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Efeitos no PSDB; PSL caiu da mudança; Bolsonaro e as municipais; Dário e Angela?; Paulo Bauer longe; Os robôs da Aliança

Por: Marcos Schettini
21/11/2019 10:37 - Atualizado em 21/11/2019 10:49

Efeito Thomé

O partido novo de Jair Bolsonaro vai se cristalizar no céu ou no inferno com seus seguidores. Nada muda se ele troca ou não de casa, todos seguem. E foi assim com os deputados federais e estaduais. Com medo de apanhar nas redes sociais, e até em vias de fato nas ruas, as lideranças são levadas cegamente sem que demonstre qualquer autonomia sobre seus mandatos. O vacilo de Ricardo Alba de ir, mas não ir, ser rejeitado mesmo sendo o mais votado, mostra um alinhamento goela abaixo que, em tese, não funciona. A sigla ser dona do mandato por força da lei, até é compreensível, mas dono da pessoa, mostra a robotização a que estão sujeitos. Não podem reclamar e nem tem direito de pensar por si. Ali, quem manda, é quem pode, o restante só diz amém. Nesta, Carlos Moisés acertou e segue seu rumo. Não tem obrigação de vencer eleições no ano que vem ou pensar em reeleição em 2020. Já está se acostumando ao poder e sabe que ele, como a sorte, ri e, depois, trai. Como não se vê neste balaio de acefalia demonstrada, ilumina os próprios passos. É melhor tropeçar e levantar por descuido que ser empurrado como animal. Acertou e sabe que isso, em tese, não pode dar certo.


Então

A leitura que foi feita diante da decisão da ida de Gelson Merisio para o ninho tucano é que ele levou as eliminatórias por consideração. No Progressistas ficaria sujeito ao clã Amin, o Republicanos terceira divisão, PSB emagrecendo e DEM sem qualquer representação, um final triste.

Real

O ex-presidente da Alesc olha a Cadeira ocupada por Carlos Moisés com o sentimento de que, isolado e sem saber o que fazer, sem nenhum deputado da própria base, fica sujeito à fome incansável de todos os que o cercam. Sendo assim, justifica o discurso em campanha afirmando sua dependência plena para governar.

Feliz

Carlos Moisés comemora, todos os dias, o rompimento do cordão umbilical àquilo que interpreta das doentias mentes de seus ex parceiros de partido. Ao ficar livre dos tempestivos, pode seguir de cabeça erguida e sorrir para quem entender. Só pelo fato de não ter ao lado Jessé Lopes e Ana Campagnolo, vale secar a adega.

Observação

Pesquisas em levantamento na Capital apontam que devido às movimentações feitas pelo presidente Bolsonaro, que quem estiver com ele ao lado, perde voto. Isso significa que a liderança do polêmico Chefe da Nação se cristaliza em quem, sob quaisquer circunstâncias, não larga-o por nada. O restante, volta ao normal.

Vem

Gean Loureiro conta com leitura científica para traçar os passos que deverá seguir adiante. Se para ele Bruno Souza já assina suas intenções, fica para os demais tomarem as mesmas posições no sentido de entender quem é quem no ringue e qual a força de cada um. Não desrespeita, mas também não engole caroço.

Números

Se pesquisa ganha eleição, o prefeito da Capital já está contabilizando nesta direção. Hoje, pelo que detém de leitura em cada célula popular, sabe exatamente o que está fazendo e onde tem que trilhar. Filho de militar, é disciplinado com o que deseja. Não despreza os adversários, mas não tem medo deles.

Inclinando

Se é verdade que Angela Amin está disposta a se jogar no tatame eleitoral ao lado de Dário Berger, combinar com o eleitor é importante. Por anos escutaram o desamor em choque, ininterrupto, que nutrem entre si. Não é fácil enrolar o cidadão neste cobertor de ouriços.

Atuações

A corrida eleitoral na Capital não é uma disputa entre amigos. Como em qualquer outro lugar, é firme em decisões. Isso quer dizer que o efeito da ida de Bruno Souza para o Novo vai fazer com que Loureiro dirija melhor nas curvas. O deputado faz barulho real nas redes sociais e Gean nas obras. Qual diz para o eleitor a real, é a dívida.

Mudou

2018 foi o ano de fake news e uso das redes sociais que, como se sabe, fez a sociedade se converter no que saiu das urnas. 2020 é outra eleição, a conjuntura mudou e ninguém é mais pego de surpresa. O repeteco do ano passado, pela realidade de hoje, não configura nos moldes. A sociedade não é tão inocente.

Fora

Marlene Fengler até se atiçou para ir à disputa por São José, mas definhou. Ela, hoje mais afastada de Gelson Merisio, busca suas próprias orientações. É verdade que foi pelas mãos de movimentações do ex presidente da Alesc que ela sentou na Casa, mas vai seguir os próprios passos. Adeliana que se vire.

Zerado

Camilo Martins olha os movimentos da oposição para abrir a boca em relação ao pleito. A filiação precipitada de Ivon no PSL amarrou os dois pés do coronel. Afinado com Jair Bolsonaro, está nas mãos de Carlos Moisés. Ele já não é a prioridade das lideranças que se afastaram do partido.

Nada

Quem estiver apostando na relação entre Paulo Bauer e Gelson Merisio em Joinville, vai ter que esperar muito para ver ambos no mesmo ambiente. O ex-senador tem anotado em um guardanapo tudo o que o agora tucano disse na eleição e a rejeição de seu nome para estar na chapa. Ali, a relação é entre ouriço.

Reação

Os tucanos de Chapecó estão calados quanto à entrada de Gelson no PSDB. A dupla que mandou na sigla por décadas, sente-se ameaçada. O partido nunca teve protagonismo de nada mesmo com a presença do vereador Agnoletto. A sigla deverá ter Marcio Sander nos próximos dias para disputar a prefeitura.



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