.

Oportunistas

Depois que a Aurora Alimentos construiu silenciosamente um novo frigorífico para abate de frangos ignorando a ilha de produção que ocuparam em Xaxim, as lideranças têm afirmado que a cooperativa tem uma linda ideologia, mas só para seu umbigo. Comércio e indústria local estão azedos com a diretoria da empresa por negar manter sua operação o município.

Gestos

O prefeito Lírio Dagort e o vice Adriano Bortolanza conversaram com o síndico da Massa Falida do frigorífico Chapecó e obtiveram a informação oficial de que a Aurora vai mesmo abandonar a unidade de Xaxim. A negociação encerrou. Os credores vão colocar a ilha de produção em 1° leilão para forçar a queda de preço e atrair compradores. Terão que se esforçar.

Quieto

O vereador Rafael Daux tem tido todo tipo de assédio para 2020 em Florianópolis. Seus parceiros de bancada, Dinho da Rosa, Celso Sandrini, Gui Pereira e Maria da Graça Dutra, vão injetar ânimo no empresário do MDB para mexer no debate majoritário. Avaliam que a renovação impressa no ulyssista, será fundamental para atrair partidos que buscam rompimento.

Ego

Não vai ser fácil a bancada ulyssista da Capital entrar em sintonia para buscar, unidos, Rafael Daux para o jogo. Com cinco assentos, há entre seus colegas vereadores o desejo para assumir a missão. É tudo o que o ainda membro do MDB precisa para ir para o PSL. Ligado a Rogério Peninha Mendonça, está no deputado federal a voz para consolidar 2020.

Disposição

A empresária do ramo de hoteleira em Balneário Camboriú reuniu, neste final de semana, mais de 250 pessoas para o projeto político do ano que vem. Ela, projetada para disputar a majoritária, foi do PSL, mas saiu rumo ao Republicanos do deputado federal Hélio Costa. Dileta Corrêa Silva liderou 50 mulheres para a célula feminina do partido. Não se enverga.

Viagem

Ela vai em novembro para a Coreia do Sul em uma missão para conhecer tecnologias que pretende debater na disputa do ano que vem. Dileta rompeu com o PSL, mas deixou amizades. Disse-me frustrada com o antigo partido por não ter pulso na defesa de Jair Bolsonaro. A empresária é ferrenha voz em favor do presidente da República.



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