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Moisés mexe e piora; São José e a divisão; Ivon de Souza é Moisés; Eleições no Crea; O desafio de Krelling

Por: Marcos Schettini
28/09/2020 12:10 - Atualizado em 28/09/2020 16:48

Espelho, espelho meu

Fernando Krelling terá uma missão difícil de se olhar na eleição sem poder se distanciar do prefeito Udo Döhler. O deputado estadual é um grande quadro do MDB, boa índole, jovem e uma liderança de confiança porque tem um futuro brilhante na vida pública. Mas não vai conseguir se descolar do tutor e padrinho político. O deputado é para o prefeito Udo o que ele mesmo foi para LHS. E a oposição vai mostrar isso na prática quando o processo eleitoral de rádio e televisão começar. Além da ligação entre si, o ulyssista chamou a turma de Derian Campos para a briga quando acertaram o voto pró-Moisés e roeu o verbo. Estes acertos saíram de dentro do gabinete de trabalho do prefeito de Joinville que precisa da vitória eleitoral do emedebista para olhar o projeto eleitoral de 2022. Para pensar na cadeira de governador, Udo precisa eleger Fernando e derrotar as pretensões de reeleição de Antídio Lunelli em Jaraguá do Sul, que quer a mesma posição. Neste momento, um tropeço do prefeito de Joinville em 2020, abre um plano político para as majoritárias de 2022. A eleição na Terra dos Príncipes é mais regional e não municipal.


FRAQUÍSSIMO

Por não ter dado certo naquele dia da escolha dos membros do Tribunal Misto de Cassação, aquela carreata fajuta mudou para o final de semana. Os comissionados, sem poder dizer não, foram lá juntar menos que o primeiro chamamento.


ACABOU

Buscas judiciais ali, apelação lá, tentativas de retorno às conversações com o Governo Federal, têm sido os caminhos que os advogados e a dupla Carlos Moisés e Daniela Reinehr tem feito para sair da própria arapuca que armaram.


SALVAÇÃO

Até onde o raciocínio pode observar, não existem mais possibilidade de ambos serem livres deste cerimonial infernal que construíram. Apenas o calendário vai avançando e a queda vai se aproximando. Aí, como se sabe, só a mão de Deus.


ELE

Roberto Salum está animado com sua campanha. Tem dito afirmativamente que será o próximo prefeito de São José porque diz que o eleitor está cansado de tudo e todos. Portanto, nunca membro de nenhum governo, pode dizer que é limpo total.


EQUÍVOCO

Roberto Salum (Patriotas) e Fernando Anselmo (PSL), ainda não bateram em Orvino Ávila, candidato declarado de Adeliana Dal Pont, nomes como Luizinho (PSDB), Moacir da Silva (PDT), Thiago Paulo (Novo), Ary Martins (PT), Clonny Capistrano (PL) e Antônio Lemos (Republicanos), se dividem.


LEITURA

São José é um poderoso orçamento de SC e 4° em eleitores. Dividindo entre iguais, Orvino Ávila fica melhor na vitrine porque tem a máquina comendo forte. À exceção do PT, os demais são praticamente da mesma célula política que poderia ter saído unida.


OBSERVAÇÃO

Fernando Anselmo, do PSL, conta com o filho do deputado federal Hélio Costa, do Republicanos, como vice. Mas o partido tem Antônio Lemos disputando pela sigla. O Patriotas e Novo, jogam nas mesmas discussões. Um erro de divisão que fortalece a situação.


LÍNGUA

Luizinho, candidato do PSDB em São José, dono de emissora e um bom comunicador, atacou as igrejas evangélicas e pode sofrer pela falta de raciocínio. Poderia ter liderado um movimento ao seu redor, mas foi incapaz de agir nesta direção. O Progressistas é a diferença.


ESPELHO

Ivon de Souza tem a cara do governador em fazer política. Não conversa com ninguém e chama todos de velha política. Foi incapaz de atrair quadros para sua terceira disputa pela prefeitura porque percebe-se acima de todos. O impeachment de Carlos Moisés afeta sua candidatura.


DISPUTADÍSSIMO

Eleições no Crea/SC tem níveis de disputa estadual. A gestão de Ari Geraldo Neumann desgasta-se. Carlos Alberto Kita Xavier quer novo mandato e busca retorno. José Carlos Paiva, Emerson Siqueira e José Carlos Rauen se movimentam para derrubar a atual diretoria.


QUADRO

Kita Xavier tem estrutura forte. Embora visto de modo desgastado por não cumprir uma relação amistosa com a base, tem um grupo que quer seu retorno. Engenheiro, é um profissional da elite intelectual de vanguarda e não precisa muito se convencer de quem é quem para dirigir sua entidade. A escolha será no dia 1° de outubro.


CREA

A entidade é, indiscutivelmente, uma das mais fortes depois da OAB. Geralmente quem está à frente, consegue um projeto político importante. Se até então mostra-se apática, pode ser agora a mudança nesta direção.



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