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Bruno Souza e Moisés casam intenções; Colombo arma-se; 2018 ainda presente; São José e Lages constroem eleição; Progressistas prestigiam Jonas; Lama na CNC

Por: Marcos Schettini
04/12/2019 01:41

Confederação Nacional do Comércio na lama

A eleição dentro da CNC no ano passado, aquela que deu vitória à chapa liderada pelo empresário José Roberto Tadros, começa a ser questionada não somente em SC, mas pelo setor país afora. A Fecomércio SC ajuizou ação questionando o processo eleitoral da CNC que, realizado em setembro de 2018, conta com um leque de evidentes irregularidades em candidaturas dos membros da chapa eleita. Escondendo o jogo, ele teria descumprido requisitos estatutários que colocam em xeque a verdade eleitoral. O presidente tem tido postura desrespeitosa e sinistra, escondendo dados e evitando esclarecimento das perguntas direcionadas à entidade sindical, considerada de grau máximo do setor terciário brasileiro. Ela reúne 34 federações que compõem representações de 27 estados e sete linhas nacionais. O poder que Tadros tem, fica à mostra quando revela seu medo de esclarecer tudo que cerca a instituição e o terror de jogar limpo na eleição. Ele, muito bem remunerado, tem um orçamento capaz de encher um comboio de dinheiro. A Confederação, agregando mais de mil sindicatos filiados que representam cinco milhões de empresas, gera cerca de 25,5 milhões de empregos diretos e formais. A falta de transparência que esconde aquela eleição, tem tudo para derrubar o resultado. Arrumar o Brasil passa por dissolver as dúvidas que sobrevoam José Roberto. O controle da chave faz parte considerável do que há de mais obscuro em seu assento de trabalho.


Espetáculo

Bruno Souza rasgou o verbo na apresentação do relatório final da CPI da Ponte Hercílio Luz e jogou pesado para cima do ex-governador Colombo. O lageano reagiu afirmado que o pré-candidato a prefeito de Florianópolis quer aparecer. Descobrindo a roda, Raimundo mandou recado.

Amanhã

A dinamite que o deputado do Novo jogou no colo do ex-governador, pela pouca reação do morador da Coxilha Rica, está apagada. O antecessor de Eduardo Pinho Moreira deverá, com este ataque visto como gratuito, olhar melhor para um Amin ou Gean Loureiro em 2020.

Empurrão

Como entrou no Novo para disputar a Cadeira municipal, o deputado estadual precisa ganhar luminosidade para seu projeto político. E olhou lá atrás os passos a serem dados. O resultado chegando agora, pode aproximar, inclusive, Carlos Moisés de Bruno. O governador, agora livre, pode escolher quem quiser para produzir 2022.

Box

Carlos Moisés poderá abraçar Bruno Souza na disputa municipal do ano que vem. Depois de colocar uma desagradável tornozeleira invisível nos ataques feitos a Colombo, este efeito vai diretamente na inauguração da Ponte no penúltimo dia de dezembro. Depois desta, fica ruim para Raimundo comparecer ao ato.

Pensado

A oportunidade para tirar o lageano da inauguração da Hercílio Luz e ganhar todas as atenções, caiu como uma luva para Carlos Moisés, o predestinado governador. Bruno, bem orientado, joga nos interesses da Casa d’Agronômica e o inquilino responde à altura. A nova política metralhando a velha.

Fatal

O resultado da eleição do ano passado, quando Gabriel Ribeiro e César Souza Júnior jogaram gás lacrimogêneo no eleitor de Gelson Merisio, começa a dissolver o efeito. Ao pegarem aquela cascavel pelo guizo em 2018, sentem agora as picadas. O veneno, espalhando pelo corpo, vai cumprindo sua missão.

Tarde

Colombo é um quadro de diálogo e fiel aos ensinamentos de JKB a quem deve, plenamente, os resultados positivos de sua vida pública. Não tinha como seguir outro rumo no ano passado. A sua indiferença no 2° turno, é compreensível. Em seu lado, há quem não aceita, nunca, ter entregue o governo ao MDB. Mas não havia outro caminho.

Cenário

Eduardo Pinho Moreira foi um governador ativo no minúsculo tempo disponível. E tem seu legado do Tesouro respondendo pela Fazenda que faz Carlos Moisés brilhar. O marido de Nicole Torret poderia ter sido o nome que Mariani não deixou e Merisio o vice ideal que JKB aceitava. São assuntos da política no novo Senadinho da Capital.

Melhor

Esperidião Amin é fenômeno em tudo que realiza. E, no Senado, faz um trabalho ao estilo que mantém sua vida pública viva. Talvez uma das cabeças mais brilhantes que o Estado orgulhosamente tem, foi cabo eleitoral de Gelson Merisio. Mas tirou o sono do xaxinense até o badalo final. Bom nisso, ninguém consegue tal.

Política

Fábio Veiga cuida de Gean Loureiro que apoiou Gelson Merisio no 2° turno, que aposta em Vinicius Lummertz em 2018, que é Doria contra Luciano Huck de JKB, que apoiou Geraldo Alckmin quando o PSD foi com Bolsonaro, que elegeu Carlos Moisés que chutou os bolsonaristas, que acredita na terra plana e que, não gostou? É no 38tão.

Ela

Adeliana Dal Pont contava muito com a sensibilidade de Marlene Fengler para disputar a eleição em São José. Com o cordão umbilical da deputada cortado de Gelson Merisio, aliado da prefeita se inclina nos desenhos elaborados e ligados ao ex-presidente da Alesc. Neste caso, Luiz Carlos Goedert, da Radio Regional FM, ganha força.

Areia

Antonio Ceron está acuado entre os movimentos de Raimundo Colombo a prefeito e o ex-procurador-geral do Ministério Público, Lio Marin. Além do deputado Marcius Machado quase aceitando a missão. No paralelo, a deputada federal Carmen Zanotto. Se o prefeito de Lages não tem interesse em disputar a reeleição, esta é a leitura.

Prestígio

O novo presidente do Progressistas de Chapecó vai contar com um coletivo de peso na chapa única liderada pelo jovem Jonas Bringhenti, no próximo sábado, na sede do partido. Esperidião e Angela Amin, Silvio Dreveck e Joares Ponticelli, marcam presença. É Chapecó, com a eleição do deputado Altair Silva, valendo-se de força e protagonismo para 2020. Aldo Rosa dá o suporte na Capital.

Respeito

A Defensoria Pública pilotada por Ana Carolina Dihl Cavalin comemora pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas, divulgada pela Associação dos Magistrados do Brasil, que dá reconhecimento de 90% em aprovação do trabalho realizado pela instituição no Sul, contra 78% da média nacional. Sem defensor e advogado, não há democracia.



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