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Moisés visita Julio Garcia e muda; Pesquisas Americanas falham; Entusiasmo é perigoso; PSDB, PL e MDB na estrada

Por: Marcos Schettini
04/11/2020 12:08
Reprodução/Instagram

Apagando dores, pavimentado rumos

A ida de Carlos Moisés até Julio Garcia dá o panorama político que está sendo construído daquele voto do Sargento Lima passando pela inocência afirmada pela PF, o nada a ver de seu nome com o papelão dos respiradores fantasmas. Um gesto não imaginado até esta manhã, quando o bombeiro apaga os ânimos e vê um horizonte de retorno ao cargo, faz um agrado inteligente. Caminha para a produção de intenções que, sangrado pelas perfurações marcadas em suas costas, foi dizer de sua nova maneira de fazer política dentro das conversações que são de homens públicos. Aquele tolo que foi na abertura dos trabalhos do Legislativo em fevereiro, não é o mesmo de hoje curvado às conversações de altura. Se Daniela Reinehr tem agido, ele em igual demonstração. Só que com um aditivo positivo de humildade que marca seu novo tempo. Agora está explicado porque não ficou presente, por 15 horas a fio, assistindo ao julgamento que o afastou. Sabia que é agora que deve mostrar afeição. Em momento de guerra contra um inimigo, tem que esperar o tempo certo. Sun Tzu embaixo do braço e fé dos novos tempos. Sabe que a vida é um dia após o outro.


PESQUISAS

A oposição se armou da confusa eleição nos Estados Unidos para contestar os números apresentados em vários municípios afirmando que eles não representam a realidade da aferição feita.


Se institutos com alta fartura de credibilidade em suas coletas de dados erraram ao dar o massacre de Joe Biden sobre Donald Trump, afirmam que os institutos vendem números que o eleitor, no final da contagem, contesta.


ELEIÇÃO

Os números sempre animam ou entristecem as torcidas e militância, mas quem dá o resultado final, com o veredito das urnas, no real desejo político, é o eleitor. Por isso, embora quadro favorável, os trabalhos nunca param.


AFERIÇÃO

O cenário confuso nos EUA mostra que nenhum instituto de pesquisa pode ser levado a sério em lugar algum. Em 2018, Jair Bolsonaro nem iria para o 2° turno e o MDB era o adversário de Gelson Merisio, já imbatível.


LOUCURA

Motivação é, sempre, um aditivo perigoso dentro de uma disputa política. Ela dá tranquilidade aparente, afrouxa o enfrentamento, dá a falsa ilusão. Nunca se pode subestimar a inteligência do eleitor nem dos adversários.


CENÁRIO

Em Joinville, mesmo na estúpida falha do grupo de Adriano da Catarinense ao mostrar os dados incompletos de uma pesquisa que afirmam estar crescendo, dá um quadro fantasma sobre os interesses políticos do eleitor que, somente ele, na força de suas intenções, decide.


CALOR

Orvino Coelho de Ávila, candidato a prefeito em São José, experiente nas disputas eleitorais, é um exemplo de maturidade e consciência da vontade do eleitor porque, pelas muitas que já passou, sente na pele o quadro que participa.


REALIDADE

A coligação que Orvino lidera em São José, dá a ele a direção a tomar porque vive o quadro real. Se instituto dá luz, é o respeito ao eleitor que define o pleito. O resto é um leque de mentiras e ilusões.


TOTAL

As pesquisas que dão a Gean Loureiro passos para levar o pleito em turno único, são números de animação sem afrouxamento. O prefeito sabe que voto é aquele já contado e não o imaginário. Tem noção da realidade que viveu estes dias.


COTAS

O PTB é aquele partido que tem enganado seus candidatos a vereadores negando-lhes o repasse partidário para disputar a eleição. Negros são ignorados pela executiva estadual em um show de enganação junto à Justiça Eleitoral. Racismo declarado.


DESPROPÓSITO

Partido como o PTB, por exemplo, são erros que o eleitor já ignorou depois de Getúlio Vargas. Foi para o colo do corrupto Roberto Jefferson e parou aí. São lixos esquecidos pelo cidadão. Sugam dinheiro público e enganam ao longo da história.


CADÊ

O PTB se camufla diante da Justiça Eleitoral. Os candidatos a vereadores, negros diga-se, são tratados com o desrespeito total. Se a sigla engana o TRE, imagina o que falam ao eleitor? Com a palavra o presidente Jaime Ramos para agir na sua força.


SOCORRO

O candidato a prefeito de Garopaba, Luiz Antônio de Campos, já foi preso e solto no dia seguinte por prática de crime ambiental e contra a administração pública. Teve outro pedido de prisão, mas escapou por conta da Lei Eleitoral. O eleitor já sabe o que fazer para evitar uma desgraça.


SANGUE

Geovania de Sá pelo PSDB, Jorginho Mello pelo PL, Celso Maldaner pelo MDB, deram um espetáculo de acompanhamento político nos municípios, indo nas bases escutar os candidatos, entender suas necessidades, dar a atenção merecida.


ATENÇÃO

Correram todas as regiões, dedicando tempo, expandindo discussões. O mesmo ocorreu com Carlos Chiodini e Ana Paula da Silva, a Paulinha. Geovania, que assumiu a presidência sob forte falta de fé, derrubou muros e quebrou correntes com sua simpatia feminina.


2022

Agora reconhecida, ganhou o respeito total e se constrói para o futuro como opção para desenhar o cenário político. Estar perto dos quadros exige tempo, ignorar a própria vida pessoal e familiar, fazer a escolha certa.


MAPA

Se nos 295 municípios não ganhar no tamanho que desejam, vencem as resistências locais. Fazer política é atitude. Estarão, provavelmente, no próximo protagonismo estadual porque o que define a vitória política, é o pó da estrada.



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