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Caos Moisés da Silva; Delírio ambulante; Placar fulminante; Paulinha d’Arc; Alesc unida por Santa Catarina

Por: Marcos Schettini
26/08/2020 09:30 - Atualizado em 26/08/2020 09:31
Mauricio Vieira/Secom

Caos Moisés da Silva

O líder está delirando. Sob efeito de uma possível cerveja artesanal vencida, passou todo o tempo bebendo demais, cantarolando além do tempo e, quando viu, estava adoecido, entregue a um tratamento à base de capim. Alguém, sabe-se lá quem, leva para o marido de Késia um sachê de misturas de ervas daninhas. Ele toma e, sob o efeito disso, sai às margens da SC-401 gravando que está trabalhando. Ele acredita nisso e, com uma máscara preta na cara, escondendo seu combalido rosto, mostra-se iludidamente firme como uma banana madura no cacho. Deve ser culpa do mordomo. É sempre ele que leva o chá para o governador tomar. Como caiu Douglas Borba, Helton Zeferino e toda a tropa, Jorge Tasca, uma espécie de Rasputin, aquele místico russo, homem santo que se aproximou da família do czar Nicolau II, tornando-se figura politicamente influente. Autoproclamava-se homem santo que, depois, descoberto tirano, é resultado de 35 a 5 na Alesc. Deve ser ele que, levando fel para que o inquilino da Casa d’Agronômica beba, pensa ser capim-limão. Socorro.


BELEZA

Sentindo o aperto da corda já tirando seu fôlego, gritando pelos respiradores fantasmas, Carlos Moisés fez um vídeo afirmando que está trabalhando. À noite, em um claro chamamento apelativo, disse estar no serviço que negou por 20 meses.


FANTASMAGÓRICO

O governador já sabe que seu placar dentro da Alesc é proporcional à goleada da Alemanha sobre o Brasil. Imagina-se em agonia suficiente para tirar seu sono e, nas longas noites que tinha de samba e violão, abandonando SC, converteu-se em delírio.


DELÍRIO

É um sentimento que domina um determinado indivíduo que, sob forte abalo mental, tira-o das condições reais. Vendo-se em cenário de completa tranquilidade, Carlos Moisés está sob efeito de algum sedativo, cujo efeito, leva-o à Ilha da Fantasia.


RAZÃO

Talvez em condições de total desespero, acena aos observadores que aceitam sua degola. Percebe-se merecido porque viu o início de sua queda ainda em 1° de janeiro de 2019. Foi naquele dia, afirmando ser onipresente, vê-se agora equivocado.


CAMALEÃO

Em nenhum momento dos últimos 20 meses, por mais que possa se penitenciar, Carlos Moisés mostrou ser alguém de linha convergente. Sempre posou de foto napoleônica, imperativo e radioativo às conversas. Agora, tarde, adapta-se ao ambiente.


ELA

Paulinha é a Joana d’Arc que assumiu todos os papéis paralelos à Liderança do Governo. No meio da batalha, é soldado, arqueira, infantaria. Já tem um discurso que, elaborado com sentimento de combatente, vai levar à Tribuna para expressar suas verdades de luta.


SET

A deputada brizolista é afã do bombeiro e luta, embora com um graveto, em um desempenho além de suas capacidades. O governador suga o suor da guerreira delirando à noite na SC-401, vagando à moda zumbi. Ela lúcida, ele dopado, parece um cenário de filmagem da Universal.


PERIGO

Correndo risco às margens da SC-401 à noite, Moisés deveria ter utilizado uma máscara reflexiva como aquelas dos operários na estrada para os motoristas pudessem enxergá-lo de longe. Por isso foi atropelado por 35 a 5 no placar da decapitação.


ENTÃO

Paulinha jogou sinalizadores para caos Moisés não pousar em solo vietnamita. Ela armada apenas de boas intenções, avisava o perigo da aeronave descer em terreno movediço e, por isso, perigoso. Mas o surdo e imprudente piloto mata-se com a tripulação.


RETRATO

Paulinha viu-se saindo do ringue legislativo suada, exausta da batalha enfrentada no placar de 35 a 5 na instalação da comissão de fuzilamento. Toalha ensopada às mãos, enxugando-se dos efeitos da luta, jogou-a caindo na última corda junto à lona.


ESTOURO

Para um peão experiente, conduzir o gado com tranquilidade, é preciso paciência, traquejo e gosto pelo que faz. Quando se assusta, a manada vai em direção à fuga, demonstrando força, descontrole. Quando ocorre 35 a 5 da Alesc, é sinal de que está na hora de trocar o berrante.



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