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Busque por Palavra Chave

Tempos perdidos; Santa inocência; Ouro de Tolo; Por quem os Sinos Dobram; Desgraça é pouco

Por: Marcos Schettini
15/06/2020 09:59
Tony Winston/Agência Brasilia

O aumento da desgraça

Está ficando tudo perfeito. O que está mergulhando em um cenário de guerra civil. Os lados em enfrentamento ideológico se preparam para voltar às origens animalescas que demonstram. Se não há recuo de nenhum lado, e não haverá, a soma deste perverso quadro de horror é o aliado coronavírus que vai abraçar os dois lados em luta. Enquanto uns jogam fogos no teto do STF, outros vão às avenidas Paulista país afora para se odiarem. Esta leitura de que os grupos estão fazendo manifestações pacíficas, é visão dos míopes. O que há por trás disso é algo superior e sem volta. As mortes pelos vírus do mal é apenas um cenário pouco importante para as autoridades. Se elas deveriam falar algo significativo, inflamam as dores, aguçam o ódio. A explosão do caos está sendo preparada. Quem observa, vê.


CEGO

Desajustado, Carlos Moisés poderia ter procurado Jorge Bornhausen ainda no ano passado. Razões tinha para mexer nesta direção. Além da vasta experiência que impõe, tem pleno domínio sobre seu círculo.


ANÃO

JKB é um caminho de solução para todos os problemas que Moisés não observou. O ex-governador é fonte de conselho permanente de Julio Garcia, presidente da Casa. Isso por si, não precisa de explicações. Agora é tarde.


MANCO

Até Paulo Afonso, em mesmas condições de atribulações, foi a procura do Kaiser. O então presidente Nacional do PFL morava na antessala da presidência da República porque, pelas exigências de seu pulso, não dormia. Moisés não viu.


ONTEM

JKB é piso de chegada certa. Quem jogou com ele, fez o placar final. De palavra, honrado no que diz e firme nas posições, teria dito que Carlos Moisés era um quadro se experiência e que tinha como acertar o rumo. O marido de Késia não entendeu.


HOJE

O atual cenário de agonia que amarga, não tem mais como segurar seu peso morto. Poderia ter tricotado com uma bancada de 40, preferiu o isolamento. Agora, com a linha interrompida com todos, é um corpo em decomposição.


AMANHÃ

No pelourinho social, Carlos Moisés não pode sair às ruas. Quem confiou em sua liderança e foi para o PSL naquele levante de fevereiro, apanha por osmose. Percebendo-se traídos, com nova janela, sai todo mundo.


FUGA

Se de fato for confirmado uma nova janela aos partidos, o PSL sofre evasão total. O partido tem dinheiro, mas zero de moral. Hoje, mesmo com dois milhões para a campanha, quem disputar, precisa do dobro.


MOÍDOS

Carlos Moisés não somente tem dificuldades de sair às ruas, onde estiver será hostilizado. Muitos restaurantes, lojas e pequenos comerciantes, aqueles que são maioria da economia de SC, nunca mais vão abrir as portas novamente.


DECEPÇÃO

Quem tem JKB, Esperidião Amin, Eduardo Pinho Moreira, Leonel Pavan, Raimundo Colombo e Henrique Córdova, disponível, teria tudo para buscar neles a orientação que sua inexperiência exigiu. Ao contrário de procurá-los, os ignorou.


FINAL

Como urina whisky e arrota caviar, Carlos Moisés elevou-se ao Olimpo. Agora, sem ter um corrimão, vai à procura de uma saída em meio à escuridão. Hoje, quem busca proteger sua vida política, corre contra as urnas.

ELES

Os deputados estão sendo pressionados a dar velocidade à CPI para enviar logo ao plenário e afastar a chapa. Ele por tudo que se vê, ela pelo dobro disso. Quem salvar a vida pública deles, não será perdoado em 2022.


CONDENAÇÃO

O resultado de 6 a zero do Tribunal de Contas, condenando Moisés e Daniela pelo aumento ilegal aos membros do PGE, é o mínimo diante do apelo da sociedade. A pressão é na Alesc para agilizar a cura administrativa.


ESPERTO

Lucas Esmeraldino está em Brasília vivendo a vida que pediu a Deus. Na Secretaria de Desenvolvimento, se fez zero para merecer a promoção, mostra que Carlos Moisés não tem pulso ou coragem. É apenas alguém em uma grande Cadeira.





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