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Após queda no Ideb, deputados estaduais cobram estímulo ao ensino integral

Por: LÊ NOTÍCIAS
17/09/2020 10:22
Fábio Queiroz/Agência AL Assunto entrou em pauta nesta quarta-feira (16), após a divulgação dos dados do Ideb, que mostrou a posição de Santa Catarina Assunto entrou em pauta nesta quarta-feira (16), após a divulgação dos dados do Ideb, que mostrou a posição de Santa Catarina

A queda verificada na educação pública barriga verde no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) relativo a 2019 repercutiu na Assembleia, levando os parlamentares a cobrarem estímulo ao ensino integral na sessão de quarta-feira (16).

“Santa Catarina ostentava as primeiras posições, mas quando sai o Ideb de 2019 chama a atenção que nos anos iniciais o estado ocupa a quinta posição, atrás de São Paulo, Distrito Federal, Minas Gerais e Paraná. Nos anos finais do Ensino Fundamental o estado é o sexto colocado e no Ensino Médio é o nono”, descreveu Valdir Cobalchini (MDB).

Segundo o representante de Caçador, quatro dos sete melhores estados no Ideb focaram no ensino integral. “Estados do Nordeste, que até alguns anos estavam nas últimas posições, agora estão entre os primeiros, como Ceará e Pernambuco”, revelou o deputado, que lembrou que no Plano Educacional de 2015 a meta era ampliar o ensino integral.

“O estado tem de correr, porque infelizmente o que se observa é que estamos caindo e caindo de forma importante. Me preocupa em relação ao futuro, deveríamos estar ocupando as primeiras posições para projetar um futuro ainda melhor”.

Doutor Vicente Caropreso (PSDB), Milton Hobus (PSD) e Marlene Fengler (PSD) concordaram com Cobalchini. “Tivemos conversas com a Secretaria de Estado da Educação (SED) sobre o assunto, mas as dificuldades interpostas foram tantas e de toda ordem. O estado se torna paquidérmico e lento em relação a isso”, admitiu o deputado.

“O estado não consegue fazer, eu também cobrei isso do governo passado, que eu fazia parte. A única condição de melhorar a educação é o ensino integral e totalmente descentralizado para os municípios, dinheiro do Fundeb e toda a estrutura”, defendeu Hobus, que previu com a descentralização uma redução de cerca de até 30% dos custos.

“Em São José, quando a prefeita Adeliana assumiu, o Ideb não chegava a quatro. Agora a notícia é de que o índice foi para sete, um dos melhores, resultado do trabalho”, pontuou Marlene.


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