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AQUI TEM GOVERNO

Caos na Saúde; Helton de Souza ignora filantropia e fornecedores; Samu ameaçado; Amin e a Esag; Paulinho Bornhausen em Brasília; Eleição em São Francisco do Sul

Por: Marcos Schettini
05/12/2019 01:21 - Atualizado em 05/12/2019 01:24

Chapa de 2016 cassada em São Francisco do Sul

A oposição não dormiu ao comemorar a decisão do juiz do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/SC) que votou pela cassação da chapa de Renato Gama Lobo e o vice Walmor Berreta. Embora tenha tido pedido de vistas por parte do juiz Wilson Pereira Junior, não alterou a festa quando acompanhavam o julgamento do relator do processo juiz Jaime Pedro Bunn. O magistrado reconheceu algumas das ilegalidades apontadas pelos autores da ação feita pela Coligação Uma Cidade Para Todos. Ao votar pela cassação de Renato, do PSD, e sua inelegibilidade por 8 anos, fica convocada novas eleições ainda que suspensa até a continuidade do julgamento. Mesmo que este período fique no aguardo da definição, pode haver duas eleições em 2020, com uma fora de época e a oficial em outubro. Em 2016, o pesselista teve um leve número de votos a mais que o ulyssista Godofredo. O atual prefeito venceu com 49,29% sobre o emedebista com 48,82%. Dadinho Filho, do Rede Sustentabilidade, pinçou 0,96% e Pedro Balieiro, do PSOL, 0,93%. Se confirmar a decisão, o atual prefeito que se mexa.


Atento

Paulinho Bornhausen esteve em Brasília atuando para construção do Podemos e foi ao gabinete de Rodrigo Coelho manter a porta do partido aberta. Embora o Aliança Pelo Brasil tenha tido aval do TSE para filiação digital, o que garante ao deputado federal saída sem perda do mandato, o filho de JKB marcou território.

Desrespeito

Todos os seguimentos de saúde de SC estão cobrando Moisés uma atitude rígida com os desmandos e falta de respeito com hospitais filantrópicos e fornecedores. Estes, com contrato com a Secretaria comandada por Helton de Souza Zeferino, estão com pagamentos atrasados há 1 ano. Ele vai afundar o governador.

Intolerante

Vários são os adjetivos negativos direcionados ao secretário Helton Zeferino. Deles, o de brucutu incapaz de chamar entidades hospitalares e fornecedores, com milhões a receber da Secretaria da Saúde, que o militar se nega a dar ouvidos. Pior que isso, atende pela força judicial de pacientes, sem se importar com as pessoas.

Calote

Várias são as empresas que batem na SES e são ignoradas pelo secretário. Os repasses para os hospitais filantrópicos, que garantem o atendimento de milhares de catarinenses, vão forçar a parada total a partir de janeiro. Estão abandonados às moscas. Insensível, ignora apelos e não recebe as entidades. Agenda há quase um ano.

Irresponsabilidade

Carlos Moisés é o chefe que comanda as atividades de SC e está cercado de um coletivo que ignora uma boa relação, seja com as forças públicas ou privada. O episódio que ele, por ofício, enviou à Alesc, TJSC, TCE e PGJ, comprova. Nega-se a conversar. O efeito nocivo de Helton de Souza não assusta porque copia o líder. Deve saber que na Saúde a indiferença mata.

Efeito

O secretário da Saúde ignora a prestação de serviço contratual da OZZ, responsável pela manutenção do Samu 192. A empresa tem uma dívida em atraso a receber do Estado, que passa dos R$ 20 milhões, além de outros R$ 18 milhões prestados, mas não contabilizados. Com sede em Curitiba, chegou a soltar uma Nota Oficial devido a frieza e falta de diálogo da pasta.

Samu

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, mantido pela OZZ em SC, só não parou suas atividades devido aos esforços pessoais da empresa, com firmeza financeira garantida que dá continuidade às atividades de socorro que está diretamente ligado ao SUS. Helton de Souza Zeferino, irresponsável, coloca em xeque o salvamento no Estado.

Calados

Os deputados Neodi Saretta, que preside a Comissão de Saúde da Alesc, ao lado dos deputados Vicente Caropreso, Ada de Luca, Coronel Mocellin, Ismael dos Santos, José Milton Scheffer e Valdir Cobalchini, têm responsabilidade direta na solução deste desrespeito por parte de Helton de Souza. Livre e não cobrado, está sambando no hall do Legislativo.

Pirex

Altamiro Bittencourt, que responde pelo coletivo hospitalar da filantropia de SC, está às voltas para buscar alternativas que garantam as unidades com as portas abertas. Quando Moisés pediu a Julio Garcia, Rodrigo Collaço e Adircélio de Moraes Ferreira Júnior devolverem os recursos da sobra administrativa, mostra o descontrole do Tesouro.

Descaso

Membro da caserna, Helton de Souza Zeferino que se fecha às discussões e ignora hospitais e fornecedores como a OZZ Saúde. Igual a ele, Lucas Esmeraldino dentro da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, para citar duas pastas com mesma fuga de diálogo. Dois considerados alienígenas pelas entidades com forte inclinação antissocial. Que o diga Fiesc e Fecomércio.

Diferença

Quando o então secretário Carlos Chiodini pilotava a pasta do Desenvolvimento no governo Colombo, e Adenilso Biasus na gestão Eduardo Pinho Moreira, o diálogo sempre foi presente. E foi por isso que SC tornou-se referência em produção de emprego e renda. Lucas Esmeraldino é, como Helton, dois gravetos de Carlos Moisés.

Patético

Até pelo fato de serem bombeiros, Moisés e Helton, vendo de perto graves acidentes nas estradas de SC, corpos mutilados ou sem vida, sabem que o Samu é o braço forte para socorrer sobreviventes. Manter os serviços de salvamento é prioridade na defesa da vida. A Nota Oficial da empresa OZZ Saúde mostra bem a irresponsabilidade do secretário.

Leia na íntegra a Nota Oficial da OZZ Saúde:

NOTA DE ESCLARECIMENTO À IMPRENSA

A OZZ Saúde, contratada pela Secretaria de Estado da Saúde sob Contrato nº 259/18 CBMSC/SES para gestão dos serviços e fornecimento de insumos ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) vem a público esclarecer o que segue.

A OZZ Saúde vem realizando todos os esforços possíveis e necessários para a manutenção dos serviços do SAMU 192, entendendo que este é um serviço essencial à população catarinense e fundamental no Sistema Único de Saúde (SUS), inclusive a OZZ Saúde vem pagando em dia e sem atrasos todos os seus fornecedores e também pagou o 13º salário relativo ao ano de 2018 para todos os funcionários, cabe ressaltar, sem ter recebido o pagamento de tais valores do Governo do Estado.

Mesmo com todos os esforços que a OZZ Saúde vem realizando junto a SES, buscando conscientizar o governo do estado para que realize o pagamento em atraso, a mais de 12 meses, destes serviços, no entanto, até a presente data não houve pronunciamento formal da SES sobre o efetivo pagamento destes valores em atraso, que atualmente ultrapassam R$ 20 milhões.

Esclarecemos, portanto, que a empresa vem buscando por meio da realização de inúmeras reuniões, envio de todas as informações, planilhas e documentos, comprovar todas as despesas adicionais ocasionadas pelos sucessivos aditivos de serviços solicitados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), tais como a manutenção da licença de software do sistema de regulação das urgências (CR-SAMU), o pagamento de hora-extra aos funcionários, manutenção de bases descentralizadas, dentre outros, o que tem provocado considerável incremento das despesas originalmente previstas em contrato.

Ainda assim, a OZZ Saúde tem realizado adequações dos serviços para garantir todos os serviços e vem buscado junto a instituições bancárias recursos para a manutenção dos pagamentos a funcionários e aos fornecedores, até o limite de sua capacidade operacional e financeira, ressaltando que é uma obrigação contratual da secretaria de estado da saúde o pagamento de todos os valores em atraso.

É importante frisar que os demais contratos da OZZ Saúde gozam de excelente saúde financeira e execução operacional, garantindo-se a estes colaboradores todos os direitos trabalhistas e honrando-se com todos os pagamentos a fornecedores.

Desta maneira, considerando este motivo de força maior, até que sejam regularizados os pagamentos em atraso pela SES e a realização de termos aditivos ao contrato, integral responsabilidade da SES, a OZZ Saúde estará realizando todos os esforços para o pagamento do 13º salário aos funcionários e de fornecedores.

A OZZ Saúde, sempre se pautou pela ética, transparência e profissionalismo em suas atividades e assim o faz nesse momento delicado pelo qual passa o SAMU em Santa Catarina, e juntamente com sua equipe operacional, jurídica e financeira, busca uma alternativa amigável para que todo esse transtorno seja sanado o mais breve possível e dessa forma contamos com a compreensão de todos.

Esperando ter esclarecido a todos,

Atenciosamente, Karina Cavalli e Marcelo Garcia

Curitiba, 04 de Dezembro de 2019



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