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Moisés quer fazer saldão; Desesperado pelo Poder; O tempo destruiu a farsa; Os governadores reais de cada tempo

Por: Marcos Schettini
05/08/2020 12:41
Divulgação

Eles são os mesmos de hoje e de ontem

Todos os governadores que Carlos Moisés e Daniela Reinehr ignoraram, subtraídos de seu discurso soberbo na inauguração da Ponte Hercílio Luz, naquela festa que não era deles, agora são chamados para entregar a ele o oxigênio que afirmou não precisar quando mostrou-se campeão de mergulho. Afirmava não precisar de ar porque controlava tudo e, portanto, dono de si, exalava orgulho, suando soberba pelos poros agora entupidos. Bacana quando a humildade se transforma em escudo para manter seu Poder. Nenhum outro líder estadual julgou-se nesta besta. Os governadores que passaram pelo Poder, harmonizaram com a sociedade e, do mesmo modo que tiravam uma carreira de luta para imprimir seus estilos, respeitaram, construíram pontes. Aquelas que ele disse que queimaria para que ninguém passasse mais. Falou isso sobre os aplausos de Cidnei Barozzi, então presidente da Acic, naquele patético segundo turno. Uma salva de palmas para os dois. Aquele que implora por salvação e ao que ganhou o troféu Cavalo Manco.


DESESPERO

O bombeiro está ficando sem água para apagar a sua tolice de se entender como deus. Olha-se em frente ao espelho e vê um governo patético e um miserável em relacionamentos políticos. Agora, sem saída, beija a mão de quem ele condenou.


INSOLENTE

Esta história de não derrubar seu governo envolto a corrupção, com seu secretário de governo preso, afirmando-se vítima de golpe, é patético. Pisou no pescoço de todos e agora veste a roupa do cordeiro. Um representante do atraso, viu que suas ideias são mofadas.


PODER

Os deputados agora são todos gente finas quando, até ontem, ele ignorava e apedrejada chamando-os de velha política, de corruptos nas entrelinhas de sua soberba. Com a guilhotina caindo, chora por redenção. Pegou gosto pelo poder.


REPRESENTATIVIDADE

Se os deputados não representam o povo catarinense, então estão fazendo o que lá na Tribuna? Aquela mesma que Carlos Moisés ignorou achando-se mais forte que Deus. Que usou aquele parlatório por meros três minutos porque nunca acreditou na sua força paralela.


BOBAGEM

O impeachment é um instrumento da democracia e deve ser aplicado sobre os prepotentes, arrogantes e soberbos que acham-se maiores que sua tolices. Carlos Moisés é um tolo dentro de um tabuleiro que, de pigmeu que sempre foi, agora é um joguete.


NADA

Ao apelar para Brasília, mostra que perdeu o controle por onde sua tolice reinou. Não muda absolutamente nada. A conclusão da CPI vai mostrar, entre outras tantas, que é um enrolão, um diminuto que chegou ao poder pela negação do que agora se alimenta.


BORRADO

Agora Moisés e sua vice tola, dois arrogantes que urinaram sobre os Poderes paralelos, ignorando a existência da boa relação, buscam abrigo nas células que ele afirmou ser a velha política. É um homem fácil e sem princípios. Por isso se mela todo.


REPOLHO

O odor insuportável que Carlos Moisés e sua vice patética exalam, chega contaminando o ar. Estão em meio àquele momento em que precisam, muito mesmo, pulverizar um aromático para aliviar. É o medo da decapitação, logo a frente, fazendo efeito e justificando o cheiro ruim.


BACANA

Agora o Parlamento e a Justiça existem. Antes eram apenas dois Poderes ridicularizados que, até pelos ofícios recebidos, mostrou serem absolutamente nada diante de seu Poder único. Chegou a se afirmar divino.


CERTO

Ao se verem predestinados, como afirmaram, Moisés e Daniela viam-se únicos e, por isso, nenhum outro ser tem a mesma proteção do Alto. Ignoravam que o Judiciário e Legislativo também o são. Poderes constituídos sempre são iluminados.


CUSPIDEIRA

Como uma serpente expelindo veneno nas vítimas, a Casa d’Agronômica endereçou sua inoculação aos Poderes constituídos. Por isso, vendo-se agora cercada, arranca as presas para se afirmar amigo bacana de tudo e todos.


BOÇAL

O tempo revelou uma fera, agora ferida, que se utiliza dos métodos que condenou de fachada, para que alguém tire o espinho em sua pata. Dominou o terreno e, sob seu controle, imaginou impenetrável. Agora, acuada, a patética dupla de 2018 vê-se abreviada.



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