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Li, Vi e Ouvi | Cuidados paliativos e emoções

Por: João Lamarque de Almeida
16/03/2017 10:13 - Atualizado em 03/07/2020 10:47

Cuidados paliativas

É muito comum a gente ouvir de que quando uma pessoa tem uma doença incurável não tem mais nada para fazer. Muito pelo contrário, tem tudo a ser feito na linha do cuidado da dor e alívio do sofrimento, da espiritualidade, da afetividade e solidariedade. Nunca podemos abandonar a pessoa. Essas ações são uma síntese do que chamamos hoje de cuidados paliativos. Quando falamos em algo paliativo entendemos como sendo uma ação que não resolve o problema. O sentido aqui é outro. Historicamente “palium” significa o manto protetor que era utilizado pelos peregrinos para protegê-los das intempéries e do frio. Esta abordagem multidisciplinar protege a dignidade do ser humano, quando este tem que enfrentar o final da vida.

Conflitos emocionais

Atualmente, os médicos sabem que a ira costumeira pode produzir úlceras estomacais e acentuadas elevações de pressão do sangue. O Dr. Alvarez, da Clínica Mayo, que possui grande experiência no tratamento de vários distúrbios digestivos, constatou que em muitos casos a doença física é agravada por um distúrbio emocional. As perturbações físicas de todas as espécies estão tão intimamente ligadas às emoções que em muitos dos principais centros médicos do país os médicos geralmente investigam os fatores emocionais antes de apresentarem um diagnóstico final.

Pensamento

“Pequenas oportunidades podem ser o início de grandes empreendimentos”. (Demóstenes)


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