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AQUI TEM GOVERNO

MDB decide distância de Moisés; Ivan Naatz no MDB; Gilson Pinheiro quer Boeira; Gean cavoca em Brasília; Adeliana procura; Marcello Petrelli 2022

Por: Marcos Schettini
02/10/2019 00:00

Os desafios de Marcello Petrelli

O agora ministro da Justiça esteve em Florianópolis pelas mãos da Acaert e do presidente da entidade. Jovem, determinado, com conhecimento na área de comunicação, Marcello tem o controle por adesão de todos os meios de comunicação a qual é líder. Seja jornal, rádio ou televisão, o filho de Mário Petrelli está sendo, silenciosamente, preparado para um desafio político em 2022. Só não mergulha no processo de 2020 porque, inteligente, amadurece um alcance. Sua desenvoltura em levar a Associação Catarinense de Rádio e Televisão dentro do Palácio do Planalto com Jair Bolsonaro, trazer Hamilton Mourão e agora Sergio Moro, para lembrar os capas douradas do governo. Por seu espírito de liderança, protagonizando acima do governador Carlos Moisés, dá a ele espaço garantido. Se não quiser disputar, é pessoal. Competência, arrojo e forma rápida de construir, tem tudo para ocupar o espaço nesta direção. Petrelli voa.


Decisão
A bancada do MDB reuniu-se ontem no almoço tradicional das terças-feiras e carimbou que não vai participar do governo Carlos Moisés. O partido já havia decidido esta leitura há meses, mas agora encerrou a possibilidade. Quem entrar, licencia-se.

Real
O MDB é o partido que mais tem força política em SC e ficou em terceiro em 2018. Se ser forte é ter muito, mas não avançar para um 2º turno, então algo está errado. Pior que perder para si, é acreditar ser grande. Cresceu diminuindo.

Relação
O deputado Ivan Naatz almoçou com a bancada do MDB na Alesc e, neste gesto, a possibilidade de sair do PV para dominar, sozinho, o partido em Blumenau. Decidido a não disputar as eleições municipais, vai ver quem deve apoiar no processo.

Ele
Ricardo Alba vai mesmo disputar as eleições em Blumenau e não está para brincadeira. Não que somente está se desenhando, vai começar a construir um cenário para convencer empresários e partidos a se voltar para um projeto de renovação.

Também

A eleição em Blumenau será polarizada porque, provavelmente, João Paulo Kleinübing não dispute. Nesta leitura, deve se somar à renúncia desta missão do deputado Ismael dos Santos, fugindo às léguas. O PT e MDB, é uma pergunta.

Ninguém
O MDB não tem nome em altura para disputar o processo em Blumenau e precisa, neste caso, defender uma direção. Mário Hildebrandt é forte porque tem serenidade e Ricardo Alba, jovem e destemido, quer provar que pode.

Pois
Gilson Pinheiro, voltado à construção civil em Criciúma, com postos de empreendimento em Porto Alegre, até tem sido chamado para assumir um papel de enfrentamento eleitoral contra Clésio Salvaro, mas está esmorecendo devido ao trabalho.



Retorno
O empresário está de fato justificando seu apoio ao ex-deputado Jorge Boeira, do Progressistas, para chefiar uma coligação de oposição ao tucano. Clésio não entra em polêmica e deixa as movimentações acontecerem. Não tem que justificar nada.

Envolvimento
Rodrigo Minotto é outro nome ligado ao empresário Gilson Pinheiro. O pedetista não tem medo de se jogar no pleito e, silenciosamente, tem se movimentado. As pedras no sapato de Salvaro dentro da Câmara, tem suas iniciais.

Barulho
Jessé Lopes, o deputado do PSL com característica de rinoceronte enfurecido, bate a cabeça em todas as direções. Como não tem compromisso em disputar a eleição, joga a bola nos pés de Daniel Freitas que fica na obrigação.

Eu
Não é a primeira vez que deputados do PSL saem de Brasília no mesmo voo de Sergio Moro. Caroline De Toni, em Chapecó, teve a mesma oportunidade. Daniel Freitas tem abertura plena com o ministro da Justiça para ganharem moralidade.

Cenário
Caroline De Toni não disputa a eleição em Chapecó se não quiser. Se não entrar no processo, deverá apoiar quem o prefeito Gigante Buligon afinar. Ambos, ela e o Democrata, tem se falado constantemente. A deputada federal olha adiante.

Indisposição
O nome que Clésio Salvaro não quer na disputa de 2020 é Daniel Freitas. O deputado federal gostou do trabalho em Brasília e percebe-se mais adiante na missão. Se ele fica fora, os demais são todos mãos calejadas nas urnas. Aí, para o prefeito, tudo igual.

Sozinha
Caroline De Toni não disputa a eleição e passa a bola para a sua vice-governadora a luta. Daniela Reinehr não tem vivido um grande momento. Está queimada com Carlos Moisés e com a bancada. Se ela sair, fica só. Arrumou muita inimizade.

Sorrindo
Prefeito de Florianópolis em plena força eleitoral para conjugar seu retorno em outubro do ano que vem. Gean Loureiro não quer tumultuar, mas não vai deixar folgado qualquer nó. Está amarrando apoio pleno. Na sociedade, está melhor que imaginas.

Eco
O erro que o CEO do aeroporto de Florianópolis produziu, separando políticos da sociedade em duas festas diferentes de inauguração, deixou todos se perguntando quem foi o autor da ideia. Se o povo ficou em segunda, vai mostrar isso em 2020.

Desprezo
Ao colocar o povo para entrar no aeroporto apenas depois das lideranças, mostra bem o fim dos tempos do respeito vivido. A sociedade, com todo mundo de celular e com a boca no trombone, assusta a classe política. Fica ruim misturar os dois.

Quieta
Adeliana Dal Pont está com dificuldade para encontrar um nome de sua confiança para a disputa no ano que vem. Nesta altura, a prefeita de São José não tem onde buscar um sucessor. E corre sério risco de ver o PSD perder quadros.

Debandada
Milton Hobus terá que correr em São José para buscar o entendimento e segurar os quadros. Com a derrota de Gelson Merisio, onde a prefeita era aliada incondicional, Adeliana ficou de amadurecer nomes. Se não tiver um rápido, vai ter debandada.

Educação.

O bairro de Forquilhas, em São José, não tem escola de ensino médio. O líder comunitário Paulo César Jorge, que preside a Associação de Moradores do Parque Residencial Lisbôa, está com um abaixo assinado para justificar a sensibilidade. Abnegado ao lado de 30 mil habitantes.




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