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Antídio Lunelli e Zé Franzner é o PIB ulyssista de 2022

Por: Marcos Schettini
12/09/2020 09:32
Divulgação

Chapa pura do MDB em Jaraguá do Sul tem a lógica do processo eleitoral de 2022. Por quê? Devido ao desastre eleitoral que foi 2018. Se Mauro Mariani era a cara do partido que Luiz Henrique da Silveira não observou quando apoiou Raimundo Colombo na reeleição, foi no pleito passado que o então presidente da sigla e deputado federal se percebeu oportuno em um partido desalinhado e frágil mesmo no governo do PSD.

Claro que Udo Döhler, arrancado daquele pleito que elegeu o desastroso Carlos Moisés, pode entrar no jogo sucessório se o deputado Fernando Krelling carimbar o passaporte positivo em Joinville. Isso dando certo, provavelmente ele e Antídio Lunelli, o vigoroso prefeito da terra da WEG, tem chances reais de olhar a cadeira estadual do Centro Administrativo nos mesmos moldes do colega ulyssista do principado de Dona Francisca.

Dando certo o recado positivo nas urnas na cidade da Malwee, a mistura empresarial de Lunelli e Jair Franzner enche os olhos do partido para criar uma outra ala de hegemonia que, em tese, mostra o aperto dos líderes do Norte do Estado cansados da força de Eduardo Pinho Moreira no Sul e Celso Maldaner no Oeste.

Estes dois são hoje os quadros que dão luz ao partido porque, deputado federal que venceu do senador Dário Berger a convenção de 2019, tem em Paulo Eli o comando da Fazenda de SC na relação esquisita com um governador fragilizado.

Carlos Chiodini, o deputado federal que já presidiu a juventude do MDB e tem digitais no comando Nacional do Manda Brasa ao lado de Baleia Rossi, presidente da sigla, olha a sucessão partidária em maio do ano que vem. Para isso, aposta na chegada de Antídio Lunelli para enfrentar aquela convenção de troca da Executiva estadual com firmeza.

Sabe que Antídio olha a próxima majoritária estadual com intenção demonstrada. Neste sentido, o grupo nortista consigna suas intenções em Jaraguá do Sul.

Antídio Lunelli e Udo Döhler passaram por Chapecó na última quarta-feira e já deixaram o cheiro deste projeto semeado. Se o candidato Cleiton Fossá vai dar fruto ou não, o que a dupla foi fazer é invadir o controle que os Maldaner sempre tiveram e, pela organização que possuem, não somente tirou Valdir Colatto do jogo, ganharam o partido em SC e projetou o atual deputado federal para um espaço lógico em 2022. Com mais de 100 prefeituras sob controle, o MDB pode fazer o que quiser.

Tem quadros, projeto, estrutura partidária e financeira. Mauro Mariani sempre esteve certo. Só não foi escutado por LHS.


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