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Oficiais rachados; Celesc e Casan longe do cidadão; O silêncio apreensivo das Federações; Imprensa forte e coesa

Por: Marcos Schettini
15/07/2020 09:44
Mauricio Vieira/Secom

O medo expõe a covardia

Quando Carlos Moisés defendeu que o setor econômico deveria boicotar a imprensa, ele assumiu seu patético comportamento de inutilidade. Foi aí, nesta fala, clamando para destruir a voz do Jornalismo de opinião, que o marido de Késia expeliu sua última gota de tolice. Agrediu quem tem o poder de formar raciocínio. Quis derrubar, com sua grosseria, a porta de entrada da Casa do Jornalista, da Associação Catarinense de Imprensa e da Acaert. Tanto Ademir Arnon como Silvano Silva, presidentes respectivamente destas entidades de classe, viram-se afrontados, confrontados. O governo mostrou que, para matar a imprensa, era preciso tirar deles o sustento, o trabalho, os ganhos, os empregos. Por quê? Por ser evasivo, pobre de relacionamento, de inclusão, de respeito, valores morais e humanos. Rasgou sua roupa enganosa de homem público para revelar a de tirano, cruel, ditador. Mas foi necessário que assim falasse e fizesse para que, mesmo mascarado, fosse preciso identificar seu caráter perverso, incompetente e sujo.


ADESÃO

Esta história de que Carlos Moisés tem apoio dos oficiais, é apenas um sonho distante. Ao contrário disso, aquela nota oficial não responde pelo coletivo da alta caserna. Estão envergonhados. Sabem que o governador não representa o que pensam.


MILITARES

A célula fardada dentro do governo estadual até deu apoio inicial às mexidas de Carlos Moisés. Na Segurança Pública, onde dominam o tema, colocou o ideal 4x4 que não deu certo. Os oficiais, se tivessem sido escutados, o momento era melhor.


NADA

A Celesc tem um presidente completamente fora da área de serviço. O mesmo se dá na Casan. Afirmam que área técnica traz resultado. Era só o que faltava ser também um desastre. Mas estes espaços são políticos. E por estarem longe da sociedade, são desperdiçados.


ELES

Os presidentes da Celesc, Cleicio Poleto Martins e da Casan, Roberta Maas dos Anjos, se atraíram lucro às estatais, isso é obrigação. São frios no debate estadual com a sociedade onde, ao não interagir, são omissos, quase inexistentes. Um desastre total.


EFEITO

Ao dar um choque repelente na sociedade, Cleicio Poleto distancia a Celesc em tudo. Neste episódio do ciclone bomba, com milhares de casas sem energia elétrica, não deu um só anúncio de consolo ao patronato cidadão.


IGUAL

Roberta Maas dos Anjos pode ser um quadro com carreira na Casan, mas segue o engessado da Celesc. Se ele colocou 220v na repulsa social, a presidente da Casan afogou as relações com o cidadão. Duas estatais com perfil pró-exclusão.


LINHA

Cleicio Poleto ou Roberta Maas dos Anjos seguem a linha de distanciamento que Carlos Moisés imprimiu no governo. Ele mesmo, por nunca ter tido uma bússola de orientação política, colocou todos nesta tolice. Por osmose.


TRAVADA

Que SC está na UTI da patetice, é unânime. As entidades empresariais, abandonadas, ignoradas e esquecidas por Lucas Esmeraldino, aquele pseudo secretário do Desenvolvimento, fez o empresário descobrir que o governo é seu vilão. Caindo, tem festa.


APREENSÃO

Os presidentes de Federações, seja a Fiesc, Fecomércio, Fetrancesc, Fecoagro, Facisc, Faesc e outras de igual importância, vistos como gandulas, observam um Carlos Moisés como desgraça, só não falam. Se ele é isso, imagina a vice Daniela Reinehr.


FESTA

Claro que as entidades empresariais vão ficar mudas nesta ação política de decapitação do governo estadual. Mas fazem deste silêncio uma comemoração porque nunca foram tão friamente desprezados. O Estado jogou-os fora da linha de campo.


CHUTE

Por isso, quietos, os empresários olham a dupla vencedora do pleito de 2018 como uma lição. Os erros daquela escolha, com profundos prejuízos ao poder Econômico, podem ser corrigidos adiante. É a responsabilidade da Alesc, uma gigante, posta à prova de solução.



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