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O respeito é um presentão

Anjos da guarda desde os primeiros segundos de vida e melhor amiga para a vida toda. As mães, conhecidas pelo incansável trabalho em prol dos filhos e de toda a família, estão mais em evidência do que nunca neste mês. Maio começou a pouco, mas é intenso o apelo comercial pela data. Assim como acontece no Dia da Mulher, que parece ter sido comemorado ontem, para o Dia das Mães, no domingo (14), os sons de rua já funcionam a todo vapor; as vitrines estão decoradas e as floriculturas reforçam os pedidos nas distribuidoras. Tudo para contentar os filhos, agradar as mães e encher o bolso.

A data é muito esperada pelo comércio que, com razão, fica na expectativa de aumento nas vendas na primeira “grande data do ano”. Contas de início do ano pagas, filhos e companheiros deram uma respirada e são convidados a abrir a carteira novamente. Se namorada ou namorado nem todo mundo tem, a rainha dos lares é figura garantida na maioria das casas e deverá receber um mimo na metade deste mês. Flores, chocolates e, infelizmente, coisas para a cozinha, devem estar no topo da lista de presentes.

Tem filho que dará uma roupa, sapato ou um chocolate para agradar os olhos e o paladar. Mas terá o “espertinho” que, num ato de indiferença, dará o que ele, na verdade, irá aproveitar. Uma frigideira antiaderente ou uma torradeira elétrica deveria ser devolvida pela mãe ao filho logo após a abertura do pacote. Nada contra a “boa vontade” daquele que contribuiu com o lar, mas tem o ano todo para o acréscimo na cozinha, que fará a todos feliz. Precisa mesmo ser presente de Dia das Mães? A maioria delas, sensível por natureza, verá bondade na entrega, mas, no fundo, não existe mãe que sonha com panos de prato. Até a famosa correntinha com pingente de menino e menina é ambição maior.

Mais que pacotes, laços e fitas, é de respeito que carecem o corpo e a alma das nossas mulheres. Não raras vezes, a mãe de sangue, adotiva, avó ou tia que é também mãe, é vítima de agressões. A física até pode ser mais velada, mas a emocional acontece a todo tempo dentro e fora dos lares. Agressão, caros filhos, é a desobediência sem argumentos; o insulto; a humilhação; e, inclusive, a pilha de roupas e de pratos que donzelas e príncipes deixam acumulados no chão do quarto ou pia da cozinha. Não é preciso esperar até o 14 de maio próximo para presentear a mãe. Há dez dias pela frente para que a louça volte ao armário imediatamente após o uso e a roupa caia no cesto. Com pequenas atitudes, a homenageada de maio poderá olhar-se no espelho com roupa nova, mas também com menos olheiras e um pleno sorriso no rosto. Amar é respeitar; contribuir; e zelar.


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