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Memórias do Campo | Os dois últimos anos políticos do Brasil

Por: Luiz Dalla Libera
19/02/2020 09:07 - Atualizado em 19/02/2020 09:38

O ano de 2018 para a política brasileira foi como o primeiro ano após a Ditadura Militar, com a renovação de deputados federais e senadores, juntamente com o governo de Estado e o governo da nação. Porém, esse modelo de renovação também aconteceu durante a Ditadura Militar em 1975, o qual foi eleição de deputados e senadores, havia dois partidos, a renovação aconteceu com o lema da campanha, a Arena dos marechais ou o MDB do povo, “o manda brasa”, com expressiva votação.

Contudo, o que ninguém esperava era que o povo queria a virada. Com a renovação de 2018 dos deputados federais, vimos poucas coisas que fizeram. Na campanha, estavam com o povão, mas em 2019, já no mandato, estavam unidos no seu timão, tudo bem! Não podemos dizer que os deputados são todos da mesma laia, mas a maioria, quando é para o bem deles, há o exemplo daquele deputado que foi o autor do projeto de quase quatro bilhões de reais para o fundo de campanha política.

Será que aquele deputado não sabe que a Saúde Pública e a Educação são uma prioridade e muitas outras políticas públicas precisam de recursos da União? Parabéns ao presidente Jair Bolsonaro, que vetou e não sancionou o projeto lei, deixando pela metade do valor, mesmo que seja bastante. Em 2019, Bolsonaro não fez lá aquelas grandes melhorias, mas a atitude para o fundo financeiro da campanha política foi muito bom. Outro ato que merece os parabéns foi o de poder ter armas em casa e nas propriedades, desde que sejam legalizadas dentro da lei, para que criminosos não tenham muita facilidade e sim muito medo de invadir casas e propriedades.

ELEIÇÕES 2018

A vitória de Bolsonaro até era prevista, mas ninguém esperava ou imaginava que, em menos de um ano de governo, o presidente abandonaria o partido pelo qual foi eleito e, pior, na garupa não carregou muito mais de 50% do PSL. Não apenas os votantes e militantes, autoridades eleitas não carregaram, até o governador Carlos Moisés não carregou. E o nosso Estado?

Apesar de que os produtores e consumidores não dependem muito das autoridades estaduais, mas ninguém esperava a renovação do Poder Legislativo, até mesmo do próprio governador, com uma expressiva votação no primeiro e o segundo turno, sendo que concorrente no segundo turno, Gelson Merisio, não chegou a fazer os mesmos votos do primeiro turno, mas isso é a legítima democracia.

Não obstante, Carlos Moisés é muito criticado por ter recebido, aqui na região Oeste, do seu concorrente, a grande maioria de votos e durante 2019 não veio aqui na região. Porém, na campanha não fez promessas de que viria aqui seguidamente. Foi criticado por se não se fazer presente emuma inauguração de uma grande agroindústria, com presença da ministra da Agricultura. Contudo, é bom recordar que, quando o ex-presidente Lula veio a Chapecó, o prefeito e nem o vice estavam presentes.

Algo que eu penso, assim como muitos pensam, é que podemos chamar o governador de um homem fechado, árduo, até de pão-duro, menos de corrupto ou que governa de modo insatisfatório ou até mesmo que esbanja os nossos impostos.


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