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O MDB deve respostas; Os ulyssistas e a redenção; Carlos Moisés é uma pedra no sapato; O motor de Jorginho Mello

Por: Marcos Schettini
17/06/2020 10:27

Jorginho Mello joga forte

A bancada do PL na Alesc olha o senador como trunfo para, decapitada a chapa vencedora do 2° turno de 2018, pisar na construção das discussões pró Jorginho. O presidente estadual dos liberais tem uma carta na manga para neutralizar o MDB de Joinville e conceder à dona Ivete da Silveira para, ao lado de Dário, ter duas cadeiras no Senado. De cara atrai o PSDB de Beto Martins que, também de olho na vaga, quer a titularidade. O filho de Ibicaré assume-se como oestino para convencer que, se a eleição for direta, com a Alesc cassando Moisés e Daniela Reinehr, tem chances reais de construir uma aliança nesta direção. Os deputados querem que o processo seja acelerado para fazer esta construção ocorrer. O jogo já não é mais se a dupla cai, mas quem são os que irão suceder. O filho de Célia Maria Mello tem, por luz, a voz de apoio pleno de Jair Bolsonaro. Tem uma lista de ações parlamentares que beneficiaram os empresários e o cidadão. Tudo isso motiva para querer morar na Casa d’Agronômica.


MOVIMENTOS

O MDB sempre será um partido com força política. Não é apenas o que tem o maior número de prefeituras, mas a própria história que carrega. Ter saído daquele desastroso 2018, deu no que todos já conhecem.


LEMBRANÇA

Não é pela experiência negativa que o eleitor decidiu em 2018 que o MDB não tenha seu valor. O ex-presidente Mauro Mariani foi corajoso em 2014 quando quis romper com o PSD afrontando com LHS em busca de luz própria.


RESGATE

Os ulyssistas sabem que cometeram também um erro no segundo turno, mas a decisão de votarem em Carlos Moisés foi aquele raciocínio do nem tu nem ele. Mas está na hora de se vestir da história que esqueceu.


ELE

Não é à toa que os vereadores e boa parte dos prefeitos querem Mauro Mariani de volta ao jogo. O ex-deputado está voltado às atividades particulares e seu nome ganha altura para agora, neste momento.


TAMBÉM

Celso Maldaner é o rosto real do MDB e tem, no próprio sangue, o jeito ulyssista de ser. Por isso o partido ainda tem o sentimento do passado que precisa ser mostrado ao eleitor. Querem o partido no protagonismo.


ERRO

Ao dividirem rumos naquela desastrosa disputa entre si, colocando Dário Berger e Celso Maldaner na escolha de rumos, mostrou que seus líderes precisam de um novo LHS. A vaga está em aberto e ninguém ousa.


RESPONSABILIDADE

Ao receber de LHS a jaqueta que simbolizou o repasse da liderança, Mauro Mariani tem que assumir este gesto até por questão moral própria. O gesto do desaparecido líder voa sobre a cabeça do MDB.


JOGO

Não existe fidelidade em política. Ela divorciou da razão e saíram da mesma cama. A democracia é filha de outro. Nestes tempos de desgoverno pleno, todos são importantes. E agora é hora de construir a disputa, decapitando o erro de 2018.


CADÊ

Se a CPI vai na direção da guilhotina, então é preciso esperar os passos que estão sendo dados. Se o réu é culpado ou não, é só colocar a cabeça para fora da janela e ver os gritos dos indignados. Se estas vozes não têm peso na condenação, para que Comissão?


FORÇA

O disparate de Mauro Mariani ficar fora do 2° turno, mas com o MDB fazendo uma bancada forte para a Alesc e três federais, mostra que o partido de Ulysses Guimarães de fato é muito grande. Se o eleitor errou, e sempre são donos dos motivos, agora é hora de corrigir.


DEGOLA

Afrouxar para Moisés continuar morando na Casa d’Agronômica é um desrespeito à vontade do cidadão. Ele errou e, agora, busca a correção. Seja pela eleição direta ou não. E Mauro Mariani pode ser redimido daquele equivoco eleitoral.


JOGADA

Se o MDB não trair o eleitor e cassar Carlos Moisés, as movimentações em torno de Mauro Mariani aceleram. Entra no páreo ao lado de Celso Maldaner e Dário Berger. O clima no partido deve esquentar em debate.




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