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Bate estaca em Moisés; Douglas Borba quer futuro; Ivan Naatz vai às bases; Paulinho Bornhausen mantém; A prova dura de outubro

Por: Marcos Schettini
20/01/2020 11:26 - Atualizado em 20/01/2020 11:28
Deputados Carlos Chiodini e Volnei Weber em recente roteiro pelo Sul do Estado Deputados Carlos Chiodini e Volnei Weber em recente roteiro pelo Sul do Estado

Foice, foi-se

Os ulyssistas estão correndo. O cenário de 2018 quando ficaram fora da etapa decisiva, mostra um coletivo que, mesmo sendo o maior de SC, é menor em respeito. Se a sigla tem uma bancada forte no Estado, em Brasília foi salvo por Carlos Chiodini, Celso Maldaner e Rogério Peninha Mendonça. Todos tem corrido muito neste período longe das votações e visto de perto, que precisa se mostrar mais junto ao eleitorado. O deputado de Jaraguá do Sul foi ao Sul sentir o tamanho do desafio. Trouxe para SC mais de R$ 25 milhões em recurso para várias áreas. Faz o trabalho que precisa ser feito. Carlinhos sabe que o eleitor de 2020 é diferente daquele de 2018. Mas não é só o partido de Eduardo Pinho Moreira neste desafio. O Progressistas, PSDB, PT e PSD, são iguais em mesmo compromisso. O cidadão quer pulso, presença e princípios de lisura e transparência. Todos estão no garimpo fazendo base para 2022. Outubro é uma nova experiência. Se a votação for igual a última, foice, foi-se.



Nenhuma das lideranças estaduais, aquelas maciças manifestações escutadas em 2018 no 2º turno, falam em favor de Carlos Moisés. O governador anda sozinho neste momento. À exceção das boates, aquelas nas noites d’Agronômica em que está acompanhado, percebe-se único.

Saindo
Douglas Borba, aquele premiê de Moisés que corria o Estado em vários municípios construindo sua candidatura a deputado federal, é passado. O chefe da Casa Civil quer o vizinho da Alesc, o TJ, onde tem mexido para estar neste destino.

Firme
Douglas Borba é um bom quadro. Mais que um futuro político, tem em seu governo paralelo ao Chefe, articulações feitas para ser, no futuro, um membro do TJ. Seria a certeza desta direção. Com o comando pleno da administração, se não for agora, não é nunca.

Mais
O transatlântico que Carlos Moisés assumiu depois daquele inédito 2º turno em que os ulyssistas ficaram de fora, revelou que mais de 60% dos governados por ele não sabem quem seja. Isso quer dizer que, se por acaso cair, vão no Google associar quem à imagem.

Conversão
Como Carlos Moisés começa a amargar a boca com o fel que há um ano era mel, a pedra na vesícula política, aos poucos, vai lhe dando dor. É a bile produzida que, falhando, mostra um fígado sem poder de digestão. A gordura no intestino vai acumulando e, às gotas, mata.

Visão
Talvez seja este diagnóstico que Douglas Borba visualize à distância. Sabe que, outro pedido de impeachment à costura, vai bater no casco no mesmo lugar do 1º, afetando tudo. Melhor pular do barco rumo ao TJ porque dá tempo.

Pescaria
De férias do Estado, lugar oferecido a vice que tem aparecido melhor que o titular, Carlos Moisés vai precisar fisgar um peixe-espada para se defender de tudo o que vai viver em diante. Sem boate na d’Agronômica e base do PSL, perdeu muito.

Salomé
Bonitinha, mas ordinária, Ana Campagnolo já deu uma das mãos a Ralf Zimmer Júnior e, no próximo pedido de impeachment, vai oferecer a outra. Evangélica, a deputada estadual quer a cabeça de Moisés à moda João Batista. Ela dança e Jessé Lopes passa a faca.



Tendência
Esta história de que não há clima para derrubar o inquilino d’Agronômica tem sentido. Ontem não, mas amanhã sim. Se as lideranças passarem em revista à tropa, vai ver outra em diferente daquele resultado do 2º turno.
Guerra
O governador busca apoio de vários prefeitos, seduzindo-os para seguirem rumo ao PSL em um leilão que a velha política, que ele pregou, ficaria com as faces do rosto vermelhas. Só, sem base e sem Jair Bolsonaro, aprendeu a fazer toma-lá-dá-cá. E não foi o MDB.

Decisão
Paulinho Bornhausen leva a melhor nas decisões de Laércio Schuster, deputado estadual e Mário Hildebrandt, prefeito de Blumenau, para o Podemos. Até agora, de todos os eleitos em 2018, o filho de JKB não perdeu nenhum quadro. O partido segue melhor que imaginava.

Aderiu

Ivan Naatz fez roteiro pelo Sul e sentiu nas veias o pedido de degola de Carlos Moisés. Ligado a Jorginho Mello, pupilo de Jair Bolsonaro no Senado, o deputado estadual vai para o PL com o 38 subliminar. Policial, só não segue para o Aliança porque é cedo.



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