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Coronavírus derruba Moisés; Incompetência e falta de diálogo; A força do parlamento; A fraude Daniela Reinehr

Por: Marcos Schettini
16/04/2020 12:50 - Atualizado em 16/04/2020 12:53

Daniela Reinehr é uma fraude

Oportunista da pior espécie, a vice-governadora consegue ser tão caprichosamente inocente. Ela aparece sempre que Moisés viveu seu pior momento. Mas é farinha do mesmo saco. Ela, uma advogada sem expressão nenhuma, chegou na chapa para ser vice da mesma maneira que seu chefe, aquele velho método do jardim de infância do “minha mãe mandou escolher este daqui, mas como sou teimoso vou neste daqui”. Agora, se aproveitando dos tempos de trevas que o governador vive, tropeçando em questionados hospitais de campanha, acha-se limpa suficiente para, se o titular cair, ela assumir como a nova governadora. Pobre mente, não sabe nada. Ele, amadurecendo, vai cair da Cadeira logo adiante. Ela vai junto. Se ele é ruim, ela triplica-se nisso. Outubro de 2018 não foi só um erro, mas um desastre total. Parabéns eleitor.


REAL
A situação do governador de SC é de final de governo. O método adotado por ele no início desta gestão, isolando pessoas e ignorando gestos mostra, agora, sua agonia.



TROPEÇO
Por que Carlos Moisés está em seu final? Devido às escolhas. Ele, por ser militar e não aceitar opinião, tem um secretariado patético e sem noção nenhuma de governabilidade.



EXCEÇÕES
Douglas Borba, como já foi falado no passado, tem um particular, conhece da política. Embora é dentro de sua pasta que todas as bombas de negligências com o MP tenham explodido. Helton Zeferino, da Saúde, é deslocado.



PIOR
O sentimento dentro do Centro Administrativo é de terremoto pleno. Os sismólogos mais próximos do governador analisam abalos sem reversão, com tsunamis de impeachment e abandonos totais.



ESCOLHAS
Carlos Moisés não aprendeu nada. Nem Napoleão, leitor permanente de Machiavelli, tomava decisões sem seus melhores aconselharem. Quando assim não fez, a batalha de Waterloo respondeu o fim.


SOCORRO
Agora é tarde para que Carlos Moisés levante a bandeira branca. No começo, em plena sessão de posse, Julio Garcia teria assumido seu perfil como homem público de caráter político. Isso, por si, diz tudo.



FATÍDICO
Carlos Moisés não contava com o invisível inimigo do coronavírus revelando sua incapacidade de controle. Hoje não se elege para assessor da paróquia de Tubarão. E, se for sensível, fica em casa.


BATOM
O governador sujou seu colarinho com a sociedade. Ela não acredita mais nele e o PSL, que tomou para si, é mais um peso morto no próximo processo eleitoral. O eleitor elegeu-o como o Judas.



NINGUÉM
Ficando só a deputada Paulinha ao seu lado, Carlos Moisés está sem fôlego na apneia. Mergulhou em uma crise política sem precedentes. Se não morre pelo coronavírus descontrolado, é pelo impeachment.



ABANDONO
Os primeiros a sair do barco sempre são os ratos. Eles comem das migalhas caídas do comandante da embarcação e, sempre insatisfeitos, procuram outro lugar para garantir a sobrevivência. Famigerados, são descontrolados.



MERECIDO
A vitória de Carlos Moisés nas urnas é tão trágica quanto uma tartaruga vencer a corrida da lebre. O povo mostrou que não sabe votar, foram guiados pelos robôs que pensam mais, e melhores, levaram SC a este cenário caótico.

BRAÇO
Se o Executivo engessou, Legislativo e Judiciário mostram agilidade. Deputados estaduais ou federais, senadores e servidores, movimentam a máquina. Em pista de curvas, dirigem sob chuva com pneu careca.



DEDICAÇÃO
Esperidião Amin, Jorginho Mello e Dário Berger, são um festival de boas intenções que, somente agora no coronavírus, estão sendo reconhecidos pela sociedade. Agora ela reconhece o valor que sempre tiveram.



MAIS
Atacados permanentemente pelos patéticos eleitores sem cérebros, que acreditam em fake news, os senadores, deputados federais e estaduais, dão o que sempre ofereceram. São eles que estão mudando o Brasil.



ÓTIMO
Camilo Martins saiu-se vitorioso ao ter que entrar na Justiça para forçar o Governo de SC a passar as estratégias adotadas no controle da pandemia. Isso, por si, mostra que Moisés está completamente perdido.



MOTIVAÇÃO

Os prefeitos, embora constitucionalmente com direito isolado de decidirem o que fazer para combater a pandemia, querem transparência e sintonia com Moisés. Por ele não conversar com ninguém, Camilo Martins cansou e venceu na Justiça.



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