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Lágrimas dos empresários; Moisés é um ator; A responsabilidade de Akimoto; Gean Loureiro limpo

Por: Marcos Schettini
19/06/2020 10:35 - Atualizado em 19/06/2020 10:38
Arquivo/Lê Notícias

Gean Loureiro assina

O fato do prefeito da Capital sair pela porta da frente do TRF-4 com a sua moral intocada ontem, foi o quadro perfeito que precisava para levar Cintia, sua esposa, para jantar. Foi para casa abraçar a família que, há um ano, teve sua integridade abalada por tudo o que todos já sabem, quando os desembargadores, por unanimidade, rasgaram aquelas acusações e jogaram pela janela. O banho de justiça que tomou, carimba um processo político capaz de dar a ele não somente o repeteco de comando já no 1° turno, mas desencoraja seus opositores a tentarem uma missão difícil de debate. O filho de dona Judite sabe que é preciso se manter na rota da humildade para que seja, novamente, coroado para conquistar outra responsabilidade eleitoral. Fábio Veiga vai, agora, moer o passado e produzir o futuro. O faz com competência porque, o herdeiro de seu Aguinaldo segue, à risca, o traçado estabelecido. Se ontem foi festa, amanhã terá outra.


LENÇO

A cena de lágrimas que Carlos Moisés elaborou em Jaraguá do Sul foi aquilo que se chama de perfeito. O governador tem motivos para nunca mais parar de chorar. Ele e sua vice patética assinaram a posse da desgraça perfeita.


SUOR

Com sudorese de noites não dormidas e rostos marcados pelo caminho das dívidas, o pequeno empreendedor não pode fazer o mesmo que Carlos Moisés que, com a caneta disponível, indica parentes para o caixa-forte do Estado.


LÁGRIMAS

Quem está chorando no set de filmagem são os comerciantes que fecharam suas lojas e restaurantes que azedaram as toneladas de contas que precisam pagar. Leem o valor expresso no script sem saber como pagar.


PARENTESCO

Ao colocar nora, familiares de militares, militares incompetentes para assumir cargos, o sorriso seca as lágrimas de Carlos Moisés. Resolve bem os problemas dos mais chegados e vai a Jaraguá ser ator de Hollywood.


PLENO

Os militares estão com vergonha de ter Moisés como membro. A farda, manchada dia a dia de incompetência e arranjos aos seus, fez do governo um desastre. Só quem o defende são os beneficiados. O governador não pode ir à caserna.


ACIC

Nelson Akimoto está salvando a entidade em Chapecó. O presidente da instituição tem valores pessoais que resgatam os tropeços do seu antecessor. Espera-se que ele tenha a iluminação para ficar longe do erro eleitoral de 2018 que Barozzi assinou.


QUIETO

Aquela célula de moralidade patética do chamado Observatório Social se calou no desmando de Carlos Moisés, mas são capazes de verem que o cafezinho, servido nas recepções públicas, é abuso do dinheiro público. Socorro.


LIMPEZA

Está na hora da Acic de Chapecó começar a olhar para dentro de sua própria estrutura e tomar uma posição moderna de administração. A entidade tem errado muito para poder criticar o certo e abafar o errado.


CEGATÓRIO

O Observatório Social de Chapecó precisa tirar a miopia que marca sua inépcia. Tagarelando muito, deveria de fato dar sua contribuição em Casa. Ficar no varejo da pessoalidade cobrando miudezas sem enxergar o que de fato é moralidade.


SOCORRO

Qual o problema de servir café nas repartições públicas tem sido uma pergunta. Até parece que quem trabalha ou vai às Câmaras, Assembleias ou Congresso não são pessoas que merecem ser tratadas bem. Até porque o dinheiro é dele.


MANIFESTO

Estas demagogias tolas e sem sentido são defendidas pelos anões que se acham super moralistas. A patética atitude de ser um cobrador de miudezas, não muda o sentido real do que é ser um grande servidor da humanidade.


BACANA

Ser homem público é levar seu povo à existência do altruísmo e ao sorriso sincero no rosto de cada um. Quando a roubalheira dos respiradores tem menos importância que servir cafezinho ao cidadão nas repartições públicas, é o avesso do avesso.



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