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Fluxo de pessoas aumenta e Xaxim ensaia normalidade mesmo com comércio fechado

Por: LÊ NOTÍCIAS
07/04/2020 16:48 - Atualizado em 07/04/2020 17:11
Divulgação/LÊ Avenida Plínio Arlindo De Nês, no Centro de Xaxim, no início da tarde desta terça-feira (07) Avenida Plínio Arlindo De Nês, no Centro de Xaxim, no início da tarde desta terça-feira (07)

O que parecia um cenário de Hollywood há 20 dias, agora já não espanta como antes. Na tarde desta terça-feira (07), o ritmo de normalidade tomou conta das principais ruas de Xaxim. A cidade com quase 30 mil habitantes, no Oeste de Santa Catarina, embora com comércios fechados, registrou grande fluxo de veículos e pessoas, bem diferente dos primeiros dias após o decreto do governador Moisés, que entrou em vigor dia 17 de março.

Agora, com inúmeros estabelecimentos abertos, o cidadão começa ir às ruas para pagar as contas e, aos poucos, vai ensaiando o cotidiano de como era antes de o coronavírus assustar a humanidade. Mesmo com 417 casos e 11 mortes confirmadas em Santa Catarina (no Brasil são 13.717 casos e 667 mortes), o aspecto econômico também amedronta famílias e empresas que terão dificuldades financeiras nos próximos semestres.

Com o problema econômico também assustando, as pessoas ignoram o pedido das autoridades para ficar em casa e saem às ruas sem tomar todas as precauções necessárias. Há falta de máscara, embora o uso começa a tomar proporções maiores.

Em Chapecó, maior cidade do Oeste, filas em agências bancárias se arrastam por quadras e a aglomeração de pessoas possui maior incidência. Com a ampliação dos atendimentos comerciais, as autoridades sanitárias pedem atenção com higienização para combater o Covid-19.

ESTUDO

Um levantamento da Federação das CDLs de Santa Catarina e do SPC revelou uma já esperada e evidente queda nas vendas, principalmente no crediário, opção de compra muito utilizada pelo consumidor catarinense.

O levantamento mostra que antes das medidas de isolamento social e restrições ao comércio físico, março apresentava uma melhora significativa em relação à primeira quinzena do mesmo mês de 2019, com um aumento de 9,46% no volume de vendas no crediário. Porém, também mostrou que quando comparamos o mês cheio, em 2020 e 2019, verificamos uma redução de 25,87% na procura pelo crediário e, considerando apenas os números da segunda quinzena de março, a queda foi de 62,04%.

O estudo também levantou os dados de sexta (03) e sábado (04) últimos – os dois principais dias de vendas antes da Páscoa. E, comparando com os dias 12 e 13 de abril de 2019, que também antecederam a Páscoa em sete dias, observou-se diminuição de 59,12% nas compras no crediário em 2020.

"Diante da inesperada crise e das perdas já contabilizadas, o melhor que temos a fazer é pensar em soluções. Por isso apostamos que a reabertura do comércio, aliada à já comprovada capacidade de recuperação dos catarinenses em momentos de grandes desafios, farão com que saiamos deste momento ainda mais fortes", considera Ivan Tauffer, presidente da FCDL/SC.


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