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Agronegócio avança; Carlos Moisés ignora-se; Cooperativismo fulmina representantes; Márcio Vaccaro quer Alesc; Mário Lanznaster dá recado a PF

Por: Marcos Schettini
16/10/2019 10:54 - Atualizado em 16/10/2019 11:06

Mário Lanznaster firma-se corajoso

O presidente da Aurora relatou as dificuldades do agronegócio para ministra Tereza Cristina e elogiou Jair Bolsonaro pelo governo que tem feito. Mandou um recado duro a Polícia Federal que deflagrou a Operação Carne Fraca e jogou o agronegócio no abismo. Basearam-se em uma escuta telefônica sobre papelão misturado aos alimentos que não deu em nada e quase destruiu o mercado internacional que SC conquistou com qualidade e respeito. A PF, uma instituição de respeito, gosta muito de show pirotécnico. Das que realiza, chega cedo fazendo um barulho infernal, ignora crianças, idosos cardíacos e até gravidas que olham suas casas invadidas como se fossem traficantes, pedófilos, criminosos que não merecem respeito. Em políticos, prendem para receber aplausos e, do nada, soltam porque não tem sustentação. Afligem pessoas porque se observam acima de tudo e todos. Nestes tempos de confronto ideológico, o país está entregue às piadas de todas instituições. Fazem pessoas passarem pelo pior constrangimento e, rindo às escondidas, da festa de horror que fazem na vida de cada um, desrespeitam o nome e a história construída como se todos fossem bandidos. O agronegócio, mais forte que a palhaçada, ergueu-se novamente.


Novamente

A festa de inauguração da nova unidade frigorífica do complexo cooperativo Aurora, em Chapecó, foi gigantesca. E nem precisou que Carlos Moisés tivesse dado sinal de vida. Sua vice, que falou 10 minutos em um aproveito de 20%, cumpriu a missão.

Então

Depois de jogar 17% de imposto na lavoura catarinense, a ausência de Carlos Moisés justifica. O insumo de ódio que pulverizou na cabeça do agricultor, levou todos seus oponentes à inauguração. Mário Lanznaster, que falou tudo, esqueceu-se do marido de Késia, e foi aplaudido.

Insumo

Mais para eu sumo, os 17% de imposto nos venenos tirou Carlos Moisés do cenário. O governador manda um forte abraço para Greenpeace ao ignorar o evento que teria tudo para ter sua presença. O momento ideal de reconciliação com o meio.

Lembrança

Valdir Colatto compareceu na inauguração da Aurora com o pé quebrado. Viu, silencioso, desprestígio que a diretoria da cooperativa tem junto ao governador. Foram eles que cruzaram os braços em 2018, abandonando-o na ilusão da nova política.

Mais

O cooperativismo tem sido um excelente insumo para matar suas lideranças representativas. Foi assim com Odacir Zonta, Hugo Biehl e Valdir Colatto. Não fosse Celso Maldaner, o veneno da indiferença já teria secado também sua voz, o único grito de pé.

Barato

Ao contrário das vezes em que se irritou e mandou subalternos verificar ambientes com medo de atentados, Daniela Reinehr ficou ao lado de Tereza Cristina o tempo todo. Depois que viu o titular tirar dela a moradia em Coqueiros, fica em Chapecó fazendo tricô.

Bússola

A vice, mais que repetir e repetir tudo que dizia no palanque inaugural da Aurora, não tem mais o que fazer na Capital. O titular, lembrado por ela em apenas um abraço na falação, pode assistir a agonia da parceira de chapa sem direção real a seguir.

Fantasma

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Chapecó ficou meio perdido no evento da Aurora. O protocolo ignorou sua presença. Deve ser porque propala ser amigo do governador que aumentou o imposto contra o agricultor. Na campanha, Moisés dizia que não faria.

Elite

Cidnei Barozzi foi quem levou Carlos Moisés na Acic, ainda no 2° turno, para seus adeptos escutarem, o agora governador, falar que iria colocar fogo na ponte que ele passou para chegar à Casa d’Agronômica. O empresário olha outubro do ano que vem.

Embalo

Mordido pela mosca azul, Barozzi está em rota de colisão com tenente-coronel Ricardo e Caroline De Toni em Chapecó para ser o nome na eleição. Dentro da diretoria que preside, Nelson Akimoto é quadro no estilo Udo Döhler e Antídio Lunelli. Empreendedor respeitável, tem luz eleitoral.


Fuga

Depois que Jair Bolsonaro chutou o palanque central do PSL, os quadros ficaram sem pai nem mãe em vários municípios. Chapecó é exemplo disso. O partido saiu do noticiário. Quem olhava a sigla com veloz oportunismo e sem cinto de segurança, voou pelo para-brisa.

Faltas

Em dois dias, SC perdeu dois expoentes do lado púbico. Se Marco Tebaldi riscou um traçado observado na transparência que desenhou, Vieirão passou incólume como um homem público exemplar. O Estado fica, com ambos, desfalcado.

Decisão

Paulo Bauer vai tirar o período entre dia 19 e 30 de outubro para definir sua vida eleitoral para o ano que vem. O ex-senador foi profundamente prejudicado na eleição passada com a questão da Hypermarcas que, depois, afrouxou-o nas denúncias. Jorginho Mello, no vácuo, foi beneficiado.

Chamamento

Bauer tem sido observado como opção em meio a onze nomes que estão disponíveis para enfrentar o eleitor no ano que vem. Paulo iria disputar o governo em 2018 e acabou saindo ao Senado. O PSDB olha nele o desafio. Caiu no olho empresarial pela experiência.

Mergulhou

Márcio Vaccaro líder absoluto no ramo de sacaria industrial em todo o país, está sendo convencido a disputar a eleição em 2022 como deputado estadual. O empresário tem demonstrado interesse. Se não tem partido ainda, vai seguir observando a oportunidade para, se for, chegar.



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