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Cadê o Progressistas de Florianópolis; MDB sem nome na Capital olha PA; Marcos Vieira sabe a rota; Saúde morta

Por: Marcos Schettini
04/02/2020 08:19 - Atualizado em 04/02/2020 08:37

Saúde na UTI da irresponsabilidade

Nem tudo está ruim no governo Moisés. Tem setor que está pior. A dificuldade da saúde de SC não é de hoje, mas o atual governo colocou um bombeiro, que até tem habilitação em Medicina, que disse tudo estar errado e que, com eles seria diferente, iriam resolver. Não resolveram nada e, ao contrário, fica ainda mais destruída. Há quem afirme que no período de gestão de João Paulo Kleinübing, foram repassados recursos vultuosos para o Hospital Regional de Chapecó e Xanxerê com critérios de leitura cientifica das demandas estudadas pela equipe da Secretaria da Saúde.

O HRO, na Capital do Agronegócio, não entrou em operação a chamada ala nova. O hospital de Lages, pronto, não colocam em operação e, talvez, funcione no segundo semestre de 2020. Sabe-se que foram retirados uma série de equipamentos e destinaram a outra a unidades. Cita-se, como exemplo, tomógrafo de última geração que foi deslocado e não funciona. A saúde de SC tem solução se Moisés autorizar Paulo Eli, o competente secretário da Fazenda, repassar, mensalmente, o que é da Saúde e não usar este recurso para completar a folha de outros órgãos do Estado como aconteceu em 2019.

A rede filantrópica, com repasses garantidos por lei aprovada pela Alesc em 2017, é uma solução que o governo destrói com a irresponsabilidade que lhe é peculiar. A fraude, como se vê neste governo, é unânime. Se Carlos Moisés não cair, SC cai em seu lugar.


Abaixo, os números da Saúde, conforme Portal da Transparência:

Saude SC 2019.pdf


ENTÃO

Dentro do Progressistas há um sentimento de aguardo, real, para saber qual a direção do partido logo após a festa de Momo. Depois da saída de Pedrão, vereador de 11 mil votos em 2016, que foi para o projeto de Jorginho Mello 2022, não se sabe qual é o destino do projeto eleitoral dentro da sigla. Se Angela Amin entrar no jogo, será um dèja vu interessante.


FORA

Depois que Fábio Braga foi eleito presidente da Câmara de Florianópolis, a leitura que fica é de total afinidade de Gean Loureiro e Eduardo Pinho Moreira. O novo comandante da Mesa tem laços com o marido de Nicole Torret e, neste gesto, mostra que o coletivo do ex-governador vai jogar pró-reeleição do marido de Cintia Loureiro. O MDB olha Paulo Afonso meio estrábico para a missão.


FORA

Como são mais que adversários, a família Daux está indecisa se mergulha no pleito ou abandona a vida pública. Rafael Daux até foi cogitado para arregaçae as mangas, mas vem fugindo desta cruz. Se ele não vai, seus pares igualmente. Os ulyssistas ficaram sem direção depois da saída de Gean Loureiro. Por osmose, Edson Andrino. O ex-prefeito dá bolha na pele ao citar a antiga sigla.


ESQUEÇAM

Os ulyssistas até querem que Dário Berger seja mordido pela mosca azul, mas vão ficar na intenção. O senador tem Celso Maldaner alojado na garganta como a semente de abacate. Não engoliu aquela convenção e ignora todas as atividades do partido. Quatro vezes prefeito, São José e Florianópolis, mergulhou na tese João Figueiredo.

NADA

O MDB está completamente fora do processo sucessório na capital. A opção seria apoiar alguém de fora ou empurrar Paulo Afonso para a disputa. O ex-governador está mofado nas urnas há anos. Vem tentando um espaço que o próprio partido nega. Como agora não tem ninguém, olham-no como azarão. Se der certo, ou não, estão no jogo.


MENSAGEM

Hoje Moisés vai na Alesc dizer o mais do mesmo, como foi com seus antecessores. A diferença dele para os demais que passaram pela Casa d’Agronômica é que ele vive um pedido de impeachment que os outros não viveram tão precocemente. Os deputados sabem que ele, bem diferente de seu xará do Êxodo, quebrou as Tábuas da Lei. Daí a cassação.


TRAVESSIA

O pedido de impeachment tem fundamento jurídico. A OAB, Tribunal de Justiça, MP, Tribunal de Contas, que vivem da Lei, não se manifestam. O assunto é delicado quando o apelo social pela queda, não tem eco nas ruas. Uma voz ali, outra lá, é um bom início, mas sem potencial para seguir. A cabeça de Moisés só cai quando ganhar as ruas.


AMPULHETA

O governador sabe que tem fôlego para segurar a cassação muito mais pela frieza das ruas que pela certeza do atropelo da Lei. Precisa ganhar tempo para que o pedido seja sufocado antes dos professores entrar em greve e a segurança ficar em paralisia. Por isso que, refém, tudo o que os deputados quiserem, ele dá.

ELE

O deputado Marcos Vieira, que foi secretário da Administração no governo LHS, sabe o que ocorreu com Moisés. Tucano preparadíssimo, se subir à Tribuna, têm argumentos suficientes para afiar a guilhotina. Como o presidente da Casa não tem perfil de carrasco, e embora o marido de Késia esteja mais para Barrabás, Júlio Garcia é fidalgo.


PSEUDOS

Aquele beijo de Moisés em Daniela Reinehr é cenográfico. O script não é tão perfeito como aquele teatro filmado nas dependências do Centro Administrativo. Ali tem tanta verdade como nota de três reais. O titular quer a vice em 3° classe para um iglu no inverno canadense e ela, tão amorosa quanto, ele em uma ilha pró tsunami das Filipinas porque não encontrou voo para Wuhan.


FANTASIA

Casa cheia hoje, a volta aos trabalhos dos deputados é o rompimento do selo poético que seja eterno enquanto dure. Moisés viu-se nos versos de Vinicius, sua imortalidade política. Como chegou ao governo sem ter que dar satisfação a ninguém, imaginou-se para sempre. Sabe-se que tem sugado do Estado o que resta de vida administrativa, muito Vampiro é demais.


FESTA

A oposição ao prefeito de Balneário Camboriú passou o final de semana em carnaval. Fabrício Oliveira é tema nacional quando, no último sábado, fez barulho para ir para o partido de Jair Bolsonaro e, ontem mesmo, teve seus bens bloqueados por corrupção pela Justiça. Vereadores ao lado de partidos contrários, fizeram a ala da corneta e do tamborim nas redes sociais.



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