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CL33 - Guia da Alimentação Brasileira

Por: Simão Baran Jr.
05/05/2017 09:27 - Atualizado em 05/05/2017 09:27

Dados recentemente divulgados mostram que 54,1% da população brasileira estava com sobrepeso em 2014. E mais, 20% eram obesos. Não é preciso repetir os riscos associados a tais índices. Os impactos na saúde são conhecidos por todos.

Assim, ao mesmo tempo que os índices de desnutrição foram sensivelmente reduzidos, deixando de ser inclusive assunto na mídia, assistimos a esse crescimento espantoso da obesidade. Para além de questões pessoais e de vaidade, é preciso reconhecer a importância do tema e os reflexos, não só no bem estar de cada um, mas também nas finanças públicas.

Em épocas de grave econômica, o aperto nas contas públicas chega também ao setor da saúde, infelizmente. Nesse ponto, como em outros, a prevenção é mais barata do que tratar as doenças e afastamentos causados por essa epidemia.

Não cabe neste breve espaço discorrer sobre as causas do aumento de peso da população brasileira, mas é possível pontuar que a oferta maior de produtos altamente processados e as mudanças na rotina das famílias, em razão do trabalho (o que diminuiu sensivelmente o tempo gasto sentado na mesa em família) contribuíram de forma significativa.

Portanto, urge refletir sobre o tema e buscar soluções, pelas consequências sociais do tema.

Por isso é extremamente salutar a publicação do Guia Alimentar para a População Brasileira, cuja segunda edição veio a lume em 2014 (a primeira é de 2006). Editado pelo Governo Federal, o guia traz de forma clara e simples orientações úteis a toda a população brasileira, com sugestões práticas e acessíveis a qualquer cidadão, de qualquer parte do país e com qualquer renda, de como manter uma alimentação equilibrada e saudável, ajudando a manter o peso corporal sob controle.

Basicamente, o guia recomenda que sejam evitados os alimentos ultraprocessados, que são aqueles que sofrem drásticos processos de mudança pela indústria, tal qual biscoitos recheados, salgadinhos de pacote, refrigerantes, etc. Isso implica em fazer de alimentos in natura ou minimamente processados a base de sua alimentação.

E mais, o uso de alimentos frescos fará você cozinhar mais e a ser mais consciente no uso de sal, açúcar. Outra dica boa do guia é incentivar as crianças a participarem do preparo dos alimentos.

Mas o guia, além de servir para sua vida pessoal, também pode ser usado como valiosa ferramenta para cuidar da alimentação do seu filho junto às creches e escolas pública. Pais atentos e de posse do guia poderão se reunir para discutir formas de cobrança de melhorias na merenda.

A leitura do guia é fácil e vai ajudar os pais a ter uma melhor relação com os filhos. Para acessar, basta procurar por Guia Alimentar para a População Brasileira na internet e encontrará disponível o arquivo. Aproveite.


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