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Impeachment de Moisés é certo; O que pensam os senadores; Gelson Merisio entra; 500 dias do desgoverno de SC

Por: Marcos Schettini
15/05/2020 12:52 - Atualizado em 15/05/2020 12:59
Cristiano Estrela/Secom

500 dias de destruição

Carlos Moisés comemora meia milhar de tropeços, arrogância, soberba, orgulho, indiferença, desrespeito, imoralidade, perseguição e ignorância à frente do melhor Estado do país. Impressiona que durante este período, ignorou a OAB, enviou ofício aos Poderes, prefeitos, vereadores, instituições, imprensa, empresariado, policiais civis, militares e professores, tocou violão, cantou em festas, fez show na cozinha da Casa d’Agronômica, falou 3 minutos na abertura dos trabalhos na Alesc, foi vaiado, trocou três vezes de liderança do governo, com um deles pedindo sua cabeça à moda João Batista e, finalmente, deixou destruírem os cofres do erário com a rapinagem patrocinada pelos seus colaboradores que, logo, serão provavelmente presos. Tem uma vice patética e tola, apelidada de Garganta Profunda e jogou o Estado barriga-verde no abismo. Parabéns pela data.


CALMA

Ninguém está correndo para derrubar Carlos Moisés. Ele mesmo tem feito isso com a sabedoria de um militar. Ele, auto mutilando-se, vai arrancando de si tudo o que precisa para tropeçar por gosto pessoal. Nunca se soube de um governo tão destruído.


PENSANDO

A deputada Paulinha lamentou que o Satélite tenha afirmado que ela, bem antes de Carlos Moisés, estaria preocupada com o próprio mandato. Mas sabe das grandes dificuldades que tem para, neste momento de terror que o governador vive, se manter poder dele na Alesc.


ELA

A deputada sabe que, mais na frente, e não demora muito, vai abandonar o governador. Ele, em denúncias de corrupção, virou corriqueiro. Ninguém, de forma inteligente, ficaria defendendo o indefensável. Paulinha tem outras responsabilidades.


VISÃO

João Amin, membro da CPI de todas as corrupções de Carlos Moisés, não somente pediu um encontro cara a cara com os envolvidos na rapinagem que derrubou Douglas Borba e Helton de Souza, mas saber o mapa do traçado do dinheiro público roubado.


SERIEDADE

Não há dúvidas de que João Amin tem, em casa, as melhores orientações para fazer seu mandato brilhar. E pode, sim, sair disso um nome para futura majoritária. Dentro da Alesc, o deputado brilha com discrição. Tem o cacoete dos pais a seguir. Se sair eleição, olha a majoritária.


ELE

Dário Berger não dá opinião pessoal sobre os tropeços corruptos de Carlos Moisés, mas afirma que o MDB vai na linha de cassar a chapa inteira. A vice Daniela Reinehr é a continuidade em tolices. Qualquer espertalhão quer uma governadora como ela.


CANDIDATO

Tanto Dário Berger quanto Jorginho Mello vão colocar seus nomes à disposição do partido para disputar a eleição desde já caso, claro, os deputados estaduais sejam iluminados e terminem de vez com o sofrimento de SC, derrubando a chapa de 2018.


VISITA

Julio Garcia e Jorginho Mello conversaram muito na última segunda-feira. E o senador não esconde o desejo de disputar, agora, a eleição para governador. O senador do PL olha para Bolsonaro para sustentar suas intenções já em 2020. O presidente da Alesc tem grandes responsabilidades.


QUIETO

Esperidião Amin sempre é lembrado a disputar uma eleição nestas condições em que, pela lisura e responsabilidade de homem público nunca manchado em dúvidas, é o sonho ideal do Progressistas. Mas não fala nada sobre. Seu silêncio é da personalidade.


OBSERVANDO

Gelson Merisio olha os tropeços de Carlos Moisés e ganha a observação do eleitor caso confirme a cassação de Moisés e Daniela. Ele, ainda em 2018, dizia da incompetência e falta de pulso do atual governador. Avisava que ele iria jogar SC no abismo. Está aí.


NATUREZA

Em entrevista em Chapecó, Gelson Merisio atacou profundo os desmandos, corrupção, incompetência e as mentiras de Carlos Moisés. Passou a ser candidato natural caso a chapa seja cassada. Afirma que sem forçar nada, pode ser opção para arrumar o estrago.


JOGO

Os deputados estaduais sabem que cassando a chapa, pode haver eleição. Mas se arrastarem até janeiro, o efeito de tirar é o mesmo, mas com eleição indireta. Isso quer dizer que o prestígio e habilidade de Julio Garcia conta muito na graça das bancadas.


REALIDADE

Julio Garcia é um exímio quadro de Poder. Sabe mexer o tabuleiro, mas, pelas condições de presidente da Casa, tem cuidados extraordinários para não criar inoportunas situações. Político de alto valor na Casa, é uma opção forte, verdadeira e sem sangria vista, por eles, como ideal.


MEXIDA

O PSB de Chapecó está apelando para que o presidente estadual do partido coloque seu nome à disposição do debate para disputar a prefeitura. Cláudio Vignatti deverá ajustar com Carlos Siqueira, presidente nacional, para deliberar. O ex-ministro não descarta a missão.



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