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Começa a campanha 'Fora Moisés'; Entidades abraçam; Tudo errado em SC; O desafio de ser vereador

Por: Marcos Schettini
14/07/2020 12:15
Divulgação

O papel grandioso do vereador em qualquer lugar

Vereador é, sem dúvida, o maior e mais forte entre todos os legisladores. Esta força ocorre porque ele tem o cheiro do povo. Pisa no bairro, no barro, na casa do cidadão. É ele quem escuta as lamúrias e leva ao conhecimento do prefeito, dos secretários, para falar na Tribuna. Vereador bom é o que chega atrasado às sessões porque foi ao mais distante da vila para escusar dona Chiquinha e o seu Bastião. Vereador engomado é aquele do salário, das festinhas, da perda de tempo. É um vereador, mas percebe-se senador porque imagina-se distante do grito que, lá em Brasília, chega demorado, já sem a força do grito de abandono. Espera-se que as eleições possam, pelos dedos dos eleitores, tirar os candidatos quadrados do cenário e jogue para o debate quem de fato coloca o pé na lama. Fábio Braga, o presidente da Câmara de Florianópolis, eleito pela primeira vez, tem futuro nos moldes impressos nesta obrigação. Já está se construindo nesta direção. Está pegando gosto pelo mandato e tem um leque que observa seus passos. Tem tudo para ganhar o futuro em SC.


VAZIO

Com os hospitais de prateleiras vazias, sem os principais remédios, para dores por exemplo, mobilizou as autoridades para uma solução imediata. O senador Esperidião Amin foi duro na cobrança, mas esta solução está longe de ocorrer de imediato. Não há governo.


ESFORÇO

As mínimas demonstrações de liderança que Carlos Moisés poderia exercer, estão fora da observação. Longe de Jair Bolsonaro, da bancada federal e estadual, as soluções estão ocorrendo sem planejamento algum. As medidas que o governador tomou agora mostram isso.


TARDIO

O abre e fecha, decisões precipitadas que foram tomadas sem o critério real de avaliação, afirma o que todos já sabem sobre a incapacidade de Carlos Moisés indicar a direção de SC. Totalmente torto, o decreto que assumiu é gago.


FRAGILIZADO

O PDT vai ter uma conversa com a deputada Paulinha hoje para entender o que ela está fazendo na liderança do governo na Casa. O partido sabe que a capacidade da trabalhista é competente, mas Carlos Moisés está falido. A sigla se desgasta junto.


FUTURO

Todos sabem que Carlos Moisés e Daniela Reinehr já estão no caminho do abate político. E, consequentemente, todo o plantel de secretários confusos e trapalhões que colocaram o Estado nesta situação. Paulinha ficar na liderança, é moer sua história.


CAPENGA

Incompetência não pode ser tolerada. Deve ser retirada com a força que move o mundo. A política, aquela de ser um líder piegas, não funciona. Quem vai à Tribuna na abertura dos trabalhos legislativos e fala aos catarinenses em quatro minutos, não merece respeito.


DEDUÇÃO

Moisés está pedindo para sair e sua voz chega aos ouvidos quase que de modo gritante. Está cansado, perdido, desmotivado, capenga, desmoralizado. É um governo fracassado que não tem mais volta à superioridade da posse. Acabou.


PATÉTICO

A voz de Jorge Tasca, pela sua força, deveria ser ele o governador. Mas como não é, vai ficar querendo. A CPI vai finalizando e, embora tenha quem mostre dúvidas de que é sim uma célula política, vai martelar no desejo dos catarinenses. Sem piedade.


FORA

“Fora Moisés” já ganha entidades, professores, praças, juventude. Resta apenas escutar o barulho que sua incompetência gerou em SC. No governo, não escapa ninguém. Há uma firme necessidade de que o inquilino d’Agronômica saia já.


LEMBRANÇA

A família do governador vive às insônias dia pós dia. Não há um só aparecimento da primeira-dama que ganhe sua grandeza nas questões sociais. Reclusa, está protegida pelo anonimato que resguarda sua presença no governo. Deve estar arrependida do maldito 2018.



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