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Tudo igual na CPI; Julio Garcia abre 2019; Fengler mostrou-se; Antídio bate em Moisés; Gean trabalha dormindo; Blumenau dividido; Homem imbatível

Por: Marcos Schettini
19/12/2019 09:55 - Atualizado em 19/12/2019 09:58

Tudo é suportável

Se tudo o que se sabe dos hebreus no Egito, o fogo de Nero em Roma, da falta de higiene medieval, da inquisição, escravidão e atrocidades do branco sobre os negros e índios, com estes sendo dizimados, holocausto, URSS, I e II Guerra Mundial, gripe espanhola, peste bubônica, duas Berlins e Coreias, Vietnã, Cuba, Iraque, Sérvios, câncer, ebola, vaca louca, peste suína, H1N1, o Katrina, terremotos, tsunamis, é possível afirmar que todos estarão firmes em 2020. Nada, embora tudo o que se viveu e vive, pode tirar a esperança das pessoas. O que pode acontecer de pior, pode igualmente ser superado. Estes horrores como Boate Kiss, LaMia, Mariana e Brumadinho, Ninho do Urubu, Museu Nacional sai, sabe-se, da convivência do homem. Ele vai à igreja e, ao sair, não olha o que suas vistas não interpretam. Chega este período do ano, a tendência é perceber os corações amolecerem do que, fato, não o são. Acredita -se nela como ela o é. É do homem gostar mais de desgraças que de amor. A senhora, do documento acima, aguardando por 101 dias um leito de UTI que o governo ignora, a Secretaria de Saúde ignora, mostra o caos na mente dos líderes. Por não ser da família de um deles, estão voltados ao Feliz Natal e a firmeza eleitoral em 2020. Por tudo isso, não há outra maneira que não seja o de se rebelar. Daqui uns dias para o Samu. Mantenha a Mente quieta, a Espinha ereta e o Coração tranquilo.


Política

Há quem consiga imaginar que a CPI da Ponte Hercílio Luz não tenha seu conteúdo político. Como a rejeição do relatório também não o seja. Bala trocada não dói, a resposta da Alesc foi na altura do conteúdo. Nele, sabe-se, citações que comprometem o que todos já sabem, mas evitam escandalizar. Isso chama-se Poder.

Poder

Manda quem pode e os incomodados que se retirem. A Alesc fez um excelente balanço dos trabalhos e Julio Garcia coroa seu retorno à Mesa. O deputado é quadro de alta capacidade de raciocínio e articulação. Os pares, sem exceção, respeitam sua visão e atuação política. O Legislativo inteiro reconhece-o.

Ela

Marlene Fengler fez sinal da Cruz contra o medo e adotou seu melhor estilo feminino e de trabalho. Mandou recados e luta pelo que se compromete. A deputada é modelo de trabalho e torna-se protagonista de si mesmo. Se entenderam dizer que ela diria amém a tudo, erraram. Ocupando o que o eleitor pediu que fizesse, tornou-se.

Descaso

A SC-108, que em fevereiro teve uma queda de barreira, está colocando em xeque toda a economia da região que envolve o traçado dos vales do Itajaí e Itapocu. O prefeito Antídio Lunelli, empresário que tem o cacoete de decisões rápidas para deslanchar a máquina pública em Jaraguá do Sul, não entende a indiferença do governador Moisés.

Frieza

A obra, com custo de R$ 3 milhões, ficou toda comprometida naquela região que liga Blumenau, Jaraguá do Sul e Joinville, devido à vitória da empresa que venceu a licitação, mas não tem estrutura para cumprir com rapidez os trabalhos. Avança a passos de tartaruga, jogando o desenvolvimento na dúvida. Moisés tem dinheiro, mas não faz. E a bancada do MDB?

Voz

Massaranduba e Guaramirim que precisam da rota funcionando, são completamente prejudicadas. Moisés não senta com os prefeitos, repassa para eles a responsabilidade de manutenção, empurrando o ouriço, pessoal, para debaixo dos braços dos prefeitos. Antídio Lunelli, candidatíssimo a 2022, rasgou o verbo.

Desenhando

De olho em outubro do ano que vem, passaporte que precisa garantir sua reentrada no comando da prefeitura, Antídio Lunelli foi a Brasília cavocar recursos e, ao lado de Carlinhos Chiodini, deputado federal parceiro, teve um olho no olho com Baleia Rossi. O presidente nacional do MDB sabe das intenções do ulyssista em 2022.

Preliminares

Antídio Lunelli não quer forçar goela abaixo seu nome para 2022, mas vai buscar espaço. Com a apatia viva de Dário Berger, longe de todos os debates em 2019, o prefeito de Jaraguá do Sul vai se apresentando. Nome forte do partido caso carimbe o repeteco, quer deixar impresso suas intenções. Silencioso, Baleia Rossi não toma lado agora em respeito a Celso Maldaner.

Leve

Gean Loureiro saiu cedo de casa na última segunda-feira. Indiferente com o indiciamento, motiva seus pares de governo a injetar nitro em todas as áreas. Sabe que as explicações que precisa dar, serão corroídas com o final e começo de ano onde a política morre. Nos Ingleses, bairro em que tirou a febre, disse-se positivo do episódio quando moradores espontâneos, faziam selfies. Está aliviado.

Barato

O alvoroço que o indiciamento poderia dar às intenções de reeleição, está sendo visto como momentâneo. O prefeito de Florianópolis não subestima os adversários e avalia que o período entre Natal e Carnaval, é suficiente para corroer a festa que a oposição fez no inquérito enviado ao TRF-4. O marido de Cintia Queiroz lamentou a ofensiva.

Nome

O MDB precisa ter um nome para o jogo eleitoral ilhéu, mas só vai apresentar um efetivo depois de fevereiro. O partido não contava com a saída de Gean e o abandono de Edison Andrino. A saída do ex-prefeito de Florianópolis do partido foi fatal. A indicação é de que a sigla enferrujou ao não passar para o 2° turno em 2018. Está magro e desmotivado.

Amargou

O PSL busca alternativa eleitoral depois que Jair Bolsonaro chutou o palanque central. Esta desmotivação que mostra, por exemplo, um Ricardo Alba passando o bastão em relação a Blumenau, demonstrando que perdeu a direção. O deputado estadual ficou ruim com o governador porque foi com Eduardo Bolsonaro, que não confiou porque ficou com Moisés.


Definido

Como Ivan Naatz quebrou as correntes no PV, que prendem Rodrigo Coelho no PSB, já assume sua disputa em Blumenau fazendo trilha para Jorginho Mello em 2022. Lá, com o aval do senador de olho na Casa d’Agronômica, incentiva o deputado estadual a bater de frente com Mário Hildebrandt, inclusive com célula para discutir formas desta intenção.

Órfão

Eduardo Pinho Moreira sabe das dificuldades dos ulyssistas buscarem um nome com altura para enfrentar Gean Loureiro. O MDB, até pela leitura extraordinária feita pelo jornalista Cláudio Prisco Paraíso, não é exemplo para o momento brasileiro. Elizeu Mattos e Romildo Titon que o digam. Nem Edison Andrino suportou.

Valentia

O deputado Maldaner é um vietnamita. E sabe que os desafios eleitorais do ano que vem incluem a presença do MDB na Capital dos catarinenses. O parlamentar é um presidente acelerado e sabe o que fazer. Mas os ulyssistas não ajudam. Se o prefeito saiu e hoje está no Democratas, é porque, estar nele, mata.

Decisão

JPK deve dormir mais cedo e ao acordar tomar seu rumo se vai ou não disputar a eleição em Blumenau. O presidente do Democratas, com Gean Loureiro em Florianópolis e Gigante Buligon em Chapecó, está em uma camisa de força. Mário Hildebrandt é seu amigo e faz um excelente governo. Demovê-lo da reeleição é perigoso para ambos.



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