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100 dias de apreensão e tortura

Por: Marcos Schettini
07/04/2017 14:58

Não há dúvidas de que a chegada dos cem dias de governabilidade que marca os novos prefeitos é um separador de tempo. A nostalgia entre Poder e Povo, a partir de agora, torna-se mais cobrada. O povo não quer saber se existe dívida, que a situação da crise internacional, brasileira, estadual está prejudicando a municipalidade. Eles querem resultados. O legado de Idacir Orso foi profundo. Não foi à toa que, com três chapas, duas para derrotar a dupla Lírio e Adriano, foi uma estratégia para dividir o grupo e fazer a continuidade. Mas deu tudo errado e eles venceram porque, demonstrada mente, o estrago foi grande. Mas não há tempo para blá, blá blá. Ontem é passado, amanhã é o que interessa. Bortolanza e Dagort sabem disso e, com as mexidas que têm feito, as aberturas que demonstram em Brasília e Florianópolis, podem bater à vontade que eles vão demonstrar na prática que Xaxim vai viver outro momento.


Especial

Hoje dia do jornalista, a comemoração de uma profissão que, embora não agrade a todos, é o Poder. Poder primário e último. Está nas mãos de um jornalista toda a forma de transformação de uma sociedade, melhor ou pior. Deus das teclas.

Referência

Interessante que um jornalista é um ser simples que, inteligente e iluminado em suas forças e conhecimento, a tudo encanta. Prefere ser um jornalista odiado, a ser paparicado por sua inclinação às facilidades da profissão. Respeitado sim, amado nunca.

Rocha

Ser jornalista é ter medo de si, dominar-se e imediatamente ter coragem. Ele, dotado de informação, vai aos tiranos e, em frente a eles, segura a fonte mesmo à tortura. Leve, sorridente e simpático, é um súdito rei da verdade, é forte.

Humilde

Um jornalista soberbo é o que tem de mais pobre no meio. Ele, julgando-se, vê-se maior e imediatamente discreto. Todos sabem que ele é grandioso, mas por ser tão humano e atencioso, é o menor dos seres, um Jesus pecador.

Buliçoso

Mais que saber escutar, provoca. Menor que um, maior que todos. O jornalista é amável, alegre e satisfeito. Sabe que na profissão tem perigos que o rondam e, por ser destemido, provoca ainda mais. Não se intimida com anões de gravata.

Generoso

O jornalista é expansivo, sensível, fino e cheio de graça e, por ter tanta, saiu também de Maria, a mulher que suportou. Ele, como ela, aprendeu a suportar e tem como padroeiro São Francisco de Sales, a quem ofereceu seu coração.

Historiador

O jornalista é um contador de histórias porque, é em sua forte interpretação das coisas, da existência humana, que relata a epopeia humana. É um escritor, um varal de ideias, um revolucionário e soldado da verdade. Se for isso, é um profissional.

Ela

Thamy Soligo fala aos jornalistas hoje pela manhã no Sicom e vai, nesta oportunidade, deixar sua marca de profissional visionária, arrojada e dedicada às coisas da profissão. Está em uma função que, por merecimento, conquistou por mérito.

Trabalho

A sensibilidade do Sicom com a profissão é longa. Sempre sensível, tem ação diretamente voltadas à atividade do jornalista. Thamy Soligo é mais esta carta de Ás de Ouro que se apresenta. No ano passado, Cláudio Thomas, não menos alto e profissional.

Novamente

O encontro do PSD amanhã vai ferver o estado. Será a marca inicial da campanha do ano que vem e Gelson Merisio será lançado forte candidato ao governo e vai ter, inclusive, coro a seu favor. E João Rodrigues vai estar presente.

Momento

Será no encontro de amanhã o divisor de águas entre a dúvida e a certeza. Ou JR abraça a causa ou não comparece. Amanhã, em Lages, o nome de Gelson Merisio será transformado em marca eleitoral da sucessão. Vai estar junto?

Eco

Os 15 milhões que João Rodrigues entrega à Associação Chapecoense, é um valor significativo de quem teve, de modo isolado, a mobilização para tirar o Furacão do estado lamentável em que se encontrava. Foi o então prefeito quem sorriu.


Falei

“Vamos todos para este encontro importante para 2018”.

Lírio Dagort, prefeito de Xaxim e presidente da Amai, referindo-se ao Encontrão do PSD amanhã em Lages.

“Eu me emocionei demais”.

Nico Tozzo, empresário e presidente da CEC, molhando os olhos ao entregar uma placa ao prefeito de Medellin no almoço oferecido no Hotel Bertaso.

“Este é o reconhecimento da base ao nosso trabalho”.

Izelda Oro, presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil, sobre a posse de hoje à noite onde foi reeleita para mais um mandato. Humildade.


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