Close Menu

Busque por Palavra Chave

SP Convention

Negociação para reajustar salário do trabalhador na construção civil tem divergências

Sindicatos tem posição consensual para clausulas sociais, mas se chocam nas econômicas
Por: LÊ NOTÍCIAS
20/04/2017 13:47
Siticom concorda em fechar logo a Convenção Coletiva desde que o patronato atenda aos pedidos mínimos Siticom concorda em fechar logo a Convenção Coletiva desde que o patronato atenda aos pedidos mínimos

Chapecó - A primeira rodada de negociação para fechar a nova Convenção Coletiva de Trabalho - CCT 2017/2018 na construção civil foi evolutiva, mas com desacordo em relação ao reajuste salarial. O diálogo, maduro e civilizado, sinaliza para breve entendimento entre as representações dos trabalhadores e empregadores, desde que exista convergência na questão salarial. A data base da categoria é 1º de maio, sendo muito provável que até lá as bases estejam fixadas e aprovadas pelas partes. Porém, nada é definitivo.

O consenso sobre o percentual de reajuste salarial é a principal questão em debate. Enquanto isso há concordância de ideias para renovar as cláusulas sociais. O início das negociações entre o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Chapecó (Siticom) e o Sindicato da Construção Civil (Sinduscon) relevou pronta disposição ao acordo. As tendências se igualam também nas posições envolvendo o nada atrativo momento econômico nacional.

A presidente do Siticom Izelda Teresinha Oro disse concordar com a crise, mas “não abre mão” de questões vitais aos trabalhadores e trabalhadoras. As crises “não são geradas pelas classes profissionais” por isso elas não podem ser responsabilizadas “pela incorreta e trágica gestão pública nacional”. Izelda e o presidente do Sinduscon André Badalotti Passuello, cada um com suas razões, “fecham posição” sobre a insegurança vivenciada pelo país, situação que cria total e absoluta instabilidade.

A dirigente sindical disse que esta inconstância, pode significar “iminente perda de direitos das classes trabalhadoras”. Diante desta aflitiva realidade “precisamos garantir avanços”. Justifica que a categoria merece e, acima de tudo, precisa de aumento salarial condizente. Mesmo assim serve apenas “para manter a subsistência familiar”.

Em discussão - O Siticom recebeu a contra proposta do patronato e agora a analisa para tomar posição e dar resposta. Izelda acredita que o consenso venha a ser logo estabelecido, até para evitar desgastes. No entanto, pondera que quer “equilíbrio” na fixação do percentual de reajuste e “justiça” ao trabalhador. Sem estes ingredientes, “indesejadas divergências poderão ser estabelecidas”.

Paralelo, o Siticom mantem negociação idêntica com os Sindicatos da Indústria Madeireira e Moveleira do Vale de Uruguai - Simovale e das Indústrias de Olaria, de Cerâmica para a Construção, de Mármores e Granitos - Sicec.




Outras Notícias
Essenciais de Verão
Rech Mobile
Publicações Legais Mobile

Fundado em 06 de Maio de 2010

EDITOR-CHEFE
Marcos Schettini

Redação Chapecó

Rua São João, 72-D, Centro

Redação Xaxim

AV. Plínio Arlindo de Nês, 1105, Sala, 202, Centro