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AQUI TEM GOVERNO

SC mantém menor taxa de desemprego do Brasil

Por: LÊ NOTÍCIAS
21/11/2019 11:39
Secom A taxa de desocupação catarinense é de menos da metade da nacional, que é de 11,8% A taxa de desocupação catarinense é de menos da metade da nacional, que é de 11,8%

O ano de 2019 continua positivo para o emprego em Santa Catarina. O percentual de população catarinense desempregada caiu de 6% para 5,8%, entre o segundo e o terceiro trimestre deste ano, resultado que fortalece a posição do Estado com o menor índice do Brasil. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados na terça-feira (19).

Na avaliação do governador Carlos Moisés, o resultado é um sinal positivo para o presente e o futuro da economia catarinense. “O país vive um momento de mais confiança e aqui em Santa Catarina a situação também é cada vez melhor. Estamos colocando a casa em ordem, retomando os investimentos na infraestrutura, diminuindo a burocracia e proporcionando segurança jurídica para a geração de novos empregos em todas as regiões”, avalia.

De acordo com o IBGE, a população desocupada no Estado diminuiu de 231 mil para 222 mil pessoas entre o segundo e o terceiro trimestre de 2019, o que é considerado estável pelo instituto. A taxa de desocupação catarinense é de menos da metade da nacional, que é de 11,8%.

“Nossa missão como gestores públicos é promover políticas públicas para fomentar o empreendedorismo, o emprego e a renda. Os números comprovam que estamos no caminho certo. O Estado mantém os melhores índices no cenário nacional e continuamos trabalhando para fortalecer ainda mais o desenvolvimento e a competitividade”, avalia o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino.

MERCADO DE TRABALHO FORMAL

Santa Catarina também lidera no percentual de pessoas com carteira de trabalho assinada no setor privado (87,7%). Os catarinenses também são os menos afetados pelo desalento (1,1% da força de trabalho) e subutilização da força de trabalho (10,6%). Desalentados são aqueles que desistiram de procurar emprego, enquanto a subutilização representa o percentual de pessoas desempregadas somado ao das que trabalham em carga horária reduzida. Além disso, conforme a pesquisa, o trabalhador catarinense é, em média, o que trabalha mais horas (41,2 por semana), à frente de São Paulo (41) e Rio Grande do Sul (40,6).


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