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Justiça nega prisão preventiva de jovens indiciados por estupro coletivo em Pinhalzinho

Por: LÊ NOTÍCIAS
18/06/2020 16:34
Reprodução/Polícia Civil Trecho de conversa de grupo do WhatsApp entre os jovens acusados de estupro coletivo Trecho de conversa de grupo do WhatsApp entre os jovens acusados de estupro coletivo

A Polícia Civil de Pinhalzinho concluiu inquérito policial que apurou fato ocorrido na madrugada de 26 de janeiro de 2020, quando uma jovem, maior de idade, após sair de uma casa noturna em Pinhalzinho, pegou carona com cinco rapazes, os quais eram seus “conhecidos”, que a levaram para casa.

De acordo com as investigações da Polícia Civil, durante o trajeto, dentro do veículo, os cinco, com idade entre 18 e 24 anos, se aproveitando da vulnerabilidade da vítima, abusaram dela, praticando contra sua vontade inúmeros atos libidinosos. Ainda, os cinco chegaram a parar o carro com a clara intenção de praticar ato ainda mais violento, momento em que um deles convenceu os demais a não fazer.

O inquérito foi instaurado com base em denúncia anônima recebida pela delegacia, já que a moça, com medo e constrangida, não quis registrar a ocorrência. Porém, ao ser ouvida perante a autoridade policial, relatou detalhes do ocorrido, confirmando a denúncia.

Durante o inquérito, também foram juntadas várias mensagens trocadas entre os agressores em um grupo de WhatsApp, por meio das quais eles conversam animadamente sobre o ocorrido, dando detalhes sobre os abusos e ridicularizando a ofendida.

Ao serem interrogados pelo delegado da Polícia Civil, Jeronimo Marçal Ferreira, todos eles acompanhados de advogado, optaram por exercer direito constitucional de permanecer em silêncio. Eles foram indiciados por estupro coletivo e o inquérito policial foi encaminhado ao Poder Judiciário.


Polícia Civil anexou ao inquérito as mensagens trocadas entre os jovens em grupo do WhatsApp (Foto: Reprodução/Polícia Civil)

PRISÃO NEGADA

Argumentando crueldade e covardia do crime praticado, a Polícia Civil pediu prisão preventiva, a qual foi negada pelo Poder Judiciário, que, por outro lado, decretou medidas cautelares em desfavor deles, que deverão responder ao processo criminal em liberdade.

O delegado Jeronimo Ferreira explica que não é possível a divulgação de imagem ou qualquer dado que permita a identificação dos envolvidos, principalmente diante da Nova Lei de Abuso de Autoridade, a fim de se evitar eventual responsabilização cível, criminal ou administrativa pela exposição.


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